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Os Nossos Heróis: Jorge Lousada

Jorge Lousada de 17 anos, aluno da Escola Secundária São Pedro a frequentar o 12.º ano do Curso de Ciências Socioeconómicas, tem um percurso escolar com classificações, tanto internas como externas, ao nível de excelência. Participou, em janeiro, na primeira fase das Olimpíadas da Economia, tendo alcançado a melhor classificação dos alunos do nosso Distrito, o que lhe deu direito a participar na final portuguesa das VI Olimpíadas da Economia que decorreram na Universidade de Coimbra, nos dias 26, 27 e 28 de abril. De entre os 47 finalistas, o Jorge Lousada alcançou o primeiro lugar, pelo que vai representar Portugal nas International Economics Olympiad (IEO) que se vão realizar em julho em São Petersburgo, na Rússia. O intuito com que se realizam estas Olimpíadas é o de unir dois mundos - aproximar a ciência económica ao melhor do espírito olímpico, e, ao mesmo tempo, juntar os jovens do ensino secundário aos do ensino superior. Este jovem talento vai com certeza dignificar o nome de Portugal.
Parabéns, Jorge!

Rosalina Ferreira | Professora de Economia


Em Coimbra, assistimos a uma palestra intitulada «Felicidade na Escola» e a empresa Delta, um dos patrocinadores, colocou um problema que os concorrentes tiveram que resolver.
A equipa que vai à Rússia representar Portugal é constituída por cinco alunos (4 rapazes e 1 rapariga). Vão estar em concurso 24 países de todos os continentes.
A atração que tenho pela Economia veio do facto de a minha família ter uma empresa de decoração, tendo eu sempre trabalhado nela durante as férias e de alguma influência do meu pai, que é economista.
No meu futuro, gostava de fazer um Erasmus num país do norte da Europa e ampliar a empresa familiar.
Jorge Lousada | 12.º D











O Broas

Vem conhecer o Projeto YED...



No final do ano letivo transato, a UTAD lançou um desafio às escolas de Vila Real, com Ensino Secundário, para ser concretizado no presente ano letivo. Devido ao seu elevado interesse para conhecer a União Europeia a Direção da Escola aderiu ao projeto e duas professoras, Rosalina Sampaio e Teresa Morais, fizeram formação para que o mesmo fosse implementado. As turmas que participaram foram o 12.º F e 12.º G.
Estabeleceram-se os seguintes objetivos para as atividades do projeto:
Promover o conhecimento da História e dos documentos fundamentais da UE - Conhecer a Carta dos Direitos Fundamentais da UE - Integrar este documento no contexto da construção da democracia e cidadania europeias - Refletir sobre o papel da Carta… na defesa dos direitos dos cidadãos - Debater a diversidade de valores e a importância do diálogo intercultural - Compreender os conceitos de liberdade e igualdade como estruturantes da ética moderna ocidental - Avaliar as diferentes atitudes face à diversidade cultural: relativismo; intolerância; assimilação e diálogo intercultural; - Fomentar o exercício da cidadania europeia - Possibilitar uma leitura esclarecida do mundo em que vivemos.
Numa primeira fase, os professores da UTAD, responsáveis pela dinamização, Ana Margarida Maia e Gonçalo Cruz, vieram à Escola para, recorrendo ao mundo virtual do Second Life, concretizar cinco jogos que abordavam diferentes temáticas sobre a União Europeia. Para concluir essa tarefa houve uma deslocação à UTAD.
O projeto foi encerrado dia 23 de janeiro, quando os 237 alunos e os 11 professores das cinco escolas envolvidas, se deslocaram à UTAD, onde passaram o dia integrados em diversas dinâmicas subordinadas ao tema Reflexão e Valorização da Experiência do Projeto Jovens Europeus para a Democracia. Após a abertura pelo Professor Doutor Paulo Martins, coordenador do YED, o Professor Doutor Fernando Bessa fez uma resenha histórica da União Europeia, esclareceu os motivos que conduziram à sua criação, sendo um dos principais o receio do expansionismo alemão, responsável por duas guerras mundiais que devastaram a Europa. Salientou, a este propósito, que a União Europeia, se outro mérito não tiver, tem o de ter permitido o mais longo período de paz que este continente já conheceu. Defendeu que, o dia 9 de maio, dia da UE, deveria ser feriado em todos os países que a constituem, para uma UE mais efetiva.
Abordou os problemas com os quais a UE se defronta na atualidade. Considerou que as dificuldades parecem superiores às capacidades da nossa ação. Lembrou um graffiti de Buenos Aires, cujas palavras: O futuro já não é o que era! servem para espelhar a nova realidade europeia, os tempos agitados, incertos e, por que não dizê-lo, tristes. A UE está ameaçada pela crise da dívida soberana e pela quebra de solidariedade dos países mais desenvolvidos para com os que enfrentam problemas, como Portugal. Existe ainda a ameaça dos BRIC (Brasil - Rússia - Índia - China), conjunto de países com economias emergentes que estão a alterar e a dominar a economia mundial.
Terminou a sua intervenção com palavras de esperança. A UE não está falida, não estamos vencidos. Lembrou as palavras de Lula da Silva: A  união da Europa é a mais bela construção política da História da Humanidade! Vale a pena lutar por isso! Temos de reconstruir e assegurar a solidariedade que, neste momento, está desprezada pela elite política que domina a Europa. Afirmou compreender a desilusão dos jovens, mas apelou à sua resistência para lutarem e não emigrarem. Lembrou: O que a política faz, a política desfaz!

Projeto Yed em imagens


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