Mostrar mensagens com a etiqueta A Escola. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta A Escola. Mostrar todas as mensagens

Logo… Teatro

Desenhar um logótipo para o Clube de Teatro da nossa Escola foi um dos desafios concretizados  na disciplina de Aplicações Informáticas B, do 12.º ano. A seleção coube a um júri constituído por elementos diversificados, coordenados pela Bibliotecária da Escola. 

Maria Vaz | 12.º B

O logótipo, realizado pela aluna Maria Vaz, do 12.º B, foi o escolhido, dentre de um conjunto de trabalhos muito criativos, o que dificultou  a tarefa do júri.



Aqui estão alguns dos muitos logótipos realizados pelos alunos:

Diogo Carvalho | 12.º A


Leonor Campos | 12.º D

Rafael Lima | 12.º A


Inês Lopes e Sara Oliveira | 12.º C

Catarina Correia | 12.º D

Inês Coelho| 12.º A


Elisa Cardoso | 12.º F


Daniela Barreiro | 12.º B

Catarina Correia| 12.º B


Iago Sarmento e Tiago Cardoso | 12.º E

Rita Brás e Sara Antunes | 12.º E

Ana Lea Monteiro | 12.º B

Maria João Fernandes | 12.º D


Beatriz Matos | 12.º A

Luís Costa | 12.º A



Inês Aires | 12.º B








O Broas

A Cidadania – Uma prioridade na agenda escolar

A Educação para a Cidadania constitui, nos tempos de hoje, um desafio e um compromisso para todos os responsáveis na formação dos públicos escolares.
Trata-se de um desafio, que embora pareça consensual na sociedade portuguesa, cria ainda algumas resistências, confundindo-se, não raro, “formação” com “formatação” dos nossos jovens
De facto, formar verdadeiramente as novas gerações é, acima de tudo, fomentar o desenvolvimento moral e cívico dos nossos alunos, despertar em cada um deles o raciocínio crítico e prepará-los para uma intervenção mais ativa e responsável na sociedade civil.
A escola pública que, por definição, acolhe todos os alunos, é assim um pilar incontornável e fundamental de socialização pública da criança, pois deve assumir-se como um espaço privilegiado de educação para a cidadania, um lugar onde se cultiva o respeito pelo outro e onde se aprende a viver juntos.
Sabemos que a educação para a cidadania comporta novas exigências, em particular, no que toca ao trabalho do professor que deve privilegiar a promoção de ambientes educativos capazes de educar alunos no contexto do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e contribuir com eficiência, eficácia e qualidade para a mudança que vai acontecendo na sociedade.
Trata-se, pois, de construir diariamente práticas capazes de desenvolver competências para o exercício de uma cidadania responsável, orientada para a procura do bem comum e para a construção de um mundo mais justo, equilibrado e equitativo. Neste sentido, cada sala de aula, na sua diversidade, deve ser uma autêntica lição de humanidade.
Num momento em que finalizamos mais um novo letivo marcado por muito trabalho, algumas mudanças, inúmeras dificuldades, muitos desafios, mas também muitas alegrias… felicito e agradeço o empenho, profissionalismo, competência e dedicação de todos os atores educativos à causa comum que é a Educação dos nossos jovens.

Grata a TODOS!

Tenham umas excelentes férias!


