Reflectir as Redes Sociais

Nas aulas de Introdução à Filosofia, os alunos do 11.º F reflectiram sobre as implicações das redes sociais em diferentes áreas da vida humana. Ficam  aqui algumas das principais ideias.

As redes sociais reúnem pessoas de diferentes culturas e latitudes, fazendo com que  seja um meio muito apropriado para quem quer conhecer ou aprender mais sobre as sociedades e civilizações mais distantes de nós.
O domínio de várias línguas, sobretudo Inglês, facilita a comunicação entre pessoas de continentes, países diferentes. Leva a melhores relações inter-continentais e intra-continentais. No mundo virtual das redes sociais, o gesto tem pouco significado, a palavra é que domina. As redes sociais exigem o conhecimento de línguas, mas também representam uma maneira de aprender e aperfeiçoar as línguas dos outros.
É curioso pensar e verificar esse facto.
                                                                        Diana Martins

Os meios de comunicação estão sempre presentes na nossa vida, a manipulação da informação, também. É assim. Infelizmente.
As redes sociais levam à proliferação de ideias, muitas vezes de pessoas com más intenções e até de seitas que querem atrair crentes. As ideologias perigosas que apelam, por exemplo, à violência podem moldar outras pessoas, em especial, os jovens. Não é por acaso que se diz que os meios de comunicação são o quarto poder.
As assimetrias existentes entre zonas rurais e urbanas, países industrializados e países em vias de desenvolvimento, vão diminuindo e as redes sociais dão o seu contributo para isso. As distâncias são cada vez mais fáceis de ultrapassar.
Temos que aproveitar o que as redes sociais e os outros meios de comunicação têm de melhor e evitar e controlar o que têm de pior. 
Diana Ferreira - Sara Teixeira - Renata Esteves - Vera Leila
 
As redes sociais são uma forma de convívio muito usual nos dias de hoje. São, cada vez mais, conhecidas e usadas por pessoas de todas as faixas etárias.
No entanto, as redes sociais estão a mudar, a afectar as relações e a reduzir a comunicação em presença entre as pessoas. Estabelecem-se relações de amizade e amor, relações virtuais, através das redes sociais. É mais fácil enganar os outros por este meio, podem-se colocar fotos que não são da pessoa que está em rede. Alguns dos encontros marcados com quem se conheceu por este processo podem acabar em violações, raptos, roubos...
Um conselho: se marcares um encontro desta maneira, avisa alguém em quem confies e procura que ele decorra num sítio público, que tenha gente, não num lugar isolado.

Bruna Choupina - Filipa Rodrigues - Helena Botelho - Rita Pinto - Soraia Damião

Conhecer património histórico-cultural

 
Após um ano de trabalho em que se estudou, em História A do 10.º ano, a Antiguidade, a Idade Média e grande parte da Idade Moderna, fomos conhecer património histórico-cultural que nos remete para o passado. Subimos ao alto das muralhas do Castelo de Penedono, mais antigo que Portugal. Percorremos os caminhos de Marialva e vimos as suas igrejas. Acabámos visitando a Igreja, o Mosteiro de Santa Maria de Salzedas e a Torre da Ponte da Ucanha.

Uma Vida de Trabalho e Boa-vontade

Lembrando e homenageando as centenas de professores que transmitiram o seu saber e contribuíram para a formação de várias gerações ao longo destes 50 anos e, na impossibilidade de a todos lembrar, O Broas escolheu o Professor Maldonado colega e docente de quem todos guardam gratas recordações, pessoa que sempre revelou uma humanidade e afabilidade de trato excepcionais. A todos deu a dádiva da sua atenção e disponibilidade. Em nome de todos os que o conheceram um grande Bem-haja. Aqui fica o seu retrato profissional e o testemunho de alguns colegas que com ele trabalharam mais de perto.
António João Maldonado Pires 
Natural de Contim, freguesia de Santalha, concelho de Vinhais  
60 anos - Casado - 2 filhos 
Aposentado ao fim de 38 anos de trabalho/serviço


