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Vamos ao Teatro



Do sonho e vontade das professoras Cláudia Costa e Teresa Bamond, nasceu, no presente ano letivo, o Clube de Teatro da Escola.
Encenou e apresentou a dramatização do livro, A Menina a ler sonha com o Mar, cujo lançamento ocorreu no Dia das Broas. Esta obra traduz uma homenagem à icónica e carismática estátua criada por Maurício Penha, que honrosamente personaliza a Escola Secundária de São Pedro há mais de cinco décadas.
Em colaboração com a disciplina de Espanhol e respondendo à solicitação da professora Sílvia Meireles, no Dia de Cervantes, 23 de abril, foi realizada uma representação de D. Quixote de la Mancha.
No final deste ano letivo, foi apresentado um teatro de marionetes, Reflexão de Einstein sobre a bomba atómica, no dia 6 de junho, pelas 22:00 horas, na Praça do Município, e repetiram, o mesmo teatro de marionetes, na IV Cerimónia da Entrega do Livro de Curso.
O Clube de Teatro é um projeto que possibilita aos alunos desenvolver as suas capacidades artísticas, expressivas e emocionais em articulação com todo o conhecimento científico transmitido nas diferentes áreas disciplinares.
Agradecemos a disponibilidade da CAP da Escola Secundária de São Pedro, da Biblioteca Escolar, das colegas que facultaram alguns materiais e sobretudo o empenho e dedicação dos nossos alunos.



Bem haja a todos e os nossos sinceros agradecimentos por terem embarcado nesta aventura inicial connosco!


As professoras dinamizadoras - Cláudia Costa e Teresa Bamond



O Broas

Igualdade de Género


A Igualdade de Género é assunto de extrema importância, debatido a nível global, afeta todos os países do Mundo, tema de debates, colóquios, agendas nacionais e internacionais. A definição de igualdade no dicionário espelha o objetivo de todas as reflexões elaboradas acerca do tema: “o princípio de organização social segundo o qual todos os indivíduos devem ter os mesmos direitos, deveres, privilégios e oportunidades.”. Contudo, desde os primórdios da Humanidade, que as desigualdades com base no género ocorrem, afetando sobretudo as mulheres: consideradas inferiores, menos capazes, fracas.

Focando-nos na discriminação da mulher, tanto a nível social como em termos de direitos políticos, encontramos relatos aterradores e muito claros ao longo do percurso da História. Nas civilizações clássicas, dadas como exemplos supremos de cultura, descobrimos a democracia ateniense, que não considerava as mulheres cidadãs. Elas tinham uma posição de inferioridade social em relação aos homens, dedicavam-se às tarefas domésticas, ao cuidado dos maridos e à criação dos filhos. As mulheres eram obrigadas a ser subservientes aos seus cônjuges e a prestar-lhes total fidelidade. Eram proibidas de conviver com indivíduos do sexo oposto, excetuando os seus parentes, após o casamento.

Na Idade Média, a situação das mulheres não era melhor. Poucas sabiam ler ou escrever, no entanto, todas sabiam cozinhar, costurar e cuidar da casa. As mulheres do povo trabalhavam na agricultura, tecelagem e contribuíam para subsistência da família.

Na Idade Moderna, com o capitalismo, a mulher começa a ter pequenas conquistas: desempenhava um papel crucial na economia familiar, auxiliando o marido nos negócios e empregando-se no serviço doméstico e nas oficinas têxteis. As mulheres pertencentes à aristocracia obtiveram igualmente direitos: administravam a casa e conquistaram o “direito” de discutir com os seus maridos assuntos como a filosofia e a literatura. Contudo, há retrocessos: registou-se um aumento do número de prostitutas, devido ao alastrar da pobreza.

Na Idade Contemporânea, foram conquistados os maiores direitos para a mulher. Em 1893, a Nova Zelândia foi o primeiro país do Mundo a dar o direito de voto às mulheres, graças ao movimento liderado por Kate Sheppard.

