Mostrar mensagens com a etiqueta As pessoas contam. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta As pessoas contam. Mostrar todas as mensagens

Logo… Teatro

Desenhar um logótipo para o Clube de Teatro da nossa Escola foi um dos desafios concretizados  na disciplina de Aplicações Informáticas B, do 12.º ano. A seleção coube a um júri constituído por elementos diversificados, coordenados pela Bibliotecária da Escola. 

Maria Vaz | 12.º B

O logótipo, realizado pela aluna Maria Vaz, do 12.º B, foi o escolhido, dentre de um conjunto de trabalhos muito criativos, o que dificultou  a tarefa do júri.



Aqui estão alguns dos muitos logótipos realizados pelos alunos:

Diogo Carvalho | 12.º A


Leonor Campos | 12.º D

Rafael Lima | 12.º A


Inês Lopes e Sara Oliveira | 12.º C

Catarina Correia | 12.º D

Inês Coelho| 12.º A


Elisa Cardoso | 12.º F


Daniela Barreiro | 12.º B

Catarina Correia| 12.º B


Iago Sarmento e Tiago Cardoso | 12.º E

Rita Brás e Sara Antunes | 12.º E

Ana Lea Monteiro | 12.º B

Maria João Fernandes | 12.º D


Beatriz Matos | 12.º A

Luís Costa | 12.º A



Inês Aires | 12.º B








O Broas

Prever, Prevenir e Proteger

Prever, Prevenir e Proteger, mitigando os riscos e promovendo a segurança, passa pela sensibilização de todos para a necessidade de conhecer e adotar medidas de autoproteção em caso de acidente e para a urgência de rotinar procedimentos de segurança, pelo que toda a comunidade educativa é corresponsabilizada no cumprimento das normas de segurança.
Após reajustar o Plano de Emergência às condições atuais da Escola (revisão do plano de evacuação, verificação da sinalética), foi realizado, dia 30 de abril, um Simulacro Evacuação Geral em Situação de Emergência” para exemplificar e rotinar atitudes a tomar durante uma evacuação de emergência e testar as novas portas de emergência (no 1.º piso e no 2.º piso).
Após a evacuação geral, houve uma reunião de avaliação com o objetivo de estabelecer um plano de ação de melhoria, tendo em conta as lacunas detetadas e concluiu-se que devemos continuar a investir na cultura de segurança para benefício de todos e de cada um dos elementos da comunidade escolar.


Olga Carvalho | Coordenadora do Plano de Segurança da Escola












O Broas

Reinventar a “Entrada” da Escola


O granito da fachada principal da nossa Escola foi colorido e embelezado pelos alunos que frequentaram a disciplina de Aplicações Informáticas B no 12.º ano. Com o recurso ao programa de edição de imagem Photoshop, criaram “entradas”  vanguardistas, que vale a pena admirar: Clica aqui


O Broas

Direitos Humanos

Os Direitos Humanos são naturais (nascem connosco) e inalienáveis (ninguém os pode tirar) a todos os seres humanos, independentemente de etnia, género, nacionalidade, idioma, religião ou qualquer outra condição.

Neste contexto, os alunos da disciplina de Aplicações Informáticas, do 12.º ano, em articulação com o jornal O Broas, trabalharam esta temática fundamental.

Apresentamos alguns dos trabalhos,  dos muitos que foram realizados:


Bárbara Reis e Marta Lagoa |  12.º A


André Legoinha e Inês Coelho |  12.º A



Cristiana Silva e Elisa Cardoso | 12.º F

Diogo Fontainhas e Leonor Campos | 12.º D

Jorge Lousada e Maria João Fernandes | 12.º D

Catarina Moreira e Inês Guedes | 12.º F


João Costa e Mariana Santos | 12.º A


António Lopes e Mário Travassos | 12.º B


Diogo Carvalho e Tiago Lameirão |  12.º A






O Broas

A Literatura que me inspira

Os alunos de Português, dos vários níveis de ensino, foram desafiados a fazer trabalhos criativos inspirados em obras literárias estudadas na escola ou lidas em casa. Poderiam fazer desde pinturas, fotografias, passando por colagens ou outras formas criativas.

