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Logo… Teatro

Desenhar um logótipo para o Clube de Teatro da nossa Escola foi um dos desafios concretizados  na disciplina de Aplicações Informáticas B, do 12.º ano. A seleção coube a um júri constituído por elementos diversificados, coordenados pela Bibliotecária da Escola. 

Maria Vaz | 12.º B

O logótipo, realizado pela aluna Maria Vaz, do 12.º B, foi o escolhido, dentre de um conjunto de trabalhos muito criativos, o que dificultou  a tarefa do júri.



Aqui estão alguns dos muitos logótipos realizados pelos alunos:

Diogo Carvalho | 12.º A


Leonor Campos | 12.º D

Rafael Lima | 12.º A


Inês Lopes e Sara Oliveira | 12.º C

Catarina Correia | 12.º D

Inês Coelho| 12.º A


Elisa Cardoso | 12.º F


Daniela Barreiro | 12.º B

Catarina Correia| 12.º B


Iago Sarmento e Tiago Cardoso | 12.º E

Rita Brás e Sara Antunes | 12.º E

Ana Lea Monteiro | 12.º B

Maria João Fernandes | 12.º D


Beatriz Matos | 12.º A

Luís Costa | 12.º A



Inês Aires | 12.º B








O Broas

Reinventar a “Entrada” da Escola


O granito da fachada principal da nossa Escola foi colorido e embelezado pelos alunos que frequentaram a disciplina de Aplicações Informáticas B no 12.º ano. Com o recurso ao programa de edição de imagem Photoshop, criaram “entradas”  vanguardistas, que vale a pena admirar: Clica aqui


O Broas

Fazer brinquedos

Os alunos do 7.º A, utilizando como recursos o material eletrónico e elétrico, que as pessoas colocaram no ponto Eletrão, situado à entrada da Escola, construíram brinquedos diversificados e criativos.
A espécie de robô, aqui apresentada, é um dos exemplares desta atividade inserida no projeto Eco-Escolas.



O Broas

Direitos Humanos

Os Direitos Humanos são naturais (nascem connosco) e inalienáveis (ninguém os pode tirar) a todos os seres humanos, independentemente de etnia, género, nacionalidade, idioma, religião ou qualquer outra condição.

Neste contexto, os alunos da disciplina de Aplicações Informáticas, do 12.º ano, em articulação com o jornal O Broas, trabalharam esta temática fundamental.

Apresentamos alguns dos trabalhos,  dos muitos que foram realizados:


Bárbara Reis e Marta Lagoa |  12.º A


André Legoinha e Inês Coelho |  12.º A



Cristiana Silva e Elisa Cardoso | 12.º F

Diogo Fontainhas e Leonor Campos | 12.º D

Jorge Lousada e Maria João Fernandes | 12.º D

Catarina Moreira e Inês Guedes | 12.º F


João Costa e Mariana Santos | 12.º A


António Lopes e Mário Travassos | 12.º B


Diogo Carvalho e Tiago Lameirão |  12.º A






O Broas

Crime Ambiental no Alvão

Projeto "Justiça para Tod@s"*
Fotografia: Paula Lousa

José António Fagundes Carrajola nasceu na localidade de Lamas de Ôlo, a 5 de novembro de 1953, numa família em que ambos os progenitores foram emigrantes na Alemanha, durante 36 anos. José António é o mais novo de três irmãos (uma rapariga e dois rapazes) e foi criado entre duas culturas: a alemã e a portuguesa. Passava sempre as férias em Portugal, na casa dos avôs paternos e, a partir de 1978, na casa que os pais mandaram construir na aldeia. Amava a Serra do Alvão que conhecia muito bem devido às suas longas caminhadas. Passou a praticar plogging (caminhadas com recolha de lixo) para limpar o Alvão de uma das suas maiores pragas: o despejo de entulho, eletrodomésticos e mesmo móveis. Sensibilizado com os atentados ao ambiente que a Serra sofria, continuadamente, comprou mesmo uma carrinha de caixa aberta para carregar maior quantidade de lixo e as peças maiores. Nas suas caminhadas, era acompanhado pelos seus três cães (Nero, Alcibíades e Agripina – gostava muito de História, sobretudo do Império Romano) e, por vezes, um dos seus quatro sobrinhos. Nunca casou, mas vivia, há 32 anos, em união de facto com Josefina Amélia Freamunde Cabriola. Não tinham filhos.
A reforma chegou aos 58 anos, depois de ter trabalhado 38 anos na filial de uma multinacional alemã, na cidade do Porto. Todos os seus fins-de-semana eram passados em Lamas de Ôlo. A reforma e o facto de ter herdado a casa dos pais levaram-no a fixar residência nesta aldeia do Alvão. Dinamizava caminhadas de exploração e conhecimento da fauna e flora da Serra. Influenciou outras pessoas que começaram a juntar-se a ele no plogging. Toda a gente o conhecia como grande amigo do ambiente e do Alvão.Na madrugada de 15 de dezembro de 2017, às 06:00,  José Carrajola, acompanhado pelo sobrinho, Filipe Durão Carrajola Simanco, que tinha à altura 22 anos, saíram para ver se identificavam quem andava a deixar móveis velhos perto do rio Ôlo, numa zona com pouca visibilidade da estrada. Chegados ao local esconderam a carrinha e aguardaram atrás de um fraguedo granítico.
Às 06:45, ainda estava um pouco escuro, mas ouviram e conseguiram ver uma velha carrinha que lançava um fumo negro, pestilento.
Isabel Dias | Oficial de Justiça

