Mostrar mensagens com a etiqueta Aprendizagem. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Aprendizagem. Mostrar todas as mensagens

Logo… Teatro

Desenhar um logótipo para o Clube de Teatro da nossa Escola foi um dos desafios concretizados  na disciplina de Aplicações Informáticas B, do 12.º ano. A seleção coube a um júri constituído por elementos diversificados, coordenados pela Bibliotecária da Escola. 

Maria Vaz | 12.º B

O logótipo, realizado pela aluna Maria Vaz, do 12.º B, foi o escolhido, dentre de um conjunto de trabalhos muito criativos, o que dificultou  a tarefa do júri.



Aqui estão alguns dos muitos logótipos realizados pelos alunos:

Diogo Carvalho | 12.º A


Leonor Campos | 12.º D

Rafael Lima | 12.º A


Inês Lopes e Sara Oliveira | 12.º C

Catarina Correia | 12.º D

Inês Coelho| 12.º A


Elisa Cardoso | 12.º F


Daniela Barreiro | 12.º B

Catarina Correia| 12.º B


Iago Sarmento e Tiago Cardoso | 12.º E

Rita Brás e Sara Antunes | 12.º E

Ana Lea Monteiro | 12.º B

Maria João Fernandes | 12.º D


Beatriz Matos | 12.º A

Luís Costa | 12.º A



Inês Aires | 12.º B








O Broas

Fazer brinquedos

Os alunos do 7.º A, utilizando como recursos o material eletrónico e elétrico, que as pessoas colocaram no ponto Eletrão, situado à entrada da Escola, construíram brinquedos diversificados e criativos.
A espécie de robô, aqui apresentada, é um dos exemplares desta atividade inserida no projeto Eco-Escolas.



O Broas

Os Nossos Heróis: Ana Guedes


A natação apareceu na sua vida quando tinha apenas 4 anos de idade e nunca mais se separaram. Esta modalidade desportiva exige-lhe sacrifício, disciplina, muitas horas de treino, muitas piscinas feitas e a fazer, mas também a gratifica com o reconhecimento do mérito a nível nacional e internacional, muitas medalhas ganhas, algumas de ouro. As viagens, o conhecimento e convívio com outros nadadores do Mundo inteiro são, também, muito enriquecedoras.
Esteve presente, a representar Portugal, em países como a Hungria, Chipre, Colômbia, Geórgia. O último grande desafio foi no Rio de Janeiro, Brasil, onde no WCS ISF de Natação alcançou o:
1.º Lugar 50 metros mariposa
3.º Lugar 4x100 livres femininas
Esteve uma semana lá, do outro lado do Atlântico, dois dias de viagens, dois dias de treino e dois dias de provas e o resto do tempo livre foi para passear e conhecer um pouco desta grande metrópole.
A adaptação ao clima foi fácil porque lá é, nesta altura, inverno. Impressionou-a a beleza daquela Natureza pujante, luxuriosa, as cores vibrantes de pássaros e flores.
Impressionou-a a pobreza extrema: pessoas a viver debaixo das pontes, a multidão que pede nos semáforos, crianças de quatro, cinco anos, a fazer malabarismos em troca de algumas moedas para poderem comprar comida.
Os seus projetos futuros passam por tirar o curso de Gestão, na UTAD, para continuar a ter as mesmas condições desportivas na prática da Natação.


Obrigado por representares brilhantemente a nossa Escola!




O Broas

Os Nossos Heróis: Jorge Lousada

Jorge Lousada de 17 anos, aluno da Escola Secundária São Pedro a frequentar o 12.º ano do Curso de Ciências Socioeconómicas, tem um percurso escolar com classificações, tanto internas como externas, ao nível de excelência. Participou, em janeiro, na primeira fase das Olimpíadas da Economia, tendo alcançado a melhor classificação dos alunos do nosso Distrito, o que lhe deu direito a participar na final portuguesa das VI Olimpíadas da Economia que decorreram na Universidade de Coimbra, nos dias 26, 27 e 28 de abril. De entre os 47 finalistas, o Jorge Lousada alcançou o primeiro lugar, pelo que vai representar Portugal nas International Economics Olympiad (IEO) que se vão realizar em julho em São Petersburgo, na Rússia. O intuito com que se realizam estas Olimpíadas é o de unir dois mundos - aproximar a ciência económica ao melhor do espírito olímpico, e, ao mesmo tempo, juntar os jovens do ensino secundário aos do ensino superior. Este jovem talento vai com certeza dignificar o nome de Portugal.
Parabéns, Jorge!

