Participação no projeto Euroescola...




As alunas Inês Rento e Ana Margarida Bulas Cruz, do 11.º A e 11.º C, respetivamente, representaram o distrito de Vila Real na Sessão Nacional do projeto Euroscola, que decorreu na Assembleia da República, nos dias 28 e 29 de maio do presente ano.
Neste projeto é apresentado um trabalho que tem uma parte escrita e uma parte oral (apresentação) sobre a União Europeia. No antigo Refeitório da Assembleia da República, decorreu a apresentação dos trabalhos dos 18 distritos. Ficámos em 9.º lugar, mas temos esperança de ainda ir a Estrasburgo. Há muitas escolas que desistem!

Como celebrar o Dia Internacional dos Museus?


O Dia Internacional dos Museus comemora-se a 18 de maio. Como celebrar este dia? Nada mais óbvio: visitar museus, até porque, neste dia, a entrada é gratuita. Os alunos de Humanidades do 11.º G, acompanhados pela Diretora de Turma e pela professora de História, foram à invicta e sempre leal cidade do Porto descobrir o Museu Romântico - Museu Nacional Soares dos Reis - Mercado Ferreira Borges - Palácio da Bolsa e as pontes em ferro D. Luís e D. Maria. Conhecimento, cultura, convívio e alegria, com o Douro sempre por perto, dominaram aquele que foi um dia feliz para todos os participantes.

Projeto Portas Abertas...


Alunos do 9.º ano, 11.º de Economia, inscritos em História e 12.º de Humanidades visitaram o quartel do RI 13 a convite desta instituição militar há muitos anos sediada na cidade de Vila Real.
O projeto Portas Abertas tem como grandes objetivos  estreitar a relação entre o RI 13 e a comunidade vila-realense  e dar a conhecer todas as valências que  possui. Foi possível conhecer: a sua história visitando o seu Museu e Biblioteca; a sua participação em vários conflitos, como a Guerra Colonial em África; o armamento, equipamento e veículos de combate; o circuito de preparação física...

Somos o que comemos!


Comer é uma necessidade fisiológica e um ato social. O Celeirodieta veio à Escola lembrar a importância da alimentação equilibrada e mostrar novas e menos convencionais opções alimentares. Houve lanche com bebida, iogurte, hambúrgueres e sobremesas de soja, entre outras iguarias saudáveis. A palestra dinamizada pela Dr.ª Sara Avellar relembrou aos alunos dos 8.º D e 8.º H e professores acompanhantes alguns conceitos chave de uma alimentação saudável, variada e equilibrada.

A Presença de Vila Real na Guerra em África



25 de Abril Sempre! Fascismo Nunca Mais!

É preciso lembrar e comemorar abril. É urgente ensiná-lo às novas gerações. É necessário ter consciência que a liberdade não é uma conquista definitiva. Para ensinar e relembrar o dia extraordinário que pôs fim a 48 anos de Ditadura, o grupo disciplinar de História concretizou duas grandes iniciativas subordinadas a estes objetivos: Conhecer as consequências do colonialismo do Estado Novo - Identificar as três frentes de batalha da Guerra Colonial - Ouvir o testemunho de intervenientes diretos no conflito - Aprender e explorar poemas e canções sobre a Guerra Colonial - Recolher informação sobre a Guerra Colonial - Relacionar a História local com a História nacional - Refletir sobre a herança da Guerra Colonial.
Ao longo do segundo período, os alunos realizaram  pesquisas junto de familiares que viveram em África ou aí cumpriram serviço militar, em livros e na Internet, sobre o tema Guerra Colonial. Recolhida e explorada a informação, elaboraram-se os trabalhos para as duas grandes atividades.
A primeira atividade foi a Exposição - Guerra Colonial: um passado recente - que esteve patente no átrio principal da Escola, na semana de 23 de abril a 02 de maio. Foi constituída por trabalhos realizados pelos alunos do 9.º ano: quadras e desenhos; fotografias de familiares de alunos que cumpriram o serviço militar numa das três frentes de guerra, em África; espólio fotográfico, gentilmente cedido pelo Senhor António Duarte Carvalho, um apaixonado pela temática da guerra e que tem desenvolvido um interessante e necessário trabalho de recolha de fotografias relativas à Guerra Colonial e objetos africanos como máscaras e outras esculturas em madeira, capulanas, cestaria, material militar usado na guerra (secretária do mato, utensílios para o banho no mato, farda e equipamento usado em África, jornais de caserna)… que a generosidade de algumas pessoas e do RI 13 permitiu englobar na Exposição. O grupo disciplinar de História agradece a boa vontade do aluno Luís Reboredo do 9.º C e da sua mãe, assim como da professora Ana Alencoão e do RI 13, que disponibilizaram muitos objetos e materiais.
A segunda atividade, a Palestra - Testemunhos na Primeira Pessoa, teve como intervenientes: Dr. Ângelo Sequeira, Prof. Ribeiro Aires e Prof. Carlos Almeida, que cumpriram serviço militar em Moçambique, Guiné-Bissau  e Angola, respetivamente, decorreu na segunda-feira - 23 de abril. Estiveram presentes alunos do 9.º ano, 11.º F e 12.º E. Aprendeu-se muito e o entusiasmo dos oradores e as suas histórias e estórias de Guerra prenderam a atenção de todos.
Não podemos reproduzir todas as palavras ditas, mas ficaram na memória: as condições das viagens de barco que, para Moçambique, era um mês no mar, não iam pelo Canal do Suez, contornavam o Cabo da Boa Esperança; as difíceis condições em que se sobrevivia no mato, por vezes, retratado com humor, como aquele militar responsável por um pequeno pelotão que estava esquecido no meio do nada. Quando, finalmente, foram resgatados, eram um grupo de barbudos com a farda em fiapos. Perguntam-lhe: Desde quando é que estão aqui? Resposta pronta: Quando o Vasco da Gama passou para cima, nós viemos para baixo!;  Saber da alimentação monótona e tristonha proporcionou espanto e alguns sorrisos. Alturas havia em que a água parecia chocolate, não pelo sabor/odor, mas pela cor. Comia-se, sempre, arroz, salsichas e fiambre, por vezes já com um cheiro nauseabundo. Os oficiais, segundo o testemunho do Dr. Sequeira, eram mais bem alimentados. Em todas as refeições, um soldado fardado de modo irrepreensível, apresentava a lista que continha verdadeiras iguarias da haute cuisine como Pescada à Meuniére,… durante uns momentos  debatia-se, hesitava-se na escolha… por fim, decidiam-se pela sugestão do Chefe - arroz, feijão frade e atum! Não havia outra coisa!
No final homenagearam-se os que combateram na insensata guerra que custou a vida a cerca de 9 mil soldados e feriu 100 mil. A Bárbara Taveira e a Laura Félix, do 9.º B, declamaram O Menino de Sua Mãe de Fernando Pessoa e alunos do 9.º B e do 9.º C cantaram Aquele Inverno dos Delfins que termina assim… lembrar o que alguém que voltou veio contar… recordar… recordar…
Foi o que fizemos!


