MatCake 2011

O MatCake 2011 é um concurso de bolos cuja decoração tem que ser alusiva à Matemática.        
Participaram alunos do 8.º e 9.º anos, em grupos de, no máximo, quatro elementos.
As inscrições foram entregues até ao dia 1 de Abril de 2011, ao professor de Matemática de cada turma. A actividade decorreu dia 5 de Abril. Inscreveram-se 38 equipas, mas só 19 apresentaram, na fase final, um bolo a concurso.
As equipas cumpriram as regras estipuladas e demonstraram criatividade na realização e decoração dos seus Bolos Matemáticos.
A organização deste MatCake pretendia alcançar os seguintes objectivos:
- desenvolver o gosto pela Matemática;
- criar uma oportunidade para, num são convívio, os alunos falarem e comunicarem matematicamente;
- despertar a curiosidade e criatividade matemática, contribuindo assim para que os alunos encarassem as possibilidades lúdicas da Matemática e a sua utilidade quotidiana, visível na resolução de “pequenos” problemas.
Esta actividade realizou-se na “Passerele” da Escola, onde foram expostos os bolos dos participantes, para serem observados e avaliados por um Júri, tendo cada um dos jurados, votado nos três bolos preferidos. Fizeram parte do Júri, elementos da Direcção, Professores do grupo disciplinar de Matemática e funcionários, não docentes, da Escola. Na escolha dos bolos vencedores (1.º, 2.º e 3.º lugares), tiveram-se em conta dois critérios -  criatividade e qualidade.
Os prémios ficaram assim distribuídos:
1.º Prémio - Equipa π Girls – 8.º F
       2.º prémio -  Equipa High School Cake – 8.º B
         3.º Prémio - Equipa Matcakers – 9.º C
Conhecidos os vencedores, realizou-se um lanche-convívio, onde participaram as turmas que concorreram, mediante uma escala pré-definida.
As funcionárias da cantina estiveram envolvidas nesta actividade com a realização de um grande bolo “matemático”, que foi servido à Comunidade Escolar.  
Os alunos participantes mostraram entusiasmo, contagiaram todos com a sua alegria e criatividade, e proporcionaram a toda a Comunidade Educativa presente, um verdadeiroBanquete Matemático. Valeu a pe

Poisson d' avril



En France, on raconte que jusqu'en 1564, l'année commençait le 1er avril. Cette année-là, le roi Charles IX décida de modifier le calendrier. L'année commencerait désormais le 1er  Janvier.


Le 1er janvier 1565, tout le monde se souhaita "bonne année", se fit des cadeaux, se donna des étrennes, tout comme à un début d'année. Seulement quand arriva le 1er avril, quelques petits farceurs eurent l'idée de se faire encore des cadeaux, puisque c'était à cette date qu'avant on s'en faisait. Mais, comme c'étaient des farceurs et que ce n'était plus le "vrai" début de l'année, les cadeaux furent de faux cadeaux, des cadeaux "pour de rire", sans valeur.
À partir de ce jour-là, raconte-t-on, chaque année au 1er avril tout le monde, grands et petits, prit l'habitude de se faire des blagues et des farces.
Comme à cette période de l'année, au début du mois d'avril, en France, la pêche est interdite, car c'est la période de frai des poissons (la période de reproduction), certains avaient eu comme idée de faire des farces aux pêcheurs en jetant des harengs dans la rivière. En faisant cela, ils devaient peut-être s'écrier: "Poisson d'avril!" et la coutume du "poisson d'avril" est restée.
Aujourd’hui, on ne met plus de harengs dans l'eau douce, mais on accroche, le plus discrètement possible, de petits poissons en papier dans le dos des personnes qui se promènent parfois toute la journée avec ce "poisson d'avril" qui fait bien rire les autres.
Certains racontent aussi que le "poisson d'avril" serait devenu "poisson" parce qu'au début du mois d'Avril la lune sort du signe zodiacal de Poissons.
Poor Robin's, Almanac - 1790

O Broas premiado

No dia 23 de Março, quarta-feira, sete alunas do 8.º B que participaram na elaboração do jornal escolar e duas das professoras coordenadoras estiveram presentes na entrega dos prémios do concurso de jornais escolares - Público na Escola - iniciativa do jornal Público e do Ministério da Educação, que decorreu em Braga, no Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho. Os prémios entregues eram referentes ao concurso do ano lectivo transacto com o tema O Que é uma República? 