A Vossa Diretora
Rita Mendes




O Broas

Cidadania e Desenvolvimento


O ano letivo encerra-se e, com ele, o primeiro ano de implementação de Cidadania e Desenvolvimento. Trabalharam-se domínios para desenvolver uma cidadania esclarecida, responsável e interventiva, como é próprio, ou deveria ser, das democracias. Viver em sociedade tem regras que devemos respeitar, ou contestar se as considerarmos injustas. Viver com os outros não é fácil, é uma aprendizagem ao longo da vida. Vejo com apreensão a falta de diálogo entre as novas gerações.
Nos intervalos, encontro sempre grupos de alunos que não interagem porque estão focados nos respetivos telemóveis. Aproximo-me deles e digo: “E se deixassem os telemóveis e falassem uns com os outros?” Deitam-me um olhar fugaz, esboçam um prenúncio de sorriso...e continuam com o olhar preso no artefacto que lhes ocupa as mãos e a mente.
No jornal Expresso de 22 de junho, na rubrica “Há Homem”, assinada por Luís Pedro Nunes, é abordada esta questão da omnipresença e poder dos telemóveis na vida dos jovens. O título “Geração Muda e o fim da conversa” identifica as consequências da realidade que hoje é vivenciada. Vale a pena citar alguns excertos que referem o desconforto dos jovens quando alguém, mesmo familiares, lhes ligam, eles preferem mensagens. “É desagradável ver o visor a dar sinal de pessoa a ligar. É um ato intrusivo. Inoportuno, a qualquer hora que seja.”
Noutra passagem refere “(…) esta geração não comunica sem ser por mensagens escritas - nas quais por sua vez expressa sentimentos por emojis.” Esclarece que esta forma de comunicar: “Não é um diálogo. É troca de fragmentos de dois monólogos. (…). Por isso, é tratada por «geração muda». Não fala sequer entre si quando chega a algum lugar - dado que se agarra ao smartphone como uma gárgula da catedral a olhar para o colo.”
Outra consequência, resultante de tanto olhar para o visor do telemóvel, é a incapacidade de entender as “expressões faciais e a linguagem corporal dos outros.”
O problema é preocupante e muitos prognósticos e diagnósticos têm sido feitos. Há escolas, muitas delas privadas, que proibiram a entrada de telemóveis nos respetivos estabelecimentos de ensino. Não sei se esta medida radical é a mais correta, até porque, cada vez mais, o telemóvel é utilizado como uma ferramenta de ensino e de aprendizagem.
Considero que o domínio Media, ou outro que possa ser criado dentro desta vertente, deve ser mais trabalhado no próximo ano letivo. Será útil ouvir os alunos a pronunciarem-se, dentro deste domínio, sobre o excesso de horas que passam ligados ao telemóvel e afins. Não será fácil levá-los a reconhecer que isso é um problema. Será interessante determo-nos nas possíveis propostas que eles apresentarão para solucionar, talvez o mais correto seja minimizar este “flagelo” das sociedades contemporâneas.
                                                    
                                  Rosalina Sampaio | Coordenadora de Cidadania e Desenvolvimento                                                                                                                          

O Broas

O Broas 2019...1.ª edição

Clica aqui
Educação Inclusiva, a Flexibilidade Curricular e a Cidadania e Desenvolvimento são as grandes inovações que as escolas estão a implementar, "apropriando-se" do Decreto Lei n.º 54/2018 e do Decreto Lei n.º 55/2018. A primeira  edição do jornal O Broas, deste ano, esteve direcionada para o trabalho realizada, sobretudo, em Cidadania e Desenvolvimento. O jornal é, assim, um dos veículos para dar a conhecer esta componente, que tem um papel importante na formação dos nossos jovens.

Esperamos que este jornal contribua para terem uma ideia mais clara e precisa da "revolução" que está a ser operada nas escolas. Clica aqui

Alegra e enriquece os teus dias com a leitura do jornal O Broas!





O Broas

O 8.º D e o Scratch


Na disciplina de TIC, os alunos do 8.º D, do 2.º semestre, desenvolveram  trabalhos de projeto no Scratch. O tema proposto foi "Funções", lecionado na disciplina de Matemática.
                          
Os resultados deste trabalho interdisciplinar são aqui apresentados:

Feito com Padlet
Professora de TIC, Lurdes Lopes, e Professora de Matemática, Márcia Eiras.

O Broas

O 8.º B e o Scratch

Partindo do tema "Funções", lecionado na disciplina de Matemática, os alunos do 8.º B, do 2.º semestre da disciplina de TIC, desenvolveram os seus trabalhos no  "Scratch".                             
Os resultados deste trabalho interdisciplinar são aqui apresentados:

Feito com Padlet

Professora de TIC, Lurdes Lopes, e Professora de Matemática, Paula Matias.



O Broas

O 8.º A programou com o Scratch


Os alunos do 2.º semestre, de TIC, do 8.º A, foram desafiados a criar projetos no “Scratch”. 
Este trabalho resultou de uma articulação com a disciplina de Matemática, no conteúdo programático “Funções”.

O trabalho produzido é aqui apresentado:

Feito com Padlet
Professora de TIC, Lurdes Lopes, e Professora de Matemática, Nélia Teixeira.

O Broas

Reinventar a Arquitetura da Tua Cidade…

Na disciplina de Aplicações Informáticas B, do 12.º ano, os alunos reinventaram  edifícios da cidade de Vila Real. Procura identificar os monumentos que se fundiram nestas criações. Conseguiste?

Clica na imagem
E tu, como reinventarias a arquitetura da tua cidade?



O Broas

O Meu Logótipo é Melhor que o Teu!


Redesenhar o logótipo da nossa Escola foi um dos desafios concretizados  na disciplina de Aplicações Informáticas B, do 12.º ano. 

De qual gostas mais?

