Nicholas Nickleby...


Nicholas and his family have to give up their nice life because his father lost everything before dying. They travel to London to get help, but their uncle Ralph has no desire to help and finds Nicholas a low paying job as an assistant to Wackford Squeers, who runs a school.
One day, Nicholas receives a letter from Ralph’s clerk, Newman Noggs. The letter offers assistance if he ever needs it. Later, Nicholas understands Squeers is taking in unwanted children for a lot of money but then gives them little food and mistreats them. Squeers uses the money for himself. Nicholas becomes friends with a simple boy named Smike. One morning, Smike runs away but he is caught and brought back to the school. Squeers starts to beat him, but Nicholas stops him. Squeers tries to beat Nicholas but he fights back and then decides to leave. Smikes begs to go with him too. Nicholas looks for Noggs’ help. Noggs offers him a position as a French teacher, but that is paid badly. Nicholas takes the name Johnson.
Meanwhile, his sister, Kate and his mother are forced by Ralph to move into a cold poor house Ralph owns in a London slum. He finds her a job in a showroom. Ralph asks Kate to attend a dinner he is offering for some business associates. They make her the subject of an offensive bet and one of them tries to force himself on to her. Ralph insinuates that he will give them no more money if she tells anyone about this.
Nicholas discovers his uncle has returned and confronts him but Ralph blackmails Nicholas into leaving London. Nicholas agrees to leave but promises to return one day. Nicholas and Smike encounter a theatrical manager and decide to join the acting company. Their performances are a success.
Back in London, Kate goes to her uncle for assistance, but he refuses to help her. However Noggs helps her and writes to Nicholas telling him of their problems. Nicholas immediately returns to London. Nicholas meets a rich kind merchant Charles Cheeryble and his twin brother. They hire Nicholas and provide him and his family with a small house in the suburbs. Ralph plans against his nephew and is helped by Squeers in his evil thoughts. They kidnap Smike. Luckily Smike is rescued and sent back to Nicholas.
Nicholas encounters the beautiful young lady Madeline Bray and falls in love. But Madeline must marry the man her father owns money too. Nicholas begs her to cancel the wedding. Although Madeline loves Nicholas she is devoted to her dying father. Unexpectedly Madeline’s father dies, and she no longer has to marry and Nicholas takes her to his house.
Smike has contracted tuberculosis and dies peacefully in Nicholas’s arms. A mysterious man emerges and tells Ralph that Smike was his son and Ralph commits suicide. Squeers is sentences to go to Australia and at the school the boys escape from the building.
Nicholas becomes a partner in the Cheerybles firm and marries Madeline.
Alunos do 10.º B

Escola e Integração...

Educar é o grande objetivo de qualquer professor! Educar alunos com Necessidades Educativas Especiais de caráter permanente é algo sublime e um constante desafio.
O Decreto –Lei n.º 3/2008 de 7 de Janeiro preconiza a educação de todos e para todos os alunos, tendo como premissa a qualidade de ensino orientada para o sucesso escolar e, por  consequência, para uma escola inclusiva, não apenas na lei, mas sobretudo na prática.  Para a concretização desta premissa, é preciso construir/elaborar respostas educativas diferenciadas, respostas integradoras e dinâmicas. Para isso, são definidos apoios especializados, visando a criação de condições para a adequação do processo educativo destes alunos.
São exigidas competências de utilização de caráter prático, flexível e adaptável. São requeridos não apenas mais saberes, mas principalmente mais capacidade para aprender em permanência e em todos os contextos. São necessárias estratégias de atuação para melhor responder às necessidades específicas de cada aluno.
 
A inclusão do João Pedro nesta Escola, onde já está há dois anos, tem sido um êxito, a avaliar pela satisfação do aluno e testemunho dos pais do aluno. Estes são perentórios em afirmar que o seu educando, apesar das suas limitações, do handicap e do seu perfil de funcionalidade, está melhor integrado na escola pública do que numa instituição. Para esta situação, muito contribuiu a boa prática do trabalho em parceria e cooperação entre os professores que acompanham o João, o diálogo permanente com todos os agentes educativos, fazendo o ponto de situação sobre o desempenho e desenvolvimento do aluno, a elaboração do Programa Educativo Individual (PEI) e a definição e concretização do Plano Curricular contemplando diversas áreas e o trabalho dirigido e estruturado de acordo com o seu perfil de funcionalidade na atividade e participação.
Em jeito de conclusão, deixo expresso que a minha intervenção educativa tem sido pautada por práticas integrativas e inclusivas no seio escolar, com um apelo constante à motivação, estimulação e aprovação. O espaço educativo destinado à aprendizagem enquadra-se em contextos diversificados, tal como elucidam as imagens.
Eduarda Costa Pinto - professora de Educação Especial