CARREIRA PROFISSIONAL
- 1974/75 - Professor de Grafias na Escola Técnica do Dão
- 1975/76 - Professor estagiário de Tecnografias na Escola Industrial e Comercial de Vila Real
- 1976/77 - Professor agregado 12.º Grupo (Tecnografias) na Escola Industrial e Comercial de Vila Real
- 1977/78 até 1983/84 - Professor efectivo do 12.º Grupo - C (Secretariado), na actual Escola Secundária António Sérgio de V. N. de Gaia
- 1984/85 até 1991/92 - Professor efectivo  do 12.º Grupo -  C (Secretariado)  na Escola  Secundária de  S. Pedro, em Vila Real.
- 1991/92 - Professor Destacado no Projecto Minerva - Pólo da UTAD.
- 1992/93 - Professor Destacado no Projecto Minerva - Pólo da UTAD e Responsável pelo Centro de Apoio Local de Vila Real do Projecto Minerva.
- 1993/94 - Professor do Quadro de Nomeação Definitiva do 12.º Grupo - C (Secretariado) na Escola  S/3 S. Pedro - Vila Real.

FUNÇÕES DESEMPENHADAS
- Delegado e Subdelegado de Grupo na Escola Secundária N.º 1, de Vila Nova de Gaia
- Subcoordenador dos Directores de Turma na Escola Secundária N.º 1, de V. N. de Gaia
- Coordenador do Curso Profissional Auxiliar Administrativo e Técnico Profissional de Secretariado, na Escola Secundária de S. Pedro - Vila Real
- Membro do Conselho Directivo na Escola  Secundária de  S. Pedro - Vila Real
- Professor de Noções de Informática do Curso Técnico-Profissional de Manutenção Mecânica e do Curso Técnico-Profissional de Secretariado na Escola Secundária de S. Pedro
- Professor de Informática do Curso Técnico de Gestão PME's na Escola Profissional do ISEFOC, em regime de acumulação
- Coordenador Pedagógico na Escola Profissional do ISEFOC.
- Professor de Aplicações Informáticas do Curso Técnico de Contabilidade, desde 1994/95, na Escola Profissional do NERVIR de Vila Real, em regime de acumulação.
- Assessor do Conselho Executivo da Escola S/3 S. Pedro – Vila Real
- Elemento do Agrupamento de Exames de Vila Real/Júri Nacional de Exames, convocado pela DREN, no ano lectivo de 1996/97.
Coordenador do programa informático ENES98, no Agrupamento de Exames de Vila Real/Júri Nacional de Exames, convocado pela DREN, no ano lectivo de 1997/98.

Acordo Ortográfico - Perspectivas para o Próximo Ano Lectivo...