Em 1945, a igualdade de direitos entre homens e mulheres é reconhecida na Carta das Nações Unidas. A pílula contracetiva, que surgiu no início da década de 60, do século XX, originou a revolução dos hábitos sexuais e permitiu à mulher gerir a sua vida sexual e controlar o número de filhos. Devido à 1.ª Guerra Mundial, a mulher começou a trabalhar em empregos até então ocupados pelos homens.

Não obstante as conquistas já efetuadas, a desigualdade de género prevalece, sendo mais visível nos países em vias de desenvolvimento, onde a igualdade é uma utopia. Em pleno século XXI muitos países continuam a recusar os direitos à sua população feminina.

No domínio religioso, a mulher desempenha um papel de subalternidade face ao homem. Esta ideia está expressa na Bíblia, no Corão, em todos os textos religiosos que fundamentam as religiões. Os casos mais flagrantes de desrespeito são os do Hinduísmo e do Islamismo, sobretudo o fundamentalista. O primeiro é a religião mais praticada na Índia, as mulheres indianas estão no topo das estatísticas mundiais em termos de prostituição, assassinato, abuso de raparigas menores, mulheres vendidas como escravas e vítimas do vírus da SIDA.

Na religião islâmica, mais grave na vertente fundamentalista, considera-se a mulher um mero “objeto”. São chocantes os comportamentos: o homem pode bater na mulher, a poligamia é aceite, as mulheres estão proibidas de liderar e só se podem casar com autorização do pai. São consideradas “imperfeitas”, tanto em termos de mente como de testemunho, e não podem recusar ter relações sexuais com os seus maridos. No Ocidente é considerado violação, para os muçulmanos, é simplesmente um direito.

Para alcançarmos a igualdade de género, algo que deveria estar assegurado, há muito a ser feito. Homens ou mulheres somos, todos, seres humanos.
Em Portugal, há mais mulheres licenciadas que homens. Não obstante, os homens ganham mais 17,8% do que as mulheres pelo mesmo trabalho e no mesmo período de tempo.

No campo da violência exercida sobre o sexo feminino, os dados são aflitivos. Segundo a OMS, estima-se que 35% das mulheres em todo o mundo já tenham sofrido qualquer tipo de violência sexual por parte do companheiro ou por parte dum desconhecido. Em Nova Deli, 92% das mulheres afirmam ter sido vítimas de violência sexual em espaços públicos.

Toda esta desigualdade de géneros a que assistimos assenta em crenças, ideias, valores religiosos, sociais e políticos, atividades laborais discriminatórias e desigualdade salarial entre homens e mulheres, designadamente no mundo empresarial. Este problema cultural persiste. Sobretudo nos dois últimos séculos, várias organizações têm feito o possível e o impossível para o combater: desenvolvem ações de antidiscriminação e de política afirmativa quanto à igualdade de género. Destacamos a Organização das Nações Unidas e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que defende que «todas as crianças tenham iguais oportunidades para desenvolverem os seus talentos».

Dia 1 de janeiro de 2018, entrou em vigor, na Islândia, a primeira lei que proíbe que se paguem montantes inferiores às mulheres que ocupem o mesmo cargo e desempenhem as mesmas funções que um homem; as empresas que empreguem 25 ou mais trabalhadores ficam sujeitas a multas se não praticarem a igualdade de salários. Este é um dos fatores que leva a Islândia a ser, pelo oitavo ano consecutivo, o melhor país do mundo para as mulheres.

A transformação e desconstrução das representações sociais acerca da mulher e do homem são um processo urgente, ainda que lento. É crucial desconstruir os estereótipos sociais, que desenham o homem como sendo forte, viril, desprovido de quaisquer sentimentos ou emoções, racional, e a mulher como um ser fraco, sentimental, tomada pelas emoções.

Como findar estes abusos e discriminações baseadas no género? O processo passa pela educação, sendo que o sistema educativo se estrutura, também, como um espaço sensível e privilegiado no âmbito das questões do género, desde o ensino pré-primário até à universidade e à formação profissional. Assim, é necessário educar as crianças a respeitarem todo e qualquer ser humano, independentemente de fatores arbitrários, tal como o género.