Cumpriu-se a Arte e da Beleza se fez Luz...

O grupo de Artes Visuais todos os anos embeleza a Escola com as obras de arte que os alunos do 3.º ciclo produzem nas aulas de Educação Visual e/ou Oficina de Artes. Este ano, sobressaíram pela sua beleza, qualidade e originalidade:
- as máscaras expostas no período do Carnaval elaboradas com pasta de sabão, gesso, missangas...;
- as telas e T-shirts com reproduções de obras de arte das correntes do início do século XX;
- o painel da primavera com as flores, árvores, passarinhos e borboletas de origami que alegraram, com as cores primaveris, o átrio principal da Escola;
- os livrinhos ilustrados com a história A Rã e o Escorpião que, no final apresenta uma conclusão útil: As pessoas de maus instintos injetam sempre o veneno nas suas vítimas, os mais fracos.
Todos os trabalhos elaborados integrarão uma exposição que se realizará no início do próximo ano letivo. O grupo de Artes Visuais convida toda a Comunidade escolar a visitar essa futura exposição.

Ouvir os Nossos (Futuros) Economistas...

A crise gera debates, reflexões, propostas...O Broas decidiu ouvir os maiores especialistas da Escola: os melhores alunos de Economia. Perguntámos se concordavam com as medidas adotadas pelo Governo; quais as medidas que adotavam se fossem ministro da Economia/Finanças e qual a corrente económica preferida - intervencionismo ou neoliberalismo?

 Luana Cruz Correia 
15 anos - aluna de Economia do 10.º G

A medida governamental que levanta mais reservas, por ser excessiva e penalizadora para os consumidores e para a Economia, é a subida do IVA para 23%, sobretudo, na alimentação. A corroborar esta posição está o milionário norte-americano, Nick Hanauer, que numa conferência afirmou: Posso garantir que os ricos não criam empregos. O que produz mais emprego é o feedback entre consumidores e empresas. (…) Neste sentido, um consumidor da classe média pode criar muito mais emprego do que um capitalista como eu. Afirma, ainda, que a austeridade é criminosa. O Intervencionismo tem maior sensibilidade às questões sociais. É mais simpático.



 Miguel Cristino
16 anos - aluno de Economia do 11.º F

Palavras como dificuldade, crescimento lento ou recessão, sempre estiveram ligadas à economia portuguesa. Os obstáculos estruturais à prosperidade económica que todos almejam, são: o défice crónico da balança comercial e a fraca competitividade das empresas, devido à baixa qualificação dos recursos humanos, fraca produtividade e baixo investimento em ciência e tecnologia. A conjuntura de crise internacional, a corrupção existente na área económica, uma população demasiado iludida com o crédito fácil são outros problemas que vieram agravar os já existentes.
 A atual política de austeridade resulta da necessidade de corrigir o défice, é inevitável e uma consequência de erros cumulativos do passado.

O neoliberalismo do atual governo estimula a competitividade da economia, mas conduz à falência de muitas empresas e põe em causa o estado social.



Sandra Escaleira
17 anos - aluna de Economia do 12.º D

A palavra Crise designa um período de tempo em que existe uma rutura de equilíbrio. A origem da crise atual é difícil de definir. Ela resulta de múltiplos fatores que se foram sobrepondo no tempo. O impacto a nível europeu obriga a reavaliar as políticas governamentais optando por medidas neoliberais com a redução da intervenção do estado na economia e nas instituições financeiras. Portugal defronta uma crise económica com duas componentes: a estrutural, ligada à década perdida, e a conjuntural, ligada à atual crise. O governo português devia preocupar-se mais com a política educativa, fomentando a aprendizagem do empreendedorismo para, no futuro, os jovens terem capacidade de iniciativa e promoverem o crescimento e desenvolvimento económico do país.




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