Novidade? Não. O acordo ortográfico não é uma novidade. As vontades de mudanças na Língua Portuguesa surgem desde 1911, sendo a mais recente datada de 1990. As mudanças pretendem uma aproximação da oralidade à escrita, simplificando o ensino e aprendizagem, unificando os países de língua oficial portuguesa e fortalecendo a cooperação entre os países da CPLP, ou seja, Comunidade de Países de Língua Portuguesa. Claro está que estas mudanças não agradaram a todos. A etimologia das palavras perderá o seu valor, a sua força, a sua razão de ser em muitos casos. Este novo acordo irá obrigar à publicação de manuais novos para as instituições de ensino, de novos documentos oficiais, modelos burocráticos e tantos outros. Muitos são os argumentos contra ou a favor deste novo acordo. Na verdade, o grande receio é o de adaptação. Adaptação de todos os que aprenderam, ensinaram com uma grafia específica e que vêem, de repente, uma alteração a muito do que aprenderam. O afecto, porque afinal é disto que se trata, será sem dúvida abalado.  Mas, sejamos realistas: a Língua Portuguesa é uma língua viva e, como tal, em constante mudança. Estamos perante uma mudança, radical para alguns, nova para as crianças que vão dar os seus primeiros passos no mundo das letras. E, se a mudança assusta, também é necessária. Chamamos a isto evolução da língua. O novo acordo entrou em vigor já em Janeiro de 2009, decorrendo um período de transição e adaptação para todos. No próximo ano lectivo, todos teremos de fazer um esforço manifestamente significativo para, não só ensinarmos como aprendermos as novas regras. Mas, afinal, que mudanças são essas? Eis alguns exemplos:
O alfabeto nacional passa a incluir as letras k, w e y.
Os meses do ano, os pontos cardeais serão escritos com minúscula.
Será permitida dupla grafia (maiúscula ou minúscula) em expressões de tratamento, sítios públicos e edifícios (ruas, avenidas, praças), nos nomes de disciplinas ou campos do saber (história, português).
Suprime-se a consoante muda, em palavras como: ação, adoção, egito, direto.
Anulam-se acentos gráficos em palavras graves. São exemplo: veem, pera.
As palavras acentuadas nos ditongos “oi” e “ei”, perdem o acento: estoico, asteroide.
O hífen é também anulado em situações específicas, como nos seguintes exemplos: extraescolar, autoestrada, no verbo haver: hás de, hei de.
Algumas palavras poderão ter dupla grafia devido às diferentes pronúncias que variam de país para país. Assim temos, infeccioso/infecioso; característica/caraterística; facto/fato, e outros mais.
Outras mudanças há mas que não cabem aqui. O melhor será mesmo adquirir um daqueles livrinhos de bolso para estar sempre actualizado. E que bem que vai saber ver todos e todas de livro na mão à procura da grafia certa! A procura do conhecimento não é vergonha, é, sim, a certeza de estar vivo. Entretanto, ao escrever este pequeno artigo, muito se queixou o meu portátil! Ele também tem de se actualizar ou atualizar!!
                                                               Paula Cardoso - professora de Língua Portuguesa

A Escola e as Pessoas - Manuel Beleza


Manuel Maria Matos Beleza
56 anos
Aluno no curso nocturno de Aperfeiçoamento do Comércio durante 4 anos
Assistente Operacional nesta Escola há 6 anos


Como e quando foi o seu 1.º dia nesta escola?
Foi em 1969. Entrei na escola (tinha aulas à noite), conheci os colegas, apresentei-me aos professores. Na altura chamava-se Escola Comercial e Industrial de Vila Real.

Como via a Escola?
Gostava, porque tinha bons professores e aprendia coisas úteis e interessantes para a vida .

Havia muitos alunos e professores?
Muitos, mas não tantos como agora. Recordo-me do professor de Geografia, José Américo.

O que achava dos professores, funcionários e dos outros alunos?
Não tenho nenhuma razão de queixa.

O que fazia nos intervalos?
Íamos para o pavilhão e ficávamos muito contentes. Era a única altura em que podíamos ir para lá, pois não tínhamos Educação Física.

Havia bar? E refeitório?
Havia bar e refeitório, mas à noite só funcionava o bar.

Havia muitos alunos a comer na cantina? O que comiam?
Não sei… não frequentava a Escola de dia.

Havia biblioteca? E tinha muitos livros?
Sim, havia biblioteca, mas tinha poucos livros.

A escola tinha muitas condições de higiene? Havia balneários?
Sim, havia balneários, e a Escola tinha muito boas condições de higiene.

Gostou de andar na escola?
Sim, gostei imenso. Tenho boas recordações.

Está de acordo com as obras planeadas?
 Sim, concordo plenamente. A Escola precisa.

Refira um momento importante que viveu na Escola.
Um momento importante que aqui vivi foi ter sido seleccionado para a equipa de basquetebol.