Em conclusão, nunca devemos deixar de lutar por um mundo mais igualitário. Como raparigas, futuras mulheres e, acima de tudo, seres humanos, merecemos habitar num lugar justo, com igualdade em todas as áreas da vivência humana. Lutamos pela concretização de uma utopia pintada nos desejos de todas as mulheres que foram presas, torturadas, até mortas, por defenderem os seus direitos.         

Rita Simões - Sofia Lopes | 11.º F


O Broas

Tenho Direito a Não Ser Discriminado

 Astrid Silva | 9.º F
Os alunos do 10.º G participaram numa Oficina de Escrita dinamizada pela Professora Alexandra Alves, na Biblioteca Escolar. O tema era a Igualdade de Direitos e uns alunos descreveram situações em que se sentiram discriminados pelo facto de serem rapazes ou raparigas. São esses testemunhos que aqui tornamos visíveis.

Pelo facto de ser rapariga, os meus pais não queriam que eu fosse à Escola, queriam que só o meu irmão fosse estudar. Felizmente, tomaram a decisão correta e, por vezes, penso que talvez tenha sido esta situação que levou à minha “paixão” pela Escola e por aprender.

No ano passado, houve dois candidatos para a eleição do Delegado de Turma: um rapaz e uma rapariga. Era evidente que o rapaz era mais competente para exercer o cargo, mas as raparigas, em maior número, uniram-se e elegeram a rapariga. E esta não desempenhou bem o seu cargo.

Quando acabei o 3.º ciclo, eu queria ir para Lamego tirar um curso de culinária, mas a minha Mãe não deixou por eu ser rapariga. Quando o meu irmão quis ir para o ensino profissional, a minha Mãe deixou. Senti-me injustiçada só porque sou mulher!

Fomos a uma festa e, para entrar, formou-se uma fila que demorava a avançar. Quando já estávamos cansados, o Porteiro decidiu deixar entrar primeiro as raparigas. Protestámos, mas não valeu de nada, tivemos que esperar mais ainda.

Não gostámos quando vamos na rua e os homens acham-se no direito de nos dizerem coisas, muitas delas desagradáveis, sobre o nosso corpo ou referindo-se à sexualidade.
É humilhante.

Há raparigas que, por desafio com outras, ou para se divertirem, fazem questão de nos provocar e, se nós não estamos interessados, fazem comentários maldosos sobre a nossa orientação sexual quando passámos e à frente de outras raparigas. É horrível.

O meu avô é empresário agrícola e quando eu e o meu irmão íamos ajudar, por exemplo, na apanha da azeitona, ele pagava mais ao meu irmão do que a mim.
Não gostei, sou rapariga, mas trabalhei tanto como ele.


Alunos do 10.º G



O Broas

Essência "tica" alma portuguesa




Luís Angel Valverde Araya, estudante costarriquenho, escolheu a cidade de Vila Real para, durante um ano, viver e conhecer a cultura portuguesa. Na Escola S. Pedro, o Luís conviveu, aprendeu a língua, a cultura, os costumes e fez amigos entre os colegas e professores. Desta experiência dá conta no livro Essência “Tica” Alma Portuguesa que foi escrevendo ao longo do ano e que apresentou terça-feira, dia 5 de junho. A este acontecimento aliou-se a homenagem que a família de acolhimento e a Escola São Pedro lhe quiseram prestar.
Foram interlocutores, a Senhora Vereadora da Cultura, Drª Eugénia Almeida, a Presidente da Intercultura - AFS (Associação de Juventude e Voluntariado), a Presidente da CAP, Drª Rita Mendes, a professora de História A, Drª Rosalina Sampaio e, claro, o autor do livro. Narraram-se alguns dos divertidos “equívocos” da aculturação do Luís, o seu encantamento quando viu nevar, pela primeira vez na sua vida, e salientou-se o excelente percurso escolar efetuado, o domínio adquirido na Língua Portuguesa falada e escrita e o civismo e polidez, imagem que perdurará em todos, que contactaram de perto com o Luís, aluno brilhante e companheiro afável.
Na sua intervenção o Luís focou as “dores de crescimento” que afetam os adolescentes, a ele inclusive, e como no seu desejo de solidão encontrou a escrita como porto seguro, primeiro sem entender a finalidade do que fazia e, depois, em Portugal, descobrindo a importância do que escrevia e o poder de catarse que a escrita possui. Nas suas palavras, portuguesas, confirmou a maturidade que já tem e que está para além do que é expectável num jovem de 17 anos. Cremos que esta experiência de atravessar o Atlântico, sem a família biológica, deixar a sua vida no novo mundo para viver, durante dez meses, uma nova vida no velho mundo também contribuiu para a profundidade das ideias reveladas.
A festa de despedida foi muito emotiva. Nos colegas, nos professores, em todos os que tiveram o privilégio de mais de perto com ele conviver o Luís deixa saudades e uma excelente impressão.
A Escola S. Pedro deseja-lhe muitas felicidades nas suas novas aventuras e, houve quem prometesse, que no dia em que ele tomasse posse como Presidente da Costa Rica, estaria lá!
Promessa é promessa!