Vários foram os trabalhos entregues e expostos na semana dos “Dias das Línguas”, o que vem, mais uma vez, demonstrar o potencial criativo dos nossos alunos. São muitos os “artistas”, só precisam de alguém que os desafie e os ponha à prova e assim nascerão “obras valerosas”.


Astrid Silva | 10.º J
Astrid Silva | 10.º J

Letícia Pinto| 10.º C

Ana Daniela Barreiro | 12.º B
Catarina Seco | 10.º B

Inês Rainho | 7.º B
Elisa Cardoso | 12.º F




Maria Dias | 8.º D

Inês Coelho | 12.º A


















O Broas

Crime Ambiental no Alvão

Projeto "Justiça para Tod@s"*
Fotografia: Paula Lousa

José António Fagundes Carrajola nasceu na localidade de Lamas de Ôlo, a 5 de novembro de 1953, numa família em que ambos os progenitores foram emigrantes na Alemanha, durante 36 anos. José António é o mais novo de três irmãos (uma rapariga e dois rapazes) e foi criado entre duas culturas: a alemã e a portuguesa. Passava sempre as férias em Portugal, na casa dos avôs paternos e, a partir de 1978, na casa que os pais mandaram construir na aldeia. Amava a Serra do Alvão que conhecia muito bem devido às suas longas caminhadas. Passou a praticar plogging (caminhadas com recolha de lixo) para limpar o Alvão de uma das suas maiores pragas: o despejo de entulho, eletrodomésticos e mesmo móveis. Sensibilizado com os atentados ao ambiente que a Serra sofria, continuadamente, comprou mesmo uma carrinha de caixa aberta para carregar maior quantidade de lixo e as peças maiores. Nas suas caminhadas, era acompanhado pelos seus três cães (Nero, Alcibíades e Agripina – gostava muito de História, sobretudo do Império Romano) e, por vezes, um dos seus quatro sobrinhos. Nunca casou, mas vivia, há 32 anos, em união de facto com Josefina Amélia Freamunde Cabriola. Não tinham filhos.
A reforma chegou aos 58 anos, depois de ter trabalhado 38 anos na filial de uma multinacional alemã, na cidade do Porto. Todos os seus fins-de-semana eram passados em Lamas de Ôlo. A reforma e o facto de ter herdado a casa dos pais levaram-no a fixar residência nesta aldeia do Alvão. Dinamizava caminhadas de exploração e conhecimento da fauna e flora da Serra. Influenciou outras pessoas que começaram a juntar-se a ele no plogging. Toda a gente o conhecia como grande amigo do ambiente e do Alvão.Na madrugada de 15 de dezembro de 2017, às 06:00,  José Carrajola, acompanhado pelo sobrinho, Filipe Durão Carrajola Simanco, que tinha à altura 22 anos, saíram para ver se identificavam quem andava a deixar móveis velhos perto do rio Ôlo, numa zona com pouca visibilidade da estrada. Chegados ao local esconderam a carrinha e aguardaram atrás de um fraguedo granítico.
Às 06:45, ainda estava um pouco escuro, mas ouviram e conseguiram ver uma velha carrinha que lançava um fumo negro, pestilento.
Isabel Dias | Oficial de Justiça