O início do ano letivo 2010/2011 reservou-me uma surpresa: o João Pedro. Pela primeira vez, em trinta anos de docência, vi-me confrontada com uma situação inédita: na minha direção de turma, o 7.º C, estava um aluno portador de Trissomia 21. A presença diária na Escola do João Pedro constituiu um enorme desafio para todos. No início, tudo parecia muito difícil e complicado, pois o João Pedro não conhecia a Escola nem os professores. Apenas os alunos da turma eram velhos conhecidos que o acompanhavam desde o 1.º ano de escolaridade. Valeu a ajuda de duas assistentes operacionais que o conheciam: a D. Dores Miguéis e a D. Dalila Tuna. O trabalho abnegado da professora de Educação Especial, Eduarda Valente, é responsável por pequenos/grandes milagres na implementação de estratégias para a aquisição de conhecimentos de Língua Portuguesa e de Matemática numa perspetiva funcional. Passados quase 2 anos de trabalho diário com o João Pedro, assistimos a momentos gratificantes que se traduzem por pequenas/grandes vitórias: movimentação, sem problemas, no espaço físico da Escola. Já sabe fugir às aulas escondendo-se no seu espaço de eleição, o ginásio; aquisição de uma postura corporal mais correta; participação nas atividades desenvolvidas fora do espaço da Escola. A sua saudação diária olá, professora é uma  conquista notável pois contrasta com a expressão carregada com que nos brindava, com frequência, no início do ano letivo 2010/2011.

                                                                                        Elsa Rebelo - Diretora de Turma do 8.º C

O João Pedro é um bom menino. Ele já é da minha turma há 8 anos. O João Pedro gosta de jogar futebol e basquetebol. Ele está sempre feliz. O João Pedro não gosta de trabalhar.

                                                                                                              João Nuno Ferreira - 8.º C


Felicidade apesar da Crise...

A Felicidade tornou-se um assunto muito sério e atual. Sobre ela fazem-se estudos aprofundados em várias áreas do saber - Psicologia - Medicina - Sociologia - Economia - Política.
 A ONU encomendou à Universidade de Columbia - EUA um estudo sobre este tema. O Relatório Mundial da Felicidade está aí, disponível para todos os que tenham curiosidade. Foram estudados 156 países, entre eles Portugal, que ficou em 73.º lugar. Somos dos mais infelizes da UE, os mais felizes são os dinamarqueses. Cada vez mais os países e as organizações internacionais se preocupam com o bem-estar físico e psíquico dos cidadãos.
Em Portugal, há uma Associação Portuguesa de Estudos e Intervenção em Psicologia Positiva e um Comité Científico do Instituto da Felicidade Coca-cola que existe, também, em Espanha, para estudarem a felicidade dos portugueses. Os responsáveis são dois professores universitários: Helena Marujo e Luís Neto. Procurando-os na Internet, reparámos numa citação que nos agradou de Allan K. Chaimers - Os elementos básicos da felicidade são: alguma coisa para fazer, alguma coisa para amar, alguma coisa para esperar. Se tem tudo isto, considere-se feliz! A felicidade assenta, segundo a Psicologia Positiva, na gratidão, generosidade, perdão, otimismo, esperança e sentido de humor. Invista nos sentimentos positivos e fuja dos sentimentos negativos como o medo e a ansiedade.
São já muitas as obras literárias que abordam a felicidade. Uma delas é A Construção Social da Felicidade de Ana Roque que defende que o dinheiro é importante, mas não é indispensável para ser feliz. A prová-lo está aquele que é considerado o homem mais feliz do Mundo - o monge Matthieu Ricard que deixou a sua carreira científica em Paris para se tornar monge budista nos Himalaias. Vale a pena conhecê-lo e ler com atenção os seus ensinamentos, resultado de mais de 10 mil horas de meditação. Todos os especialistas em felicidade concordam que a meditação é um dos processos para a alcançar, outro é o exercício físico, outro, ainda, é ser útil aos outros, deixar de viver centrados apenas na nossa pessoa. 