A CAP, a Biblioteca Escolar e a Coordenação d’O Broas

O Broas

Vivi em Vila Real

Luís Angel Valverde Araya
Vivo como qualquer outro cidadão, integro uma família e frequento a Escola, rotinas que fazem parte do meu dia-a-dia. Só que há uma grande diferença - desde setembro, tenho vivido em Portugal, eu que sou da Costa Rica. Decidi viver, neste país, uma experiência de intercâmbio, cujos objetivos principais eram aprender o Português e, numa perspetiva mais profunda, conhecer a sua cultura. A cidade de Vila Real foi onde vivi e fui aluno da Escola Secundária de São Pedro. Por uma razão simples, mas de certo modo complexa, a minha vida mudou radicalmente, pelo facto de ter de lidar com uma cultura e uma língua desconhecidas. Assim como acontece ao longo da vida, este tempo tem tido momentos ótimos e outros um pouco difíceis. É percetível o desafio que significa estar cá, começando por viver em casa de pessoas que não conhecia e, fora desse espaço, conviver com colegas totalmente diferentes. É gratificante ter chegado a esta cultura que, embora não igual, tem características semelhantes à sociedade costarriquenha, sendo uma mais valia para ultrapassar as barreiras ou o chamado “choque-cultural”. Além disso, a proximidade com a língua espanhola serviu para perceber e dominar o Português com maior facilidade. O facto de viver em Trás-os-Montes significou um grande desafio, principalmente pelo frio do inverno. Os meses frios foram motivo para querer voltar ao meu país, nunca tinha experimentado temperaturas tão baixas, nem dias tão escuros, como os que surgiram entre outubro e março. Será esse, verdadeiramente, o único desgosto que levo de Portugal, porque no âmbito da comida, dos costumes, e da paisagem tenho pouco a desejar.
Os portugueses são acolhedores e gostam de ajudar, aliás, alguns oferecem apoio antes de lhes ser pedido. Na vida quotidiana, estão sempre a correr e a avançar sem fazer uma pausa. Como acontece em qualquer sítio, a imersão social teve algumas dificuldades, no entanto, o carisma das pessoas que estiveram à minha volta permitiu uma integração agradável e satisfatória. É verdade que prefiro a culinária a que estava habituado, mas não posso negar que me delicio com os sabores da cozinha portuguesa. A primeira impressão surgiu perante a imensa variedade e oferta que existe de peixe, jamais tinha comido tanto na vida. A ideia pouco agradável que tinha sobre o bacalhau foi derrubada, ao provar os saborosos “Bacalhau à Brás” e “Bacalhau com Broa”. No Carnaval, conheci tanta comida gostosa, especialmente, a que se prepara com os enchidos transmontanos e o inesquecível azeite.
A arquitetura tradicional portuguesa ficará nas minhas memórias, para o resto da vida. Habituado a cidades e bairros de desenho recente, poucas vezes tinha visto fachadas que me agradassem, até chegar aqui. Não interessa se foi no Norte, no Sul ou no Centro, mesmo que tivesse sono, os meus olhos estiveram abertos e dispostos para apreciar e desfrutar da paisagem construída. As casas em pedra, as ruas e os caminhos com formas e variações esplêndidas, deram uma maior riqueza e uma grandeza à marca que Portugal deixa em mim.
Está quase na hora de partir deste belo país e da sua maravilhosa gente, não esquecerei cada momento vivido e cada pessoa importante que na minha vida se cruzou. Chegou a pior altura, fazer a mala, enquanto penso em voltar um dia.




