Vale a pena visitar o Palácio de Mateus


Uma coisa é aprendermos nas aulas de História que o Barroco tem horror ao vazio, gosta da linha curva e dos elementos vegetalistas… outra coisa, mais interessante, é visualizar tudo isso no Palácio de Mateus. As turmas do 8.º A - 8.º B - 8.º C - 8.º D -  8.º E - 8.º F, foram conhecer esta obra de Nicolau Nazoni que tanto valorizou o concelho de Vila Real e é um dos principais atractivos culturais da cidade.  Vale a pena visitá-la, encerra tanta beleza!


Descobrir o Museu da Vila Velha


Uma aula de campo no Museu da Vila Velha proporciona a descoberta das origens da cidade de Vila Real e remete-nos para D. Dinis, o rei fundador desta cidade.  Os alunos do 7.º F, no dia 6 de Junho, viveram essas descobertas. No Centro de Informação e Interpretação do Parque Natural do Alvão conheceram a biodiversidade que aquele Parque encerra e devemos respeitar.

Vila Real tem tesouros que poucos conhecem...

Alguns dos tesouros de Vila real estão guardados no Museu de Arqueologia e Numismática. Os alunos do 7.º H tiveram uma aula de campo de História, neste espaço, no dia 3 de Junho. Conheceram as maquetas que recriam a vida na Pré-história, a construção dos monumentos megalíticos, os rituais praticados no Santuário de Panóias. A romanização é lembrada pelo vasto espólio de moedas romanas.     

Inovar nas Práticas Pedagógicas

A quem ensina é necessário ter a mente aberta e disponibilidade para olhar sem reservas ou preconceitos para tudo o que é inovador. Tudo deve ser perspectivado como possível estratégia ou ferramenta para o ensino. Ponderada a aplicabilidade compete, a cada um, tomar a decisão. Alguns depoimentos da vanguarda da utilização das redes sociais no ensino. Leia e decida. 
Testemunhos:

Ensinar com as Redes Sociais - Professora Paula Ferreira

Paula Ferreira
Professora de Educação Física
Orientadora de estágio de Educação Física em protocolo com a UTAD
 Há mais de dois anos que estou registada no Facebook. Tomei esta decisão para ocupar tempo livre e estar em contacto com amigos e familiares.
Mais tarde, descobri a vertente do trabalho. Pelo Facebook, comunico com colegas de outras faculdades, trocamos experiências e materiais didácticos. Para os meus formandos, como não existe um manual, utilizo esta via para disponibilizar textos de apoio e apontamentos - unidades didácticas - planos de aula - projectos de actividades - relatórios - balanço de aulas assistidas - testes. Todos estes materiais circulam por este meio.
Utilizo-o para contactar com a UTAD e, em particular, com a Coordenadora dos estágios pedagógicos.
Devo esclarecer que este não é o único meio de comunicação a que recorro. Uso muito o email. O problema é que no email não se pode mandar muita informação junta, pois “entope”, as redes sociais não têm este problema. Para mim, o Facebook é, sobretudo, um “telefone a custo zero”.
Pode ser usado como instrumento didáctico-pedagógico, podemos conhecer melhor os nosso alunos lendo e analisando os textos e imagens que eles colocam na rede. Podemos saber os seus horários, muitas vezes, passa da meia-noite, semana de aulas, e eles estão acordados, despertos, no Facebook. É preocupante, é impossível que no dia seguinte estejam concentrados nas actividades lectivas.  Muitas vezes, mando-os ir dormir. Os pais deviam estar atentos aos computadores e telemóveis nos quartos dos meninos.
Outro facto que constato e me preocupa são os perfis com demasiada exposição, por vezes revelando aquilo que deve ficar na esfera da privacidade.
Devia esclarecer-se e debater-se o tema redes sociais com alunos e encarregados de educação. Talvez seja mais uma missão para a escola desenvolver.
Gosto de tudo o que as redes sociais têm de bom, mas tenho consciência de que, para os jovens desprevenidos e desinformados, escondem muitos perigos.
Vale a pena pensar nisto!