Rosalina Ferreira | Professora de Economia


Em Coimbra, assistimos a uma palestra intitulada «Felicidade na Escola» e a empresa Delta, um dos patrocinadores, colocou um problema que os concorrentes tiveram que resolver.
A equipa que vai à Rússia representar Portugal é constituída por cinco alunos (4 rapazes e 1 rapariga). Vão estar em concurso 24 países de todos os continentes.
A atração que tenho pela Economia veio do facto de a minha família ter uma empresa de decoração, tendo eu sempre trabalhado nela durante as férias e de alguma influência do meu pai, que é economista.
No meu futuro, gostava de fazer um Erasmus num país do norte da Europa e ampliar a empresa familiar.
Jorge Lousada | 12.º D











O Broas

Direitos, Conceitos e Preconceitos


Em Cidadania e Desenvolvimento, no Terceiro Período, o domínio mais trabalhado foi a Sexualidade. Realizaram-se palestras, jogos, diversas atividades.
A turma do 7.º C debateu a (des)igualdade de direitos entre homens e mulheres e os conceitos, preconceitos e estereótipos que existem e são inculcados a todos, mesmo antes do nascimento: a ditadura do rosa e bonecas para as meninas e do azul, carrinhos e bolas para os meninos.
Quando foi lançada a temática, num debate-turma, ficou patente que há preconceitos que já estavam entranhados. Alguns rapazes afirmaram que se recusavam a vestir uma T-shirt cor-de-rosa e consideraram que não era próprio dos rapazes brincarem com bonecas. Neste contexto, organizados em grupos, analisaram informação e debateram aspetos da discriminação entre homens e mulheres.
Criaram palavras de ordem e ilustrações que passaram para t-shirts: azuis para as meninas e rosa para os meninos.
No final, cada grupo apresentou o seu trabalho à turma, envergando as T-shirts.
Entre as conclusões obtidas destacaram-se:
- as cores que usamos não definem a nossa sexualidade;
- gostar de bonecas, carros ou bolas não define a sexualidade;
- os preconceitos são a base da discriminação;
- os preconceitos que a sociedade impõe devem ser combatidos;
- o combate aos preconceitos desenvolve a tolerância face à diferença;
- a tolerância face à diferença cria sociedades mais justas.













O Broas

Cidadania e Ensino Profissional

Técnico de Apoio Familiar e de Apoio à Comunidade

O Curso Profissional Técnico de Apoio Familiar e de Apoio à Comunidade (TAFC), a funcionar pela primeira vez, neste ano letivo, é constituído por um grupo muito simpático de dez raparigas e um rapaz. Estes alunos participaram em múltiplas atividades que contribuíram para desenvolver competências a nível do saber-fazer, do saber-estar e do saber-ser.
 Destacamos algumas das que despertaram maior entusiasmo:
- colaboração na organização da Marcha para o Sucesso;
- reposição da Sinalética no âmbito da Segurança e Situações de Emergência;
- dinamização da Mostra Escolar;
- exposição “Ambiente, Saúde e Sustentabilidade”;…

Fotografia: Olga Carvalho

Nas aulas no exterior, orientadas para o conhecimento das instituições da comunidade, das suas funções e funcionamento, “descobriram”:
- o Laboratório do Pioledo;
- o Hospital da Luz;
- o Centro Paroquial de Mateus;
- a instituição “Nós Cuidamos”;
- o Centro de Ciência;
- o NucliSol;
- a PSP, a GNR e a Polícia Judiciária;
- o Pré-escolar do Colégio S. José;
- a Câmara Municipal de Vila Real;…

Outras atividades que os alunos muito apreciaram foram a ida ao teatro ver o UTADArtes, a visita ao Centro de Saúde, a Brigada de Manutenção ”Faço Lixo o Mundo Lixo” e o Suporte Básico de Vida.

A preparação das atividades passou pela formulação de questões para colocar aos profissionais das instituições visitadas para conhecer diferentes contextos laborais e diferentes profissões.

O que mais gostaram foi das instituições que interagiam com utentes, aquelas que mais despertaram emoções.



 Olga Carvalho | Diretora de Curso Profissional




O Broas

Cidadania Hoje

Francisco Penelas e Vasco Fonseca | 12.º F


No dia 26 de maio (dia das eleições europeias), 68,6% dos portugueses não foram às urnas exercerem o direito de voto. Miguel Sousa Tavares (MST), no seu comentário na estação televisiva TVI, disse várias frases polémicas como as respostas deles [jovens] iam no sentido de «não gosto de política, sou mais de computadores». Chamam-lhes a «Geração Z», mas Z de quê? De Zero?!.


Partindo desta polémica, o Professor de EMRC deu conhecimento dela aos seus alunos e solicitou-lhes que expressassem o seu parecer sobre o tema. Alguns dos textos elaborados, no âmbito de refletir a  Cidadania participativa, inerente à democracia, estão aqui presentes.