O Broas

Tenho Direito a Não Ser Discriminado

Astrid Silva | 9.º F

Sou o único rapaz numa família que tem cinco raparigas (duas minhas irmãs e três primas) mais ou menos da minha idade. Quando éramos pequenos não me deixavam brincar com elas, sentia-me sempre muito sozinho e triste.

A minha Mãe sempre me obrigou a arrumar o meu quarto, mas ao meu irmão que é mais velho não obrigava e era ela que o limpava e arrumava. Soube sempre que era uma grande injustiça! Ainda hoje falo nisso.

Quando tinha cinco ou seis anos quis ter uma Hello Kitty (gosto muito de gatos), mas o meu Pai zangou-se e disse que “isso” era para as meninas e eu tinha que brincar com carros, andar de bicicleta e jogar à bola.

Sempre fui uma Maria-rapaz, gostava de futebol, de carros e de tudo o que era “pertença” dos rapazes. Ver, da janela, o meu irmão a jogar à bola com os amigos, na rua, sem que eu pudesse participar, gerava em mim uma revolta muito grande.

Num Natal, fomos às compras ao shopping, eu vi uma camisola muito bonita, cor-de-rosa e com flores pequeninas e gostei muito dela. Queria que ma comprassem e apesar de ter passado a tarde inteira a insistir, negaram sempre a minha vontade.
Nunca entendi porque é que as flores e as pintinhas são para as meninas e os rapazes só podem ter riscas e quadrados. Não é justo!
                                                                                                                                                                  
 O meu irmão escolheu os desportos que quis praticar: esgrima e equitação. Eu quis seguir os mesmos desportos, mas os meus pais disseram-me que não eram adequados para as raparigas e devia escolher desportos mais femininos, como, por exemplo, ballet ou ténis. Fiquei furiosa e senti-me discriminada.

Quando eu e a minha irmã discutimos, os meus pais defendem-na sempre a ela por ser menina, mas a verdade é que ela é que começa as discussões e quando os meus pais estão a passar-me os “sermões habituais”, ela, às escondidas, faz troça de mim. É muito má!


Alunos do 8.º A e do 8.º B




O Broas

O 8.º D e o Scratch


Na disciplina de TIC, os alunos do 8.º D, do 2.º semestre, desenvolveram  trabalhos de projeto no Scratch. O tema proposto foi "Funções", lecionado na disciplina de Matemática.
                          
Os resultados deste trabalho interdisciplinar são aqui apresentados:

Feito com Padlet
Professora de TIC, Lurdes Lopes, e Professora de Matemática, Márcia Eiras.

O Broas

O 8.º B e o Scratch

Partindo do tema "Funções", lecionado na disciplina de Matemática, os alunos do 8.º B, do 2.º semestre da disciplina de TIC, desenvolveram os seus trabalhos no  "Scratch".                             
Os resultados deste trabalho interdisciplinar são aqui apresentados:

Feito com Padlet

Professora de TIC, Lurdes Lopes, e Professora de Matemática, Paula Matias.



O Broas

O 8.º A programou com o Scratch


Os alunos do 2.º semestre, de TIC, do 8.º A, foram desafiados a criar projetos no “Scratch”. 
Este trabalho resultou de uma articulação com a disciplina de Matemática, no conteúdo programático “Funções”.

O trabalho produzido é aqui apresentado:

Feito com Padlet
Professora de TIC, Lurdes Lopes, e Professora de Matemática, Nélia Teixeira.