A carrinha estacionou e dois homens saíram e começaram a tirar mesas e cadeiras velhas da carrinha e a lançá-las por uma pequena ravina abaixo. Esta tarefa durou cerca de trinta minutos. Quando estavam a acabar, José António e o sobrinho surpreenderam os homens que manifestaram grande espanto e tentaram disfarçar. José António disse-lhes, sem agressividade, que abandonar lixo na Serra era crime e que ia denunciá-los se eles não recolhessem tudo que tinham lançado na ravina. Os homens tentaram negar o óbvio e o mais velho ameaçou-os, afirmando: “É melhor estarem caladinhos se não querem arranjar graves problemas e terem uma vida curta.” José António retorquiu que não tinha medo de ameaças e já tinha telefonado para a brigada da SEPNA da GNR, responsável pela defesa do ambiente. Quando ouviram isto os dois homens entreolharam-se e disseram: “Vamos embora.” Foram para a carrinha e o mais velho abriu o porta-luvas e, num instante, apareceu com um revólver na mão e disparou, primeiro sobre José António e depois sobre o sobrinho. O mais novo arrancou com a carrinha. O sobrinho foi ferido na coxa esquerda, arrastou-se para ver o tio e verificou que tinha levado um tiro no coração e grandes golfadas de sangue saiam do seu peito. Telefonou para a GNR que apareceu, com o INEM, passado meia hora. O tio faleceu enquanto esperava pela ambulância. O sobrinho esteve internado 15 dias e ficou com sequelas do tiro que levou.
Foi este caso que a turma do 10.º J trabalhou para levar a julgamento, sexta-feira, dia 14 de junho. Presidiu ao julgamento o Meritíssimo Juiz de Direito Rui Paulo Ferraz, coadjuvado pelo Excelentíssimo Procurador Alfredo Chaves e pela oficial de justiça Isabel Dias.
O réu, Joaquim Sabroso Alma Grande, depois de ouvida a única testemunha presente no local dos crimes e as testemunhas abonatórias da vítima e do arguido, foi condenado pelos crimes de homicídio simples, ofensas, poluição e uso e porte de arma ilegal, a uma pena única, em cúmulo jurídico, de treze anos e  seis meses.
O desenvolvimento do projeto teve o apoio da professora de História A, Paula Lousa, da Diretora de Turma, Elisabete Teixeira, do professor Pedro Miranda, do advogado Dr. Pedro Carvalho. A todos, muito obrigada!


Rosalina Sampaio | Coordenadora de Cidadania e Desenvolvimento



*Simulação de um caso, integrado no projeto da edição de 2019 “Justiça para Tod@s”. O projeto pretende despertar a consciência para a importância da Lei e da justiça.

O Broas

Direitos, Conceitos e Preconceitos


Em Cidadania e Desenvolvimento, no Terceiro Período, o domínio mais trabalhado foi a Sexualidade. Realizaram-se palestras, jogos, diversas atividades.
A turma do 7.º C debateu a (des)igualdade de direitos entre homens e mulheres e os conceitos, preconceitos e estereótipos que existem e são inculcados a todos, mesmo antes do nascimento: a ditadura do rosa e bonecas para as meninas e do azul, carrinhos e bolas para os meninos.
Quando foi lançada a temática, num debate-turma, ficou patente que há preconceitos que já estavam entranhados. Alguns rapazes afirmaram que se recusavam a vestir uma T-shirt cor-de-rosa e consideraram que não era próprio dos rapazes brincarem com bonecas. Neste contexto, organizados em grupos, analisaram informação e debateram aspetos da discriminação entre homens e mulheres.
Criaram palavras de ordem e ilustrações que passaram para t-shirts: azuis para as meninas e rosa para os meninos.
No final, cada grupo apresentou o seu trabalho à turma, envergando as T-shirts.
Entre as conclusões obtidas destacaram-se:
- as cores que usamos não definem a nossa sexualidade;
- gostar de bonecas, carros ou bolas não define a sexualidade;
- os preconceitos são a base da discriminação;
- os preconceitos que a sociedade impõe devem ser combatidos;
- o combate aos preconceitos desenvolve a tolerância face à diferença;
- a tolerância face à diferença cria sociedades mais justas.