Clica na imagem




O Broas

Passeio turístico por Vila Real


Astrid Márquez, oriunda da Venezuela, e Luis Ángel Araya, proveniente da Costa Rica, são novos alunos na nossa Escola. A Astrid está a frequentar o nono ano e o Luis o décimo primeiro ano. Quarta-feira, 27 de setembro, percorreram as ruas da zona histórica de Vila Real, descobrindo a cidade, a cultura e a língua de Camões. Visitaram o Mercado Municipal, a histórica Rua Direita, conheceram algumas tradições académicas, episódios e monumentos do passado da cidade. Localizaram alguns serviços, como o Tribunal e os Correios, por fim, degustaram os famosos covilhetes, as esplêndidas cristas de galo e os tentadores pitos de Santa Luzia da nossa gastronomia.

Foi uma tarde plena, banhada pela luz dourada do outono, que timidamente avança. A Astrid e o Luis ficaram maravilhados com as “descobertas” e todos apreciaram este agradável passeio que terminou com as professoras a cantar a Marcha de Vila Real.


Haverá mais, de certeza!

!Donde fueres, haz donde vieres!                                         Em Vila Real, sê Vila-realense!

Vila Real, oh que linda és
Tens o Corgo aos pés, em adoração
Vila Real, como és gentil

Canta-te Cabril, beija-te o Marão


As professoras – Rosalina Sampaio I Sílvia Meireles



O Broas

Comunidade Desafios Educativos



A Psicóloga da Escola, Dra Amélia Moura Santos, neste ano letivo, integrou a Comunidade Desafios Educativos tendo enriquecido com os conhecimentos da sua área e da sua experiência as reuniões semanais de quarta-feira.
Pedimos-lhe o seu testemunho sobre a sua experiência na Comunidade Desafios Educativos. Aqui ficam as suas palavras:
                                                                                                                                                           
Consciente de que em Educação, o professor é um dos fatores extrínsecos basilares na aprendizagem e no desempenho escolar dos alunos, a equipa da Comunidade Desafios Educativos (CDE) procurou, ao longo deste ano letivo, edificar um espaço de reflexão e partilha de boas práticas, catalisador de atividades pedagógicas mais ajustadas à promoção da aprendizagem e ao sucesso educativo nos dias de hoje.
Como psicóloga e único elemento não docente da equipa da Escola, o trabalho desenvolvido possibilitou constatar que a análise reflexiva de experiências e de expetativas entre professores, intra e interdisciplinar, evidencia que a relação professor-professor é igualmente um fator primordial no exercício profissional, com impacto na implementação de práticas educativas mais eficazes e adequadas.
O bem-estar psicológico e a confiança profissional resultantes da partilha de saberes, no ambiente emocionalmente securizante e gratificante alcançado pela equipa, revelaram-se uma das mais-valias do projeto e fator de proteção contra a frustração e o desânimo.
Bem hajam!
                                                                       Amélia Moura Santos | SPO







O Broas

La Mer - Citations et Proverbes


Victor Hugo

Artiste, écrivain, Poète, Romancier (1802 - 1885)


Grupo de Francês







O Broas

Aluno da Escola de S. Pedro convidado para o projeto “QUARK”

O aluno Francisco Ferreira do 11.º B foi convidado, com mais dezanove alunos do país, para integrar o Projeto Quark, uma Escola de Física Avançada da Universidade de Coimbra, para alunos do ensino secundário. Esta Escola de Excelência tem como objetivo principal promover a Física junto dos jovens portugueses, de onde são escolhidos os alunos para representar Portugal nas várias competições internacionais das  Olimpíadas da Física.
A seleção do Francisco Ferreira surgiu na sequência da sua participação na Fase Regional Norte das Olimpíadas da Física- Escalão B, onde obteve uma menção honrosa e que lhe permitiu disputar a final, no dia 3 de junho, em Lisboa.
Pelo facto de Portugal organizar, no próximo ano e pela primeira vez, as Olimpíadas Internacionais da Física, o número de alunos que participaram neste ano foi excecionalmente elevado. Tendo em conta toda a concorrência, e tendo em conta que só disputa finais quem, por mérito próprio e por muito trabalho lá chega, este resultado é mais uma prova do valor e da qualidade do Francisco.
PARABÉNS e toda a sorte para a próxima aventura!!!