O Broas

O Broas 2018



O Broas  2018, ano da sua maioridade, (pois é, o jornal é oficialmente adulto!) está disponível para todos.

O jornal, sempre, atento aos ventos que sopram, aos temas atuais, escolheu, este ano, como tema aglutinador a "Igualdade de Direitos".
Neste mundo, cada vez mais difícil de "ler", é necessário informar, debater e refletir para que se construa um Mundo melhor, em que todos sejam respeitados e usufruam dos mesmos direitos.

Este jornal quer contribuir para  “abrir” mentalidades e um Mundo mais justo!

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Refresca e enriquece o teu verão com a leitura d’ O Broas!

Igualdade de Género...


Refletir e representar com imagens a Igualdade de Género foi um dos grandes desafios dos alunos de Aplicações Informáticas B, do 12,º ano. A pesquisa e a criatividade resultaram numa grande diversidade de trabalhos, que espelham diferentes formas de ver e sentir o tema.


O Broas


Reinventar a Arquitetura da Tua Cidade…

Na disciplina de Aplicações Informáticas B, do 12.º ano, os alunos reinventaram  edifícios da cidade de Vila Real. Procura identificar os monumentos que se fundiram nestas criações. Conseguiste?

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E tu, como reinventarias a arquitetura da tua cidade?



O Broas

O Meu Logótipo é Melhor que o Teu!


Redesenhar o logótipo da nossa Escola foi um dos desafios concretizados  na disciplina de Aplicações Informáticas B, do 12.º ano. 

De qual gostas mais?

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O Broas

Noticias sobre o CNJM14 - Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos

No dia 16 de março de 2018, realizou-se em Torres Vedras o 14º Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos, organizado pela Associação Ludus, Associação de Professores de Matemática, a Sociedade de Professores de Matemática e apoiado pelo programa Ciência Viva. Localmente foi dinamizado pelo Externato de Penafirme e pela Câmara Municipal de Torres Vedras.  
Externato de Penafirme
Nesta edição do CNJM, estiveram inscritos 1947 alunos provenientes de 435 instituições de ensino nacional.

Cada par de alunos esteve sentado à frente de um jogo de tabuleiro a disputar uma partida de um jogo de estratégia e de raciocínio, uns mais lógicos, outros mais de cálculo… mas todos certamente muito desafiadores.
Estes jogos fomentam um pensamento muito rigoroso mas também muito criativo, contribuindo por isso para o desenvolvimento do raciocínio lógico e dedutivo subjacente ao pensamento matemático. Consequentemente, o lema de quem pratica estes jogos é, sem dúvida: “Pensar é um prazer…”

Os torneios da única eliminatória realizaram-se da parte da manhã e as finais no período da tarde. Para os torneios da final são selecionados os jogadores que ficam em 1º lugar nos torneios da manhã (o que muitas vezes implica vencer as quatro partidas disputadas por cada um).

A nossa escola fez-se representar por 6 alunos, um por cada jogo e por nível de escolaridade.
Apesar do bom desempenho dos nossos alunos, este ano lamentavelmente a Escola de S. Pedro, não registou jogadores na final.

As classificações obtidas nos torneios da 1ª eliminatória foram:
- Miguel Morais Costa, 12ºC, no jogo Flume (Ensino Secundário), o 3º lugar;
- João Pedro Almeida, 12º C, no jogo Produto (Ensino Secundário), 9º lugar;
- Rafael Ferreira Monteiro, 10ºD, no jogo Avanço, (Ensino Secundário), 8º lugar;
- Maria Amélia Silva Vasconcelos, 8º E, no jogo Rastros (3º Ciclo), 3º lugar;
- João Taveira Gomes, 8º E, no jogo Avanço (3º Ciclo), 6º lugar;
- Gustavo Filipe Cardoso, 8º B, no jogo Produto (3º Ciclo), 8º lugar.
Para mais informações pode consultar  http://ludicum.org/cnjm/2017-2018-cnjm14 onde constam todas as informações relativas a esta iniciativa.




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