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Sagradas Escrituras...

Teresa Bastos | 8.º E

Sagradas Escrituras é outra forma de designar a Bíblia. Esta obra é partilhada por várias religiões. O Antigo Testamento, a chamada Bíblia Hebraica, a parte mais antiga da Bíblia, é comum ao judaísmo e às religiões cristãs: Católica, Ortodoxa, Luterana, Anglicana, Calvinista… O Novo Testamento é partilhado por todas as religiões cristãs, embora haja algumas diferenças no número de livros.
Alguém disse: Ninguém é suficientemente culto se não conhecer a Bíblia. Não é necessário ser crente para que esse conhecimento deva existir. Se queremos compreender o Mundo em que vivemos, os valores em que assenta a civilização ocidental, temos que conhecer a obra bíblica.
O conjunto dos livros que constituem a Bíblia, 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento, foram escritos na Antiguidade, ao longo de 1 600 anos, por cerca de 40 pessoas, todos homens.
A Bíblia foi e é fonte de inspiração para estudos científicos, obras artísticas, quem não lembra a beleza da Pietá de Miguel Ângelo, e literárias com destaque para romances, poesias... quem não lembra o poema Raquel de Luís de Camões: Sete anos de pastor Jacob servia / Labão, pai de Raquel, serrana bela; / mas não servia o pai, servia a ela, / E a ela só por prémio pretendia. Existem múltiplos documentários. O cinema, desde as suas origens, sempre explorou os temas bíblicos, desde os velhinhos Ben-Hur, Os Dez Mandamentos e Quo Vadis aos mais atuais A Última Tentação de Cristo, A Paixão de Cristo e o filme de animação O Príncipe do Egito, visto por milhões de crianças e adultos.
As referências a episódios e personagens bíblicos estão presentes no quotidiano, quem nunca disse: Eu sou como S. Tomé, tenho que ver para crer!
A Bíblia fascina crentes e não crentes. É o livro mais traduzido e calcula-se que já terão sido impressas mais de 6 mil milhões de Bíblias. O pai da imprensa no Ocidente, Gutemberg, no século XV, escolheu a Bíblia para primeiro livro a imprimir. Essa tarefa ocupou-o durante 3 anos e teve a colaboração de 20 trabalhadores. Imprimiram os primeiros 180 exemplares desta obra, que tinha 1282 páginas.
Há muita gente não crente que se afirma cristã porque gosta da mensagem de Jesus Cristo, o amor aos outros, o olhar o outro como um ser humano igual a nós mesmos e não um estranho. É uma mensagem que está sempre muito atual e evitaria inúmeros problemas à Humanidade se fosse mais praticada.
A Bíblia, focando-se na essência do ser humano, permanece válida para todos os tempos. No passado e no presente somos capazes de adaptar a sua mensagem ao mundo em que vivemos.
Acreditando no que se quiser acreditar, ou mesmo sem acreditar em nada, deixamos uma sugestão: descubra a Bíblia, vai gostar e ficará um pouco mais culto.

 Alunos de EMRC do 8.º ano


Estudar a Escrita

A Escrita é, também ela, um objeto de estudo de várias áreas do saber: Epigrafia, Paleografia, Semiótica ou Semiologia, Análise Forense de Documentos (Grafotécnica ou Grafoscopia) e, talvez, a Grafologia.
Começando pelo início, como deve ser, a Epigrafia é uma ciência auxiliar da História, que estuda inscrições em materiais sólidos: osso, rocha,…
Paleografia é, de igual modo, uma ciência auxiliar da História, que estuda a escrita, os sinais gráficos que utiliza e a sua evolução nos documentos antigos e medievais…
A Semiótica ou Semiologia estuda os códigos e símbolos de comunicação. Nesta área, distinguem-se dois grandes nomes: o francês Roland Barthes (1915 – 1980) e o italiano Umberto Eco (1932 – 2016).