O Broas

Cidadania e Ensino Profissional

Técnico de Apoio Familiar e de Apoio à Comunidade

O Curso Profissional Técnico de Apoio Familiar e de Apoio à Comunidade (TAFC), a funcionar pela primeira vez, neste ano letivo, é constituído por um grupo muito simpático de dez raparigas e um rapaz. Estes alunos participaram em múltiplas atividades que contribuíram para desenvolver competências a nível do saber-fazer, do saber-estar e do saber-ser.
 Destacamos algumas das que despertaram maior entusiasmo:
- colaboração na organização da Marcha para o Sucesso;
- reposição da Sinalética no âmbito da Segurança e Situações de Emergência;
- dinamização da Mostra Escolar;
- exposição “Ambiente, Saúde e Sustentabilidade”;…

Fotografia: Olga Carvalho

Nas aulas no exterior, orientadas para o conhecimento das instituições da comunidade, das suas funções e funcionamento, “descobriram”:
- o Laboratório do Pioledo;
- o Hospital da Luz;
- o Centro Paroquial de Mateus;
- a instituição “Nós Cuidamos”;
- o Centro de Ciência;
- o NucliSol;
- a PSP, a GNR e a Polícia Judiciária;
- o Pré-escolar do Colégio S. José;
- a Câmara Municipal de Vila Real;…

Outras atividades que os alunos muito apreciaram foram a ida ao teatro ver o UTADArtes, a visita ao Centro de Saúde, a Brigada de Manutenção ”Faço Lixo o Mundo Lixo” e o Suporte Básico de Vida.

A preparação das atividades passou pela formulação de questões para colocar aos profissionais das instituições visitadas para conhecer diferentes contextos laborais e diferentes profissões.

O que mais gostaram foi das instituições que interagiam com utentes, aquelas que mais despertaram emoções.



 Olga Carvalho | Diretora de Curso Profissional




O Broas

A Escola Secundária São Pedro no 15.º CNJM - Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos



No dia 29 de março de 2019, realizou-se na Maia, na Escola EB 2,3 de Pedrouços, o 15º Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos, promovido pela Associação Ludus, Associação de Professores de Matemática, a Sociedade de Professores de Matemática e apoiado pelo programa Ciência Viva. Localmente foi organizado pelo Agrupamento de Escolas de Pedrouços e pela Câmara Municipal da Maia.

Nesta edição do CNJM, estiveram inscritos 1844 alunos provenientes de aproximadamente 400 instituições de ensino nacional.

Cada par de alunos esteve sentado à frente de um jogo de tabuleiro a disputar uma partida de um jogo de estratégia e de raciocínio, uns mais lógicos, outros mais de cálculo… mas todos certamente muito desafiadores.

Estes jogos fomentam um pensamento muito rigoroso mas também muito criativo, contribuindo por isso para o desenvolvimento do raciocínio lógico e dedutivo subjacente ao pensamento matemático. Consequentemente, o lema de quem pratica estes jogos é, sem dúvida: “Pensar é um prazer…”

Os torneios da única eliminatória realizaram-se da parte da manhã e as finais no período da tarde. Para os torneios da final são selecionados os jogadores que ficam em 1º lugar nos torneios da manhã (o que muitas vezes implica vencer as quatro partidas disputadas por cada um).

Apesar do bom desempenho dos nossos alunos, este ano lamentavelmente a Escola de S. Pedro, não registou jogadores na final.
A nossa escola fez-se representar por 6 alunos, um por cada jogo, a saber:
- Filipe Oliveira, 7º F,  no jogo Produto (3º ciclo);
- Maria Amélia Silva Vasconcelos, 8º E, no jogo Rastros (3º Ciclo);
- João Taveira Gomes, 8º E, no jogo Avanço (3º Ciclo);
- Rafael Ferreira Monteiro, 11ºD, no jogo Avanço, (Ensino Secundário);
- João Lopes, 11º A, no jogo Produto (Ensino Secundário);
- Francisco Silva, 11º A, no jogo Atari Go (Ensino Secundário)




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