A carrinha estacionou e dois homens saíram e começaram a tirar mesas e cadeiras velhas da carrinha e a lançá-las por uma pequena ravina abaixo. Esta tarefa durou cerca de trinta minutos. Quando estavam a acabar, José António e o sobrinho surpreenderam os homens que manifestaram grande espanto e tentaram disfarçar. José António disse-lhes, sem agressividade, que abandonar lixo na Serra era crime e que ia denunciá-los se eles não recolhessem tudo que tinham lançado na ravina. Os homens tentaram negar o óbvio e o mais velho ameaçou-os, afirmando: “É melhor estarem caladinhos se não querem arranjar graves problemas e terem uma vida curta.” José António retorquiu que não tinha medo de ameaças e já tinha telefonado para a brigada da SEPNA da GNR, responsável pela defesa do ambiente. Quando ouviram isto os dois homens entreolharam-se e disseram: “Vamos embora.” Foram para a carrinha e o mais velho abriu o porta-luvas e, num instante, apareceu com um revólver na mão e disparou, primeiro sobre José António e depois sobre o sobrinho. O mais novo arrancou com a carrinha. O sobrinho foi ferido na coxa esquerda, arrastou-se para ver o tio e verificou que tinha levado um tiro no coração e grandes golfadas de sangue saiam do seu peito. Telefonou para a GNR que apareceu, com o INEM, passado meia hora. O tio faleceu enquanto esperava pela ambulância. O sobrinho esteve internado 15 dias e ficou com sequelas do tiro que levou.
Foi este caso que a turma do 10.º J trabalhou para levar a julgamento, sexta-feira, dia 14 de junho. Presidiu ao julgamento o Meritíssimo Juiz de Direito Rui Paulo Ferraz, coadjuvado pelo Excelentíssimo Procurador Alfredo Chaves e pela oficial de justiça Isabel Dias.
O réu, Joaquim Sabroso Alma Grande, depois de ouvida a única testemunha presente no local dos crimes e as testemunhas abonatórias da vítima e do arguido, foi condenado pelos crimes de homicídio simples, ofensas, poluição e uso e porte de arma ilegal, a uma pena única, em cúmulo jurídico, de treze anos e  seis meses.
O desenvolvimento do projeto teve o apoio da professora de História A, Paula Lousa, da Diretora de Turma, Elisabete Teixeira, do professor Pedro Miranda, do advogado Dr. Pedro Carvalho. A todos, muito obrigada!


Rosalina Sampaio | Coordenadora de Cidadania e Desenvolvimento



*Simulação de um caso, integrado no projeto da edição de 2019 “Justiça para Tod@s”. O projeto pretende despertar a consciência para a importância da Lei e da justiça.

O Broas

Rota da Cidadania - A Rua é de Todos



Os passeios limítrofes à Escola estão sempre sujos de dejetos caninos.
Muitas pessoas que passeiam os cães não têm o hábito de limpar o que os seus animais fazem. Põe em causa a saúde pública e o ambiente, para além de ser desagradável para todos.
Partindo desta situação e com vontade de invertê-la, os alunos do 7.º C, nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento e em colaboração com o Eco-Escolas, desenvolveram um projeto inserido na iniciativa Rota da Cidadania da Câmara Municipal de Vila Real. O projeto desenvolveu-se nas seguintes fases:
Primeira fase - Construção, em trabalho de grupo, de frases/slogans para sensibilizar as pessoas a mudar comportamentos;
Segunda fase - Seleção, em todos os grupos, da melhor frase/slogan;
Terceira fase - votação, por todos os alunos da turma, das quatro frases/slogans de maior impacto e mais concisas.

Frases/Slogans vencedores
1.ª - Não deixe o seu cão sujar e serem os outros a limpar! (25 votos)
2.ª - Limpe os dejetos do seu animal para o ambiente não ficar mal! (18 votos)
3.ª - Quanto menos suja for a sua vida, melhor será vivida! (17 votos)
4.ª - Para a sua rua não cheirar mal, limpe o que deixa o seu animal! (8 votos);
Quarta fase - elaboração de cartazes com as frases vencedoras e ilustração.
O projeto contribuiu para desenvolver uma cidadania e civismo responsáveis. A comunicação à comunidade era a escrita das frases nos passeios, o que seria inovador, teria grande impacto visual e pedagógico e contribuiria, ainda, para embelezar os passeios próximos da Escola. Porém, não foi possível, e assim os cartazes vão ser plastificados e expostos no gradeamento da Escola.