Matthieu Ricard
Matthieu Ricard
Há portugueses que procuram, através de gestos simples e alegres, levar felicidade aos outros, à gente anónima que se cruza nos espaços públicos como transportes coletivos, jardins, ruas. Deixam bilhetinhos de amor, palavras bonitas, sugestões de felicidade para quem encontrar estas surpresas. Pense nisso, porque não fazer o mesmo na nossa Escola, na nossa cidade? A felicidade está em pequenas coisas! Cante com Gonzaguinha, cantor brasileiro: Viver e não ter a vergonha de ser feliz, cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz. Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será, mas isso não impede que eu repita - é bonita, é bonita, é bonita…

                                                                                                   Ana Silva e Carolina Novo - 11.º G

Oliver Twist...



In the 1830’s, many orphans or homeless children were seen as easy labour by heartless supervisors and by criminals.
Oliver is born into a life of poverty and misfortune in a workhouse. When Oliver turns nine, Mr Bumble, an administrator, puts Oliver in the main workhouse where he has to pick oakum. He and the rest of the boys are always very hungry. When they ask for more food, the cruel administrators hypocritically offer 5£ to any person wishing to take on a boy as an apprentice.
Later a kind undertaker, Mr Sowerberry, takes Oliver into his service and uses him to mourn at children’s funerals. But his wife is jealous and hates Oliver and makes his life difficult and so does Noah Claypole who likes bullying apprentices. After being beaten several times, Oliver decides to run away.
During his journey to London, Oliver encounters Arful Dodger, a dishonest pickpocket, who gives him a free meal and tells him of a safe place to stay. Oliver innocently falls into the criminal’s hands of Fagin and his gang. Oliver is forced to rob an old gentleman (Mr Brownlow) and has the police arrest him and taken before the magistrate. A sudden witness proves Oliver is innocent and it’s Mr Brownlow who takes Oliver home.
Later, Fagin’s gang catches Oliver and they steal his money and his clothes. Oliver tries to run but is taken back to the hideout. Fagin threatens to kill Oliver if he doesn’t participate in a burglary. Sadly Oliver is shot during the assault but luckily the lady of the house, Miss Rose, feels sorry for him and takes care of him.
Meanwhile a mysterious man, Monk, plans with Fagin to destroy Oliver’s reputation. Both men join forces with Mrs Bumble, but Nancy (a nice girl in Fagin’s gang) hears them and warns Mr Brownlow and Miss Rose.
Later the gang discovers Nancy is helping Oliver and they beat her to death. Sikes runs from the crime scene through the roof tops but accidentally slips and hangs himself. Dodge is caught stealing and is sent to Australia.
The cruel Noah joins Fagin’s gang for protection and takes part in robbing children. But as he is also caught he agrees to be a paid informer to the police. Fagin is arrested and condemned to hanging. Monk reveals his real identity; he is Oliver’s half-brother and is obsessed in destroying him. Oliver gives Monk money. Monk moves to America but falls back to crime and dies in prison. Oliver maintains his pure-heart and continues to live with Miss Rose.


Alunos do 10.º B

Um Colibri...

Há muito tempo atrás, não sei precisar quanto, vivia num bosque feliz, não sei onde, provavelmente na América do Sul, um belo colibri. A sua plumagem era azul como o céu num dia de verão e verde como a água dos lagos e a folhagem do bosque, era, definitivamente, um pássaro que chamava a atenção, era, no entanto, um passarinho muito solitário.
A sua vida até era atarefada e interessante, enfim, tão interessante como a vida de um pássaro permite. Recolhia, com um beijo, o néctar das flores e fazia grandes acrobacias aéreas: voava para a frente, para trás, para cima e para baixo.
Entretanto, no outro lado do bosque, vivia, numa casa rústica e envelhecida, um velho casal de camponeses. Não tinham filhos nem outros familiares, mas tentavam preencher o vazio do seu coração, possuindo vários animais que circulavam pela casa que mantinham sempre de janelas e portas fechadas.
Um dia, o casal decidiu arranjar mais um animal, acabando por ser o pequenino colibri o escolhido. Assim que este entrou naquele novo ambiente, pensou que não se iria integrar: havia território demarcado para cada animal - gato, pato, cão, galinha…. O Colibri teve saudades da liberdade perdida. Fora avisado dos perigos que corria se tentasse ultrapassar o seu território. Apesar das brigas constantes e do perigo iminente de ser comido, o Colibri não desistiu de alterar a sua triste situação. Esforçou-se por fazer alianças naquele estranho e dividido mundo. Teve paciência e nunca perdeu a esperança nem a alegria. Acabou por conseguir uma família naquele lugar que passou a considerar lar e mais, convenceu o casal a abrir portas e janelas e a deixar os animais brincarem cá fora, entre as árvores e flores. Foram felizes!
 
Maria Magalhães - 8.º F

Largar Mais - Mafalda Veiga...