Roland Barthes 

Umberto Eco
A Análise Forense de Documentos é uma área ligada à Justiça para detetar a veracidade de documentos escritos, fotográficos, digitais. Nos documentos escritos, examina o papel, as tintas, o desenho das letras para despistar a possibilidade de falsificações.
A Grafologia, para uns é uma ciência, para outros é uma pseudociência. Os defensores da Grafologia acreditam que a nossa escrita revela a nossa personalidade. Será? Acreditando-se ou não, há, no entanto, empresas que recorrerem a exames grafológicos dos candidatos a funcionários para conhecerem o seu perfil psicológico. Parece que é prática corrente na América.
Ainda na escrita, mas num outro registo, convém lembrar que a escrita é penosa para pessoas que sofrem de Disgrafia e Disortografia, transtornos psicológicos que a ela dizem respeito. Os professores, mais atentos e informados, sabem identificar indícios destes problemas no modo de desenhar as letras, no ritmo lento, no traço demasiado grosso ou muito suave, no espaçamento irregular entre as letras e as palavras... Estas crianças aprendem como as outras, mas têm formas próprias de se expressar por escrito.
Alice Martins | 11.º G


Representar a Escrita

O desafio era criar ilustrações no âmbito do tema Escrita, Escritura e outras Aventuras focando, em particular, a relação entre Escrita e Literatura. Os trabalhos, aqui apresentados, foram realizados pelos alunos do 12.º ano, na disciplina de Aplicações Informáticas B, recorrendo ao programa CorelDRAW.



A lâmpada simboliza as “ideias” e a frase de Pablo Neruda está relacionada com isso mesmo. Dentro da lâmpada está um “foco” amarelo para representar a origem das ideias relacionadas com a escrita. Os “traços azuis” que saem do foco de luz do interior da lâmpada, representam a libertação das ideias. Mas, o que uma pessoa vê é o exterior da lâmpada, que é a escrita (a frase) e não vê a formação das ideias (o interior).
Daniel  Ferreira  - José Mesquita| 12.º A
Usamos como objeto principal a pena, para retratar a antiguidade onde se escrevia com uma pena e tinta, com referência a uma frase sobre a literatura em que diz que  a literatura é a expedição da verdade. 
Miguel Carvalho - Nelson Alegre | 12.º A 
Os contornos do lápis são nomes de poetas portugueses. Tomámos esta opção, porque achamos que a poesia portuguesa é muito boa.
Ana Sofia  Nogueira – Carolina Branco| 12.º A




 A base do nosso trabalho é o conceito da lâmpada de Aladino. Da lâmpada do passado saía o mítico génio, que concedia três desejos; da nossa lâmpada, saem frases célebres dos “génios” portugueses.
  Ana Catarina Teixeira – Vitória Nóbrega | 12.º A


Homenageámos os feitos dos Portugueses durante os Descobrimentos (Outras Aventuras), através de uma estância d’Os Lusíadas, relembrando, assim, o maior escritor do nosso país (Escrita, Escrituras), Luís de Camões.

 Maria Carvalho – Maria Inês Sousa| 12.º E



Partimos da ideia de uma estrela, que originou, por mero acaso, uma teia. Decidimos, então, aproveitar o “acaso” e atribuir a cada fio da teia uma letra da palavra ESCRITA, à qual, por sua vez, foi atribuído o nome de um escritor português.
Ana Beatriz Ribeiro  -  Mariana Pereira| 12.º B

 Estabelecemos uma relação entre a escrita e o nosso grande poeta, Fernando Pessoa.
Bárbara Pereira  –  Júlio Pinto | 12.º A





Representar a Escrita

Foram definidas como linhas de orientação: origem da Escrita, evolução da Escrita, intemporalidade da Escrita, Escrita tradicional e Escrita digital, Instrumentos e suportes da Escrita, Escrita e tecnologias de comunicação… os alunos, individualmente ou em pares, nas aulas de Aplicações Informáticas B 12.º ano, pesquisaram o tema e construíram os trabalhos recorrendo ao programa CorelDRAW:

Diogo Edgar Costa | 12.º  B



No nosso trabalho fizemos uma cronologia da evolução da Escrita.