Conte uma história dessa época.
As excursões/visitas de estudo em que participavam os alunos do regime diurno e os do nocturno. O convívio no autocarro era muito bom. Fomos a muitos sítios, Viana do Castelo…

Trabalho de Área de Projecto do 7.º C
              Gonçalo Cardoso - João Leandro - João Victor Pinto - Maria Inês Bastos - Maria Teresa Jácome

A Escola e as Pessoas - Ana Maria Cleto


Ana Maria Correia Bessa Cleto 
Natural de Vila Real - 50  anos
Casada - mãe de um filho -  avó de um neto de três anos 
Aluna desta Escola do curso de Secretariado durante 3 anos 
Assistente Operacional, nesta Escola, há 14 anos.

Como e quando foi o seu 1.º dia nesta Escola?
Foi em Setembro de 1977. Foi um dia complicado, os rapazes iam por um lado, as raparigas por outro, não estavam juntos. Havia turmas para rapazes e turmas para raparigas.

Como via a Escola?
A Escola era um local de grande regime e disciplina. Não havia palavrões nem agressões.

Havia muitos alunos e professores?
Sim. Havia muitos mais alunos e professores do que agora.

Que opinião tinha dos professores, funcionários e dos outros alunos?
Os professores e os funcionários eram mais autoritários do que hoje e os alunos eram mais respeitadores. Eles mandavam e os alunos obedeciam.

O que fazia nos intervalos?
Os intervalos eram muito divertidos, fazíamos muitos jogos - Stop - Macaquinho do Chinês...

Havia bar? E refeitório?
Havia bar, era onde é hoje a Reprografia, mas não me recordo onde era o refeitório.

Havia muitos alunos a comer na cantina? O que comiam?
Sim, havia muitos, mas não sei como eram as ementas, eu ia sempre comer a casa.

Havia biblioteca? E tinha muitos livros?
Havia, mas não tinha muitos livros. Não era muito frequentada, não havia computadores...

A escola tinha condições de higiene? Havia balneários?
Sim, tinha balneários, havia muitas condições higiene e os alunos eram mais cuidadosos.

Gostou de andar na escola?
Sim, gostei muito. Fiz amizades e tenho boas recordações. Gostava muito das aulas de Dactilografia, apesar dos testes serem muito difíceis, tínhamos que memorizar o teclado.

Está de acordo com as obras planeadas?
Sim. A Escola está muito velha, basta olhar para o chão e para as janelas.

Refira um momento importante que viveu na Escola.
Ter sido aluna do Professor Maldonado. Era espectacular a ensinar e excelente pessoa.

Conte uma história dessa época.
Uma brincadeira que eu fazia era, muito sorrateira, tirar o boné ao Sr. Oliveira, o porteiro.

Trabalho de Área de Projecto do 7.º C
              Gonçalo Cardoso - João Leandro - João Victor Pinto - Maria Inês Bastos - Maria Teresa Jácome

A Minha Escola...

A Minha Escola - Primeira Geração

A Escola tem 50 anos de existência o que permitiu educar e formar três gerações. O Broas foi à procura de alunos cujos pais e avós aqui tivessem estudado. Identificámos vários casos, mas, por falta de espaço,  pedimos apenas a uma aluna e à sua família que testemunhassem a sua passagem por esta Escola.
 
António Durão do Amaral 
67 anos - reformado (restauração) 
Estudou sete anos na Escola S. Pedro (cinco anos no anterior edifício e dois anos no actual)
Comecei por estudar no edifício antigo da São Pedro em 1956, passado cinco anos, mais tarde, passei para o novo edifício onde estudei durante dois anos, no curso industrial. A escola, como a conhecemos hoje, não existia na minha altura, havia um respeito enorme pelo professor, por exemplo, quando o professor chegava, a turma tinha de se levantar e só se sentava quando o professor autorizasse, não havia qualquer tipo de falta de respeito ao professor, havia uma certa distância entre aluno e professor.
Os professores que mais me marcaram, pela positiva, foram o professor de Tecnologia, Engenheiro Vaz Osório, e a professora Noémia Sampaio, de Português. Eram bons professores, muito empenhados, preparavam bem as aulas, que funcionavam muito bem. Interessavam-se pela aprendizagem dos alunos.
Na minha altura existiam torneios de andebol e basquetebol contra as outras escolas, eu adorava! O balanço que eu faço da minha vida estudantil nesta escola é muito bom, adquiri muitos conhecimentos que me ajudaram na minha vida, fiz muitas amizades que me ajudaram e que ainda hoje mantenho.