Largo Portas do Sol em Lisboa, no dia 25 de junho de 2011, eu estava lá. Feliz, eufórica, pensando que tudo aquilo era um sonho. Eu estava a participar nas gravações do videoclip Largar Mais da autora-compositora-cantora Mafalda Veiga. Como foi possível? Que caminhos percorri para aqui chegar?
Tudo começou uns dias antes, quando eu ouvia a Rádio Comercial. Esta emissora estava a lançar um passatempo/concurso, desafiando os ouvintes a elaborarem um pequeno texto sobre o último trabalho da Mafalda Veiga - Largar Mais. O prémio para os vencedores era a participação no videoclip desta cantora. Fiz o que era pedido e enviei o meu trabalho.
No dia 23 de junho, recebi um email da equipa da cantora. Antes de o abrir, passou-me muita coisa pela cabeça e imaginei tudo o que lá podia estar: seria apenas um agradecimento pela participação? Ganhei coragem e cliquei. Estava lá escrito: Cara Catarina, vimos, por este meio, comunicar que foi selecionada para o videoclip Largar Mais da Mafalda Veiga. Li e reli, depois, explodi de alegria, saltei e chorei. Quando informei os meus pais, que não sabiam de nada, a sua reação foi negativa, disseram não, argumentando que ainda era muito nova para essa aventura. Não desisti e consegui convencê-los.
No dia seguinte, fui sozinha para Lisboa. As gravações correram muito bem. As pessoas foram supersimpáticas, trataram-me muito bem. A Mafalda é uma querida, ficámos amigas.
As entrevistas que dei e o ver-me muitas vezes na televisão, ser a minha cara a que mais aparece no videoclip e estar na capa do CD, no início, deixaram-me confusa e incomodada, agora, não. Recebi muitos elogios de pessoas famosas, já me pediram autógrafos. Incrível!
Sei que vivi uma experiência única que poucas pessoas terão a oportunidade de viver. Fiquei mais confiante nas minhas capacidades musicais. Recebi o incentivo da Mafalda para escrever canções, tocar viola, investir no Mundo do espetáculo. Não sei se o meu caminho é por aí, mas vou descobrir!

Catarina Rodrigues - 9.º F

Atividades do Clube de Preservação Ambiental - CPA

O CPA dinamizou, ao longo do ano letivo, muitas atividades. Aqui fica o registo das principais.

Projeto Gincana Rock In Rio por um mundo melhor, que incluiu atividades direcionadas para a sensibilização dos jovens para a problemática do ambiente, tendo como grandes finalidades: promoção da cidadania e participação ativas; adoção de boas práticas de sustentabilidade. A associação ao festival de música Rock in Rio  foi uma estratégia para cativar os jovens. A Escola comprometeu-se a concretizar tarefas, sendo elas:
- recolha de embalagens plásticas - venda de pulseiras Por Um Mundo Melhor (o produto das vendas reverteu para a formação musical de crianças) - Escola energeticamente eficiente para reduzir o consumo de eletricidade - Escola eficiente – uso eficiente de água para reduzir o seu consumo - Escola Eletrão - recolha de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos. Foi também realizada uma ação de sensibilização a alunos pelo  Eng. Guilherme Marcão da Amb 3E sobre Resíduos de Equipamentos elétricos e eletrónicos.
Outras atividades dinamizadas pelo Clube foram:
- Participação na XVII edição das Olimpíadas do Ambiente. Foi apurado para a final nacional o aluno André Oliveira do 12.º B;
- Participação nas VII Olimpíadas da Biotecnologia. Foi apurado para a final nacional o aluno André Oliveira do 12.º B que por problemas de saúde não pôde comparecer;
- Visita à ETAR de Vila Real pelos alunos do 12.º B no dia 28 de maio. Os objetivos estabelecidos foram: observar e conhecer o funcionamento da ETAR de Vila Real; compreender os processos que intervêm no tratamento das águas residuais;  desenvolver uma visão integradora da ciência, tecnologia, ambiente e sociedade. A Engenheira do Ambiente, Dra. Ana Sousa, orientou a visita. Informou que o caudal da água que chega à ETAR atinge o valor médio diário de 9000 m3/dia. As variações, ao longo do dia, refletem as rotinas diárias da população.  O tratamento da água implica custos financeiros elevados;
 - O jogo Eu sou um Ás do Ambiente foi dinamizado para comemorar o Dia Mundial do Ambiente,  dia 5 de Junho, envolveu alunos do 8.º ano de escolaridade.

A Equipa de Coordenação do Clube



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