Neste concurso,  ao nosso jornal - O Broas foi atribuída uma menção honrosa no 2.º escalão, que contempla os jornais das escolas secundárias e profissionais.

O galardão que recebemos é muito bonito, um mosaico vermelho com palavras a negro e branco.  

A responsabilidade de agradecer o prémio coube à Bárbara Taveira e à Laura Félix que leram o seguinte texto:

“Nós, alunas e professoras, representantes da Escola S. Pedro de Vila Real e da equipa responsável pelo nosso jornal - O Broas - agradecemos, em nome de toda a comunidade escolar, a menção honrosa que lhe foi atribuída. Sabemos a importância que os jornais escolares assumem na vida escolar e na formação dos jovens. Estamos conscientes desta verdade. Muitos dos grandes escritores, jornalistas, políticos, quando traçam a sua biografia afirmam “comecei a escrever no jornal da escola”.
Terminamos com uma pequena poesia que pedimos emprestada a Clarice Pacheco e que modificamos para este momento.

Viajar pela leitura e escrita

Viajar pela leitura e escrita
Sem rumo, sem pretensão
Só para viver a aventura
Que é ter um jornal na mão.
É pena que só saiba disso
Quem gosta de ler e escrever.
Experimente!
Assim sem compromisso,
Vai entender.
Mergulhe de cabeça no mundo das letras, palavras, criatividade e imaginação…”

A Violência em Meio Escolar - Parlamento dos Jovens - Ensino Básico

A segunda fase do projecto Parlamento dos Jovens - Sessão Distrital do Círculo Eleitoral de Vila Real - decorreu ao longo do dia 15 de Março, terça-feira, no Instituto Português da Juventude de Vila Real. Estiveram presentes 17 escolas do distrito, aquelas que aderiram e desenvolveram o projecto. A nossa Escola esteve representada pelos alunos/deputados -  Erica Amaral - Pedro Félix - Inês Monteiro - o deputado suplente foi o Francisco Ventura. Todos os alunos são do 8.º C, com excepção da Inês Monteiro que é do 8.º A.


Os trabalhos iniciaram-se com a sessão de perguntas à Senhora Deputada Paula Barros que presidiu à Mesa da parte da manhã. A nossa Escola foi a terceira a apresentar a questão. Foi a Inês Monteiro quem colocou e, muito bem, a seguinte pergunta:
- Em que circunstâncias surgem as moções de confiança ou de censura?
A Senhora Deputada referiu que a nossa questão era muito oportuna e mostrava a nossa atenção à realidade política portuguesa. Explicou que as moções são instrumentos da democracia ao serviço da Assembleia da República e do governo. Esclareceu que o grande objectivo da moção de censura é fazer cair o governo. A moção de confiança serve para apoiar decisões do governo e dar confiança à acção governativa. A maioria das escolas apresentou questões, algumas pertinentes, outras, nem por isso. Esta parte finalizou com o Coffee Break.
A apresentação dos projectos de recomendação, de cada uma das 17 escolas, ocupou o resto da manhã.
O nosso Projecto de Recomendação foi dos últimos a ser apresentado e contemplava as seguintes medidas:
 1.ª – Criar um código de ética, divulgado e analisado nas aulas de Formação Cívica e afixado em vários espaços da Escola, para cultivar a gentileza e as boas maneiras no trato diário (cumprimentar, sorrir, elogiar…).
2.ª – Elaboração e afixação de cartazes para sensibilizar toda a comunidade escolar da importância de reportar todos os casos de agressão, física, verbal e/ou psicológica que presencia.
3.ª – Implementar um gabinete de apoio aos agressores para, numa primeira fase, estes identificarem as causas que os conduzem aos comportamentos violentos e, numa segunda fase, trabalharem a mudança de atitudes.