A Minha Escola - Segunda Geração
Marco Carlos Barbosa do Amaral
41 anos - curso de Educação Física incompleto
Comecei a estudar nesta Escola no ano de 1985 com 16 anos, estudei nesta escola 3 anos. Na altura a relação dos alunos com os professores era uma relação com muito respeito.
Houve muitos professores da Escola S. Pedro que me marcaram, mas a que mais me marcou foi a Professora de Geografia, Conceição Rodrigues, que tinha grande simpatia e carinho pelos alunos, mesmo pelos de Desporto, que eram “terríveis”.
Dos funcionários tenho, igualmente, boa recordação de todos, mas aquele com quem simpatizava mais era o Senhor Libório, que está na portaria e controla as entradas e saídas na Escola. Ele gostava de nos acompanhar quando íamos jogar com as outras escolas e dava conselhos. A Festa das Broas era o ponto alto do ano. Durante as Broas os alunos davam concertos, faziam teatros, havia torneios entre as turmas, entre muitas outras actividades. Eu participava nas provas desportivas. A minha vida estudantil nesta escola foi óptima, pois aprendi muito e fiz muitas amizades que ainda hoje mantenho.

A Minha Escola - Terceira Geração
                                                                                                                                   
Erica Miranda Amaral 
14 anos - natural de Vila Real
Estudante - três irmãos (os gémeos de 3 anos e o pequenino de um ano)
gosta de tocar guitarra, de acampar e de brincar com os irmãos.

Comecei a estudar nesta Escola no ano passado, quando tinha 12 anos. Escolhi esta Escola porque é muito perto da minha casa, venho a pé e os meus amigos e colegas dos 1.º e 2.º ciclos vieram, também, para aqui estudar.
Custou adaptar-me ao espaço, a Escola Diogo Cão, onde fiz o 2.º ciclo, funciona em edifícios de um piso só, tendo as salas porta para o exterior, não havia escadas, nem corredores, nem empurrões,… aqui há mais alunos. Os “grandes”, os do Secundário, não são muito visíveis pelo facto de eles terem mais aulas de manhã e nós, o 3.º ciclo, de tarde.
A nível de estudo também foi uma grande mudança, há mais disciplinas, mais professores, mais trabalho, mais exigência. Eu estou aqui há relativamente pouco tempo, por isso ainda ninguém me marcou, mas já conheci muitas pessoas que me ajudaram.
Gosto das actividades que a Escola propõe e procuro participar nelas. Entre aquelas em que participei destaco as Olímpiadas do Ambiente e o Projecto Parlamento dos Jovens.  Ambas foram experiências positivas. Pelo segundo ano, formei lista e participei em todas as fases do projecto do Parlamento dos Jovens - sessão escolar - sessão distrital e este ano, com grande alegria, também estive na sessão nacional. Nos dias 2 e 3 de Maio, fomos a Lisboa, à Assembleia da República, para a terceira e última fase do Projecto, a sessão nacional. Gostei de tudo, foi uma experiência incrível.
No sábado, dia 4 de Junho, participei com outros colegas nas Comemorações do Cinquentenário da Escola neste edifício. Tocámos guitarra e cantámos a canção A Fisga, dos Rio Grande. Foi bonito e os ensaios foram divertidos.
Na Festa das Broas gosto do concurso de talentos e das actividades desportivas. O pouco tempo que eu passei nesta Escola não me permite fazer um balanço definitivo, mas, se tudo continuar assim, acho que vai ser um percurso bom, com mais altos do que baixos.

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