 Manuel Salgueiro | Professor de Físico-Química


Na Assembleia da República - Parlamento dos Jovens do Ensino Básico


Recebidos, na Sala do Senado, pelo Presidente da Assembleia da República; intervindo, em Comissão, para fazer chegar as suas propostas e recomendações aos representantes do povo português; escutando as propostas de outros círculos e escrutinando-as criticamente; respondendo e replicando às observações dos seus congéneres de outros distritos; ponderando uma ulterior necessidade de argumentação e eloquência, em suma, assumindo e vivendo, plenamente, a cidadania, aprendendo, com um saber feito de experiência, as regras do jogo democrático, os alunos Francisco Silva (9.º F) e Rita Encarnação (9.º E) participaram, na qualidade de deputados ao Parlamento dos Jovens – edição ensino Básico, na sessão nacional, que decorreu, nos passados dias 22 e 23 de Maio, em Lisboa, na Assembleia da República, em uma iniciativa que contou, igualmente, com a indispensável cobertura e reportagem da jornalista Ana Silva (9.º F) que pôde beneficiar de uma visita guiada pelo antigo convento dominicano e sede da Torre do Tombo até 1990; colocar questões, em conferência de imprensa, ao deputado Alexandre Quintanilha; circular livremente pelos principais espaços e momentos de um encontro nacional que buscou, uma vez mais, consciencializar as novas gerações para a responsabilidade de um contributo livre, densificado tanto quanto possível e, assim, esclarecido na vida pública e coletiva do país (e, eventualmente, em outros espaços em que nos inserimos, na comunidade internacional).
Nestes dois dias, ademais, as dimensões cultural e lúdica - com uma performance oferecida, na sala do Senado, a todos os participantes nesta jornada, bem como o salutar convívio entre as mais diversas delegações – estiveram presentes, assim se crendo poder ter estimulado os mais jovens – que, de resto, honraram a nossa Escola com o modo como marcaram presença, em todas as vertentes, em este evento – a prosseguir uma formação integral que não deixe de contemplar a res publica como desígnio a cumprir também.
                                         Pedro Miranda - Professor que acompanhou os alunos a Lisboa

O que mais gostei foi do “clima” e civismo que todos os alunos conseguiram ter nos debates, mesmo nos assuntos mais polémicos.
Adorei esta experiência e aprendi muito ao longo de todo o processo.

                                                                           Francisco Silva - Primeiro Deputado

Os dois dias vividos na Assembleia da República foram dos mais intensos que já tive: conheci jovens de diferentes distritos e mesmo do estrangeiro; percorri espaços onde entrei pela primeira vez; aprendi a conhecer e a amar melhor a nossa democracia; contactei, em direito, com políticos que só conhecia da TV... foram dias cheios, daqueles que ficam para sempre na nossa memória!

                                                                         Rita Encarnação - Segunda Deputada




O Broas

Sessão Nacional - Parlamento dos Jovens - Ensino Básico



Os deputados, eleitos pelos diferentes círculos eleitorais do país, em comissão, havia quatro, debateram os projetos de recomendação aprovados nas sessões distritais. Fiquei impressionada com o domínio que muitos jovens com 13, 14 e 15 anos tinham sobre os temas e o modo seguro e “adulto” como intervinham.

 Na visita à Assembleia da República conheci a “Casa da Palavra”, a “Casa da Democracia” e fiquei fascinada com os frescos, ou afrescos, com a imponência da escadaria, do candelabro que sobre ela impera, com as estórias que aquele edifício guarda e que são interessantíssimas. Senti-me muito orgulhosa de ser portuguesa e com uma forte vontade de contribuir para engrandecer o meu país, que é o Melhor do Mundo.

A sessão de perguntas e respostas, antes do Plenário, teve a presença dos deputados: Maria Germana Rocha, do PSD; Porfírio Silva, do PS; Joana Mortágua, do BE; Patrícia Fonseca, do CDS - PP; Ana Virgínia Pereira, do PCP e Heloísa Apolónia, do PEV. Tive a oportunidade de perguntar à deputada Joana Mortágua se a sua experiência no Parlamento dos Jovens, enquanto aluna, tinha contribuído para dedicar a sua vida à política. Ela respondeu que sim e afirmou ter uma excelente recordação de ter participado no Parlamento dos Jovens.

Na Conferência de Imprensa com o Presidente da Comissão de Educação e Ciência, o deputado e cientista Alexandre Quintanilha, questionei-o sobre  o desaparecimento galopante de postos de trabalho devido ao avanço da tecnologia. Na resposta esclareceu que muitos países estão já a atribuir Rendimento Básico Universal.
O refeitório dos monges, onde decorreram as refeições, tinha dois tablets gigantes nos quais passava informação e imagens da Assembleia da República. Adorei tudo!
 Ana Margarida Silva | 9.º F



O Broas
Powered by Blogger