Inês Aquino –  Laura Fraga| 12.º A





 A ilustração mostra a evolução da forma como escrevemos, bem como dos suportes utilizados para escrever.
 Diogo Barbosa -  Filipe Lima| 12.º E






O desenho aborda a evolução da escrita, dos meios de comunicação e apresenta algumas redes sociais recentes.
 Diogo Ribeiro  - Luís Almeida | 12.º E



O desenho expressa a evolução da escrita, os meios e as formas de comunicação, retratando algumas redes sociais.
 Ana Catarina Silva –  Ana Filipe  Martins | 12.º A




 A  imagem está relacionada com a escrita e com a possibilidade de incorporar símbolos no teclado virtual.
Ana Rita Peixoto – Inês Azevedo | 12.º  A

  

Criámos uma analogia entre a escrita manual e a digital. Incluímos um suporte da Antiguidade, talvez papiro, no qual representámos uma tecnologia atual, neste caso um telemóvel. A pena está presente porque foi um instrumento de escrita durante muitos séculos.
Cláudia   Carvalho -  Ivan Coelho | 12.º E





Retratámos a possibilidade atual de utilizar, para além do suporte em papel, as plataformas digitais  para ter acesso a livros e manter os hábitos e costumes de leitura dos leitores mais tradicionais.
Carlos Teixeira -  Francisco Brito | 12.º E




Desenhámos um livro com um tablet, pois a tecnologia está cada vez mais presente no quotidiano. Temos, atualmente, diversos meios para ler, mas se por um lado já se observam mudanças, os hábitos de leitura ainda se baseiam no modelo tradicional.  E tu, o que preferes? Ler livros em papel ou livros digitais?
Bem, o importante é ler! Seja de que forma for e como for!
Ana Sofia  Nogueira – Carolina Branco| 12.º A





Elaborámos uma coleção de selos temáticos. Neles, desenhámos objetos relacionados com a escrita e com a leitura: pena, lápis, livro e tablet. Quisemos, também, mostrar as modificações, ao longo dos tempos, nas ferramentas da escrita ou na forma como podemos ler um documento ou um livro. Associámos frases a cada selo para retratar melhor o tema.
 João Ferreira – João  Pinto | 12.º E





Mostrámos algumas formas de comunicação escrita que existem, não só na atualidade, mas que também foram importantes no passado, por exemplo, os hieróglifos.
Maria Carvalho – Maria Inês Sousa| 12.º E

Representar a Escrita...

Os alunos de Aplicações Informáticas B, do 12.º ano, aceitaram o desafio de criar ilustrações sobre a ESCRITA, recorrendo ao programa CorelDRAW. Elaboraram trabalhos criativos e de grande beleza como os que aqui divulgamos:

 
Abordámos a universalidade da escrita, utilizando esta palavra em diferentes idiomas. O conjunto de palavras forma um rosto de perfil que representa o modo como as palavras e a escrita nos moldam,  enquanto seres humanos, evidenciando a sua importância.
 Ana Felícia Resende - Bruna Cruz | 12.º B

Este livro aberto, do qual emanam zeros (0) e uns (1) (representativos do código binário) ilustra a união entre o passado (livro) e presente (binário) da escrita.
Pedro Costa - Nuno Lopes | 12.º E

Representámos o processo da escrita, que se inicia com as ideias e passa às palavras, que são letras organizadas. As ideias bem expressas e estruturadas dão origem a algo maior, neste caso, o livro, símbolo da literatura. A pena intervém neste processo, porque é um utensílio de escrita que permite registar as ideias em palavras, que todos podemos compreender.
Cristiana Conde - Sara Cardoso | 12.º B

A imagem é a nossa visão da evolução da escrita: a pena representa o passado; o mundo representa a constante mudança, embora a escrita esteja sempre presente; a ficha ligada ao mundo é o elemento correspondente ao futuro e às novas tecnologias.
 Cristiana Conde - Sara Cardoso | 12.º B