Notícias de Redes Sociais - notícia do jornal Público


A notícia que escolhemos está na página 4 do jornal Público de quinta-feira, dia 10 de Fevereiro de 2011. Nela é abordada a relação do poder político com as redes sociais.
Artigo do jornal Público, página 4
10 de Fevereiro de 2011
Nas democracias, os políticos utilizam as redes sociais para chegar mais perto dos cidadãos e transmitirem a sua mensagem com um cunho mais pessoal. Basta pensar no nosso Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, que esclarece/justifica os seus discursos e decisões no Facebook.
Nas ditaduras, os políticos não gostam das redes sociais e muitos proíbem-nas nos respectivos países. Temem o seu poder de denúncia das injustiças e atrocidades e a difusão das críticas dos opositores. O poder político pode dominar a maior parte dos mass media e proibir a liberdade de expressão. O controlo das redes sociais é mais complicado.
Na Síria, país que vive, neste momento, uma situação política muito complicada, as redes sociais não estavam disponíveis, eram proibidas. As pessoas, sobretudo jovens, recorriam a estratagemas, como servidores intermédios, para conseguir aceder-lhes e difundir imagens que provam a violência que se estabeleceu, para convocar manifestações e outras formas de luta.
A notícia refere que essa proibição acabou por decisão do presidente sírio, Bashar al-Assad, que está a reformar o país. Esta atitude pretende mostrar que a Síria não tem nada a esconder e, por isso, não receia as informações que possam ser veiculadas pelas redes sociais. Outro objectivo é mostrar que, neste país, há liberdade de expressão.
Interessante é, também, a notícia ao lado desta, que refere a criação de um grupo no Facebook intitulado Somos todos Khaled Said. O grande objectivo é dar a conhecer uma situação de grande violência sobre o jovem Khaled. Este egípcio de 28 anos foi espancado até à morte por dois polícias, que pensavam que ele tinha denunciado, através da Internet, a participação dos polícias no tráfico de droga. Na revolta contra Hosni Mubarak, as redes sociais tiveram um papel fundamental.
A política tem um aliado, ou opositor, nas redes sociais!


André Martins - Samuel Martins - 11.º TGEI

Notícias de redes sociais - Síria autoriza YouTube e Facebook

A notícia que escolhemos está na página 4 do jornal Público de quinta-feira, dia 10 de Fevereiro de 2011. Nela é abordada a relação do poder político com as redes sociais.
         Nas democracias, os políticos utilizam as redes sociais para chegar mais perto dos cidadãos e transmitirem a sua mensagem com um cunho mais pessoal. Basta pensar no nosso Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, que esclarece/justifica os seus discursos e decisões no Facebook.
Nas ditaduras, os políticos não gostam das redes sociais e muitos proíbem-nas nos respectivos países. Temem o seu poder de denúncia das injustiças e atrocidades e a difusão das críticas dos opositores. O poder político pode dominar a maior parte dos mass media e proibir a liberdade de expressão. O controlo das redes sociais é mais complicado.
Na Síria, país que vive, neste momento, uma situação política muito complicada, as redes sociais não estavam disponíveis, eram proibidas. As pessoas, sobretudo jovens, recorriam a estratagemas, como servidores intermédios, para conseguir aceder-lhes e difundir imagens que provam a violência que se estabeleceu, para convocar manifestações e outras formas de luta.
A notícia refere que essa proibição acabou por decisão do presidente sírio, Bashar al-Assad, que está a reformar o país. Esta atitude pretende mostrar que a Síria não tem nada a esconder e, por isso, não receia as informações que possam ser veiculadas pelas redes sociais. Outro objectivo é mostrar que, neste país, há liberdade de expressão.
Interessante é, também, a notícia ao lado desta, que refere a criação de um grupo no Facebook intitulado Somos todos Khaled Said. O grande objectivo é dar a conhecer uma situação de grande violência sobre o jovem Khaled. Este egípcio de 28 anos foi espancado até à morte por dois polícias, que pensavam que ele tinha denunciado, através da Internet, a participação dos polícias no tráfico de droga. Na revolta contra Hosni Mubarak, as redes sociais tiveram um papel fundamental.
A política tem um aliado, ou opositor, nas redes sociais!


                                                                                       André Martins - Samuel Martins - 11.º TGEI

La Chandeleur

No dia 2 de Fevereiro, o grupo disciplinar de Francês comemorou La Chandeleur. Procedeu-se, numa primeira fase, ao trabalho de planificação e distribuição de tarefas pelos docentes do grupo e à sensibilização dos alunos para a importância da festa no contexto da cultura francesa. Os alunos pesquisaram informação sobre esta festividade: a sua história, hábitos e costumes, provérbios e receitas de crepes. A par da divulgação da actividade junto dos alunos, também se recorreu à sua promoção através da distribuição à Comunidade Educativa dos famosos crepes (doçaria típica de La Chandeleur), acompanhada de uma demonstração “in loco” da confecção destes. Todos quiseram participar, demonstrando as suas habilidades no “salto” do crepe.

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