Coordenadora de Cidadania e Desenvolvimento | Coordenadora do Eco-Escolas

Nota - O projeto Rota da Cidadania estabelece a elaboração de um pergaminho que cada escola tem de apresentar a outra. A nossa Escola recebeu o pergaminho da Escola do Bairro de S. Vicente de Paulo e apresentou e entregou o seu no colégio de S. José.




O Broas

Direitos, Conceitos e Preconceitos


Em Cidadania e Desenvolvimento, no Terceiro Período, o domínio mais trabalhado foi a Sexualidade. Realizaram-se palestras, jogos, diversas atividades.
A turma do 7.º C debateu a (des)igualdade de direitos entre homens e mulheres e os conceitos, preconceitos e estereótipos que existem e são inculcados a todos, mesmo antes do nascimento: a ditadura do rosa e bonecas para as meninas e do azul, carrinhos e bolas para os meninos.
Quando foi lançada a temática, num debate-turma, ficou patente que há preconceitos que já estavam entranhados. Alguns rapazes afirmaram que se recusavam a vestir uma T-shirt cor-de-rosa e consideraram que não era próprio dos rapazes brincarem com bonecas. Neste contexto, organizados em grupos, analisaram informação e debateram aspetos da discriminação entre homens e mulheres.
Criaram palavras de ordem e ilustrações que passaram para t-shirts: azuis para as meninas e rosa para os meninos.
No final, cada grupo apresentou o seu trabalho à turma, envergando as T-shirts.
Entre as conclusões obtidas destacaram-se:
- as cores que usamos não definem a nossa sexualidade;
- gostar de bonecas, carros ou bolas não define a sexualidade;
- os preconceitos são a base da discriminação;
- os preconceitos que a sociedade impõe devem ser combatidos;
- o combate aos preconceitos desenvolve a tolerância face à diferença;
- a tolerância face à diferença cria sociedades mais justas.













O Broas

Cidadania e Ensino Profissional

Técnico de Apoio Familiar e de Apoio à Comunidade

O Curso Profissional Técnico de Apoio Familiar e de Apoio à Comunidade (TAFC), a funcionar pela primeira vez, neste ano letivo, é constituído por um grupo muito simpático de dez raparigas e um rapaz. Estes alunos participaram em múltiplas atividades que contribuíram para desenvolver competências a nível do saber-fazer, do saber-estar e do saber-ser.
 Destacamos algumas das que despertaram maior entusiasmo:
- colaboração na organização da Marcha para o Sucesso;
- reposição da Sinalética no âmbito da Segurança e Situações de Emergência;
- dinamização da Mostra Escolar;
- exposição “Ambiente, Saúde e Sustentabilidade”;…

Fotografia: Olga Carvalho

Nas aulas no exterior, orientadas para o conhecimento das instituições da comunidade, das suas funções e funcionamento, “descobriram”:
- o Laboratório do Pioledo;
- o Hospital da Luz;
- o Centro Paroquial de Mateus;
- a instituição “Nós Cuidamos”;
- o Centro de Ciência;
- o NucliSol;
- a PSP, a GNR e a Polícia Judiciária;
- o Pré-escolar do Colégio S. José;
- a Câmara Municipal de Vila Real;…

Outras atividades que os alunos muito apreciaram foram a ida ao teatro ver o UTADArtes, a visita ao Centro de Saúde, a Brigada de Manutenção ”Faço Lixo o Mundo Lixo” e o Suporte Básico de Vida.

A preparação das atividades passou pela formulação de questões para colocar aos profissionais das instituições visitadas para conhecer diferentes contextos laborais e diferentes profissões.

O que mais gostaram foi das instituições que interagiam com utentes, aquelas que mais despertaram emoções.



 Olga Carvalho | Diretora de Curso Profissional




O Broas
Powered by Blogger