Novas Formas de Escrita - Emojis

Mariana Pires | 9.º A

Emojis, a nova moda de comunicar entre as novas gerações (e não só)…. Esta é a forma de comunicação a que os jovens têm orgulho de se associar, mas será realmente original e inovadora? Não! Na verdade, poucos conceitos podemos encontrar na atualidade que sejam intrinsecamente originais, afinal, como afirmou Lavoisier: nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Ora, como é do conhecimento geral, comunicar através de imagens é algo que a Humanidade faz desde que há registos, aliás, os primeiros registos são imagens!... Então, não será errado afirmar que a nossa evolução nos leva ao básico, àquilo que é realmente genuíno e espontâneo, afinal o que mais verdadeiro que um sorriso ou uma cara furiosa? Enquanto pessoa extrovertida que sou, os emojis fazem parte da minha vida virtual, as minhas conversas são repletas destas pequenas imagens. Sou uma defensora acérrima da máxima: uma imagem vale mais que mil palavras, por isso, utilizo no mínimo duas ou três imagens por conversa, para expressar o que estou a sentir. Há uma ressalva a fazer: é necessário algum bom senso para que os emojis sejam utilizados com toda a sua graça. Assim como selecionamos o tipo de linguagem para falar com os amigos ou professores, também devemos ter o cuidado de selecionar a imagem que reflita fidedignamente o que estamos a sentir mas também o que o outro sentirá… Em suma, os emojis permitem uma comunicação universal entre as pessoas e a sua conexão com as suas origens e com os seus antepassados, já que, como eles, recorremos à caracterização do real, sem, no entanto, deixar de dar um cunho pessoal ao que criamos…

Teresa Bastos | 8.º E

Curiosidades curiosas - Os emojis são pictogramas ou ideogramas.
Os dicionários Oxford escolheram emojis como a palavra do ano, em 2015.
Emoji é de origem japonesa e junta e de imagem e moji que significa letra.
A palavra Emoticon, outra designação, significa emoção e ícone, ou seja, emoções transmitidas através de imagens.
Os Emojis são objeto de estudo e tema de livros e, na Net, há um manancial de informação e vídeos engraçados com eles.
A publicidade recorre, cada vez mais, aos simpáticos emojis que derretem corações.
Bruna Carvalho |11.º B


Evolução da Escrita - Suportes da Escrita

A escrita é uma das mais maravilhosas aventuras da Humanidade. Ela é tão importante que separa a Pré-História (civilizações sem escrita) da História (civilizações com escrita). Os que a dominavam sempre tiveram mais poder do que os que a ela não tinham acesso.

Maria João Fernandes | 9.º A

 Se nos detivermos na análise da evolução da escrita, vemos que tudo começa com as pinturas rupestres que, ainda na Pré-História, os homens desenhavam nas paredes das grutas. Daí passaram aos pictogramas em que desenham o que querem representar. Exemplo disso são os hieróglifos do Antigo Egito. A longa jornada da escrita tem o primeiro marco importante e definidor na escrita cuneiforme dos Sumérios e o seu apogeu na adoção do alfabeto que hoje, grande parte do Mundo utiliza e que deriva dos símbolos inventados pelos Fenícios, na Antiguidade. É um sistema de escrita muito simplificado, com um nível muito elevado de abstração. Há muitos sistemas de escrita, alguns perderam-se, mas persistem ainda, muitos: Russos, Gregos, Árabes, Chineses, Japoneses, Israelitas...possuem formas de escrita próprias que nos parecem muito complexas.
Durante séculos existiu apenas a escrita à mão, o manuscrito, mas a invenção da imprensa por Gutemberg, no século XV, revolucionou este modo de comunicação. Outras invenções importantes, na evolução da escrita, foram o aparecimento da máquina de escrever e, depois, o computador, que oferece um número infindável de tipos de escrita.
Cada vez se escreve menos à mão, já ninguém estuda caligrafia que ensinava diferentes tipos de escrita: carolina ou carolíngia, gótica, cursiva… já não se fazem livros manuscritos como fizeram os homens de séculos anteriores, que produziram maravilhosas obras de arte.
Os suportes da escrita mudaram: as plaquinhas de barro dos Sumérios, o papiro dos Egípcios, o pergaminho dos monges copistas da Idade Média, o papel… Os instrumentos começam com os pincéis da Pré-História, a cunha dos Sumérios, a pena de pato, os aparos, a esferográfica e o teclado da máquina de escrever e do computador.
A escrita como tema e objeto de obra de arte permanece, embora com novas dimensões. Os professores, que todos os dias lidam com a escrita de muitos alunos, podem apreciar diferentes formas de desenhar as letras e comprovam que há caligrafias que são de uma beleza incrível, perfeitas, outras são arte mais vanguardista, talvez.