Ensinar com as Redes Sociais - Professora Lídia Branco


Maria Lídia Branco
Professora de EMRC

Inscrevi-me no Facebook tentada pelo convite de uma amiga. No início não percebia nada de redes sociais, fui descobrindo e gostando.
Têm muitas potencialidades para explorar e usufruir  - posso falar com os meus amigos de um modo mais barato do que se usasse o telemóvel - nas fotografias que me enviam, vejo os meus sobrinhos, de Lisboa, crescer -  descubro e ouço músicas de que gosto.
Desde o início que uso o Facebook para trabalhar. Permite-me comunicar com os meus colegas de grupo na licenciatura que estou a finalizar, Psicologia. Evita que sejamos obrigados a sair de casa e a reunirmo-nos todos num mesmo espaço. Podemos estar, em lugares dispersos e distantes e comunicar de modo eficaz.  É mais confortável.
Na minha actividade lectiva, é, também, através do Facebook, que participo em fóruns e acções de formação promovidas pelo Secretariado Nacional de Educação Cristã. Existe um coordenador que esclarece  as dúvidas que tenho pela rede social. É mais rápido que utilizar o email, pois se a ele recorrer tenho que ficar à espera que ele o veja. Pode demorar muitas horas, dias até. No Facebook tenho a dúvida esclarecida em directo, sem demoras. É prático e funcional.
Faço parte de um grupo pertencente ao Secretariado Diocesano da Juventude, organismo que promove actividades para jovens. Tenho informação sobre as suas iniciativas recorrendo, mais uma vez, à rede social.
A Paróquia a que pertenço e onde dou catequese, esporadicamente, disponibiliza as leituras e materiais para exploração, por esta via. Grande parte das minhas actividades profissionais e de voluntariado passam pela utilização desta ferramenta informática.
Posso contactar alunos pelo Facebook mas não para trabalhar, estou atenta ao que transmitem e isso  ajuda-me a conhecê-los melhor.
Para os jogos que as redes sociais disponibilizam, não tenho tempo.

Ensinar com as Redes Sociais - Professora Fátima Campos

Fátima Campos
Professora de Língua Portuguesa
Começo por confessar que quando uma amiga me fez o convite para aderir ao Facebook não fiquei muito entusiasmada. Pensei logo nos perigos que poderiam estar envolvidos: a perda de privacidade, o facto de pessoas desconhecidas terem acesso à minha conta, às minhas fotos, comentários, etc. Mas também pensei no que esta nova ferramenta informática me poderia trazer. E já tive alegres surpresas, como a de ter pedidos de amizade de familiares que já não via há décadas ou de ex-colegas do Liceu de Vila Nova de Famalicão, onde fiz os meus estudos desde o sétimo ano até ao décimo segundo. Estranhos tempos estes em que os primos e primas, tios e sobrinhos fazem pedidos de amizade uns aos outros via internet! Estranhos, sem dúvida, mas não deixam de ser o mais corriqueiro, o mais actual. Assim, há que acompanhar os tempos e ser cibernauta.
Para além destes pedidos de amizade de familiares e de amigos (amigos já de anos), fiquei agradavelmente surpreendida com os pedidos de amizade de alunos actuais ou de ex-alunos. Com eles tenho conversado no chat. Os temas de conversa são variados, desde dúvidas sobre a matéria que vai sair no próximo teste, até sugestões de leitura, passando por comentários sobre as fotos de perfil de uns e de outros.
Gosto de ter estas conversas não só com os meus alunos, mas também com os amigos. Às vezes, a vida não nos deixa muito tempo nem disponibilidade para conversarmos e, quando tomamos consciência, já passou tanto tempo e não sabemos nada sobre quem é importante para nós. Como, por exemplo, a família que está longe e que fica perto, à distância de um clic no chat. Podemos mandar mensagens, dizer que gostamos, um like postado aqui, um like postado ali e talvez levemos um sorriso ao rosto de pessoas que não contavam com a nossa simpatia. É bom ouvir e ler que gostam de nós! E há outros que ficam a saber que gostam de nós, que temos quem se importe connosco e que gosta da nossa presença nas suas vidas.

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