MST tem razão, porque realmente devia existir menos abstenção e a campanha devia ser feita para os jovens. Porém MST coloca a culpa toda nos jovens e isso está errado. Ele também se esquece que nem todos os 68,6% que se abstiveram são jovens, e quase todos os adultos que não votaram estão sempre a criticar o Governo. E também é normal que os jovens que viveram os ataques às Torres Gémeas e a Troika não gostem de política e se queiram abster. A “geração dos computadores” tem contribuído e muito para a evolução da economia e podem não votar mas contribuem para melhorar o país de outras maneiras.
A meu ver, MST tem a total razão em tudo aquilo que diz menos quando coloca a culpa toda nos jovens. Compreendo, contudo, que esteja mais zangado com estes, porque na época da ditadura ele já era vivo e adorava ter este direito que 68,6% dos portugueses desperdiçaram.

António Mestre | 7.º C

Na minha opinião, MST referiu aspetos com que concordo e outros com os quais discordo. Por um lado, acho que tem razão quando diz que a “Geração Z” está mais preocupada com os computadores, pois, hoje em dia, os jovens passam muito tempo online, sem se preocuparem com o que acontece no mundo.
Por outro lado, não concordo com o seu comentário sobre os jovens não lerem livros ou jornais, não saberem nada sobre História e não gostarem de música clássica, porque ainda há muitos jovens que sabem e gostam daquilo que referi. Por exemplo, a minha irmã, que está quase a fazer 18 anos, lê livros e jornais regularmente, é muito interessada em História e adora música clássica, principalmente quando estuda.
Do meu ponto de vista, os jovens não têm tanto interesse em votar, pois os partidos não fazem campanha com aspetos que interessem a estes. Também acho que gerações mais velhas têm muito mais interesse em votar, porque viveram em tempos de ditadura, ou seja, não podiam votar. Mas lutaram por isso.

Sara Lopes | 7.º C


Primeiramente, MST diz-nos que a chamada «Geração Z» é uma geração com nenhum interesse pelos livros, jornais, política internacional, história e música clássica. Eu estou de acordo, pois o conhecimento e a cultura são a base da comunicação numa sociedade bem estruturada. O conhecimento é a nossa arma mais forte. O jornalista e comentador afirma que os jovens são muito apáticos a tudo o que os rodeia. A meu ver, MST está errado porque há muitos jovens interessados na nossa cultura e inúmeros jovens estimulados pela internet, onde também se podem abordar assuntos sérios. Depois, este diz-nos que a campanha eleitoral devia ser dirigida aos jovens. Nesse caso, concordo com o jornalista porque se um assunto atraísse a mentalidade jovem, como a tecnologia ou a salvação do planeta, mereceria mais empenho da «Geração Z».
Manuel Fernandes | 7.º C

Eu concordo com MST, pois os estudantes muitas vezes estão mais ligados às tecnologias do que propriamente às coisas que acontecem fora das mesmas ou às histórias do passado.
Hoje em dia, os jovens encontram-se fora dos assuntos, principalmente na área da política e não se interessam pelos assuntos abordados. Mas, por outro lado, penso que ainda existe um pingo de gente que realmente se interessa e quer saber dos problemas do mundo e também tem a necessidade e a obrigação como bons cidadãos de irem eleger as melhores pessoas para representar o país, a cidade…
Inês Rainho | 7.º.B

Geração Z: eu não concordo com o que MST disse sobre o Z em «Geração Z» (Z de Zero de interesse). Eu não acho que todas as pessoas, cuja idade é compreendida entre 18 e 24 anos, devam interessar-se pelas mesmas coisas. Se algumas pessoas gostam de ficar no computador, isso não quer dizer que sejam desinteressados.
História e Música clássica: MST argumenta que a «Geração Z» não tem interesse em História ou música clássica. Na minha opinião, os jovens não deveriam gostar todos de História e música clássica. Porque é que idolatram tanto História e música clássica? Qual é o mal de uma pessoa gostar de outros tipos de áreas, como ciências ou línguas, ou gostar de outros tipos de músicas como rap ou ópera ou música pop?
MST afirma que os jovens não leem jornais. Alguns jovens podem ver telenotícias e porque devem todos ler jornais? Os jovens não se podem informar de outra forma? Talvez o comentador não conheça nenhum jovem que leia jornais e por isso pensa que nenhum lê jornais.

Beatriz Teixeira | 7.º.B

MST está correto, no sentido em que os jovens de hoje em dia devem estar mentalizados que votar é importante e não devem fingir que isto não lhes diz respeito. O voto deveria ser obrigatório para que os jovens pensassem melhor sobre a eleição.
Mas, por outro lado, MST exagerou no sentido em que os jovens não são ignorantes pelo facto de não se interessarem por algumas das coisas que ele acha importantes, ou coisas que apreciava quando era mais novo.
Eu acho que os jovens de hoje podem ter futuro, mas, com pessoas a criticarem-nos desta forma torna-se mais difícil os jovens interessarem-se pela cultura e pela política. Se alguém os incentivasse e acreditasse neles, poderiam ir mais longe.
Marta Azevedo | 7.º B




O Broas
Powered by Blogger