Alunos do 8.º E

Aprender a Escrita...


A parte mais difícil do domínio de uma língua é a escrita. Aprendemos a falar por volta dos dois anos, mas só aos seis anos aprendemos a escrever. Claro que, como em tudo, há exceções, algumas crianças aprendem mais cedo e outras mais tarde.
Os símbolos, os grafemas que nós usamos são dos mais simples e fáceis de desenhar, quando comparados com outros sistemas de escrita, por exemplo, os ideogramas japoneses. No entanto, há traços que, até estarem bem dominados, exigem muito esforço e dão muita canseira a alunos, pais e professores. É o caso do i, letra pela qual, geralmente, se inicia a escrita. No ensino pré-escolar, as crianças vão desenvolvendo a motricidade fina, necessária à escrita, através dos grafismos. Quem não completou o tracejado da casa do caracol?
Todos temos recordações do aprender a escrever. Para uns foi fácil e agradável, para outros nem por isso. Pedimos aos alunos do 9.º B que nos descrevessem a experiência deles para aqui partilharmos.

Teresa Bastos | 8.º E - Mariana Pires | 9.º A

Com um lápis de carvão, acabado de afiar, desenhei a minha primeira letra. O sentir o lápis a deslizar devagarinho na folha foi uma emoção muito forte e um momento perfeito. Mais difícil foi começar a escrever frases. A Professora dizia que as letras tinham que ficar em cima da linha, porque gostavam de estar sentadas. Era complicado! Agora, quando olho para os trabalhos que fiz no primeiro ano de escola, interrogo-me como é que escrever meia dúzia de linhas, nem isso, era tão difícil. Depois, lembro-me de que na altura tinha apenas seis anos. Um desabafo: escrever, agora e com esferográfica, não tem o mesmo encanto!  


Quando aprendi a escrever, tinha como grande objetivo desenhar bem as letras como a minha Professora fazia. A minha letra favorita foi sempre o S. A letra mais difícil de aprender a desenhar foi o f minúsculo. Dava muito trabalho. Desenhava-a sempre toda torta. Gostava de desenhar as letras no quadro. Nas palavras da Professora e da minha Mãe, a minha caligrafia era linda. Era!
Sandra Costa | 9.º B
                                                                                                               
A primeira letra que aprendi foi um A e fiquei feliz, porque fazia parte do meu nome. A minha caligrafia sempre foi desalinhada e trapalhona, apesar dos cadernos de duas linhas, onde escrevia palavras simples como pai, tia...Sempre gostei de escrever, para mim a escrita é um abrigo, sinto conforto ao
fazê-lo e ajuda-me a ultrapassar os dias cinzentos.
Sofia Lopes | 9.º B

O meu primeiro contacto com a escrita foi aos cinco anos, quando aprendi a escrever o meu nome com maiúsculas. Já no primeiro ano, a Professora ensinou-me, em primeiro lugar, a letra i. Em cada letra contava-nos uma história. Primeiro aprendíamos as maiúsculas e depois as minúsculas. A Professora deu-me uma regra de escrita que ainda hoje utilizo: escrever cada palavra sem levantar o lápis. Gosto do desenho das letras. Quando comecei a escrever, tinha uma caligrafia mais redondinha do que aquela que tenho atualmente.                                         
Ana Nunes | 9.º B

Aprender a escrever gerou uma grande revolução na minha vida! Todos os dias ia entusiasmada para a Escola pensando se iria aprender uma nova letra porque havia, sempre, uma canção. Ainda me lembro de algumas. Fiquei muito triste quando fiquei doente com varicela e não aprendi, com os meus colegas, a letra S. Como seria a canção dessa letra?
Bárbara Oliveira | 9.º B


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