Movimento Código Portugal #3

Os alunos da Escola S/3 S. Pedro participaram na 3.ª edição do Movimento Código Portugal, iniciativa que decorreu entre 3 e 7 de dezembro

Num total de 824 escolas participantes, a nossa Escola alcançou os seguintes resultados:

5.ª posição nas escolas do secundário com 1418 desafios resolvidos

# 13.ª posição nas escolas do 3.º Ciclo com 1166 desafios resolvidos


17.ª posição nas escolas com mais problemas resolvidos - 2584 desafios 


Na plataforma FCT NOVA CodingFest, os alunos construírem pequenos programas de computador, através da combinação de blocos gráficos de código numa sequência de problemas simples
Movimento Código Portugal é uma campanha de mobilização nacional para a literacia digital e a computação, que pretende estimular o desenvolvimento das competências associadas ao pensamento computacional, que se configura como uma nova forma de literacia para o século XXI.É promovido pelo Governo, através das áreas da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Educação, Economia, Trabalho, Solidariedade e Segurança, a Ciência Viva,Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa.

Parabéns a todos os participantes!

O Broas

A Escola S/3 S. Pedro a PROGRAMAR


O Movimento Código Portugal pretende estimular o desenvolvimento das competências associadas ao pensamento computacional, que se configura como uma nova forma de literacia para o século XXI.

Junta-te ao Movimento Código Portugal e participa pela nossa Escola na resolução dos desafios propostos, em:

Acompanha os resultados da Escola em: 

Mais informações em: https://www.codemove.pt/




















O Broas

Vamos participar pela nossa Escola!


O Movimento Código Portugal (https://codemove.pt/ )é uma campanha de mobilização nacional que pretende estimular o desenvolvimento das competências associadas ao pensamento computacional, que se configura como uma nova forma de literacia para o século XXI. Além disso, coloca os alunos em situações de aprendizagem desafiantes, permitindo-lhes, entre outros, participar em atividades que promovam a cooperação e a resolução de problemas.

Todos podem participar entre 3 e 7 de dezembro, bastando clicar no link:


Contamos contigo! E não te esqueças de colocar... Escola S/3 S. Pedro!


O Broas

Algorítmico | Música e Matemática


Será que existe alguma relação entre Matemática e Música?

Foi o que os alunos do 10.º H, acompanhados pelas professoras Elisabete Fernandes, Sónia Nogueira e Anabela Gomes, foram descobrir, no dia 11 de outubro,  na peça de teatro "Algorítmico |Música e Matemática".





Nenhum matemático devia alguma vez esquecer que a matemática, mais do que qualquer outra arte ou ciência, é um jogo juvenil. G. H. Hardy (1877-1947)

O Broas

A igualdade de género

Daniel Pereira e Fernando Ribeiro | 12.º E
A igualdade de género é um conceito definidor da busca de equilíbrio entre os dois sexos. Rejeita a sociedade baseada na injustiça que tudo contamina, na discriminação incessante e na desvalorização. Quer o reconhecimento do que se é.
Transformamos a ideia de igualdade num enigma de difícil compreensão e explicação. Mas afinal o que é a igualdade ou a desigualdade? O que define o início ou final da liberdade de cada ser humano?
Independentemente de sermos homens ou mulheres devemos defender a equidade política, social e económica. Todas as opiniões devem ser válidas, todas as posições sociais devem ter igual importância, todos devemos ser valorizados pelas nossas capacidades e não pelas nossas características físicas. É necessária a mudança!
Eu, mulher, devido à minha maneira de vestir, de andar, de pensar sou criticada. Sou desvalorizada por ser mulher, aconselham-me a focar-me na casa e nos possíveis filhos, a preocupar-me com a minha aparência e não com a minha opinião política, económica ou mesmo social. Sendo eu uma mulher devia impressionar os outros com as minhas competências culinárias e não académicas ou profissionais. Basta!
Temos de criar uma comunidade onde todos, meninas e meninos, raparigas e rapazes, mulheres e homens usufruam dos mesmos direitos e deveres e sejam valorizados e suficientes por aquilo que fazem e são.


 Nesta causa Eu participo!

Renata Gaspar 11.º F

O Broas

Igualdade de Direitos?

Diogo Moreira | 12.º E
Sou rapariga. Serei mulher. Para mim, será sempre um motivo de orgulho. Não pude escolher, naturalmente, o meu género, contudo, gosto de pertencer ao sexo feminino, ao sexo que gera a vida, que luta diariamente pela mudança. São as mulheres o principal alvo de preconceito, não obstante todos os progressos já conquistados. As mulheres, para além dos desafios da vida diária, relacionados com o emprego, com a família e a própria saúde, enfrentam ainda uma grande batalha: o de se afirmarem numa sociedade formatada para aplaudir e apoiar o homem e colocar entraves às competências e iniciativas das mulheres.
Perguntar a uma adolescente se alguma vez sofreu alguma espécie de discriminação baseada no género é como perguntar ao sol se irá voltar a nascer após uma noite cerrada: a resposta será afirmativa. Pode variar o número de vezes, o grau de intensidade ou até a gravidade das situações, mas a resposta será sempre “Sim”. O simples facto de tal prevalecer no mundo inteiro, mesmo nos supostos países desenvolvidos, mostra o muito que as sociedades ainda terão que alcançar.
A desigualdade de direitos não se cinge aos salários inferiores, ao maior número de horas gastas em tarefas domésticas e à sua menor presença em cargos de alta chefia; engloba, para além disso, a educação imposta a cada um dos sexos. É desde pequenos que aprendemos que o azul é para os meninos e o rosa para as meninas, que os carros são dos rapazes e as bonecas das raparigas. Nas inocentes brincadeiras de crianças, as meninas tomam conta dos nenucos enquanto os meninos aventuram-se a ser bombeiros, polícias... Esperamos que os rapazes sejam sempre fortes e desafiadores e que as raparigas sejam discretas, embora propensas a zangas, choros, gritarias. É tudo uma questão de hormonas, certo?
Entretanto, crescemos, deixamos de ser as crianças inocentes no jardim-de-infância e saltamos para o recinto da escola do Primeiro Ciclo. Nessa fase, eu e as minhas coleguinhas passávamos os intervalos a observar os rapazes a jogar futebol e, em simultâneo, cochichávamos sobre os “colares” e camisolas que havíamos recebido. A maior parte das nossas conversas, todavia, eram direcionadas para a maria-rapaz do ano, a rapariga de cabelo apanhado e franja desgrenhada, que vestia um fato de treino azul e brincava com os rapazes. “Como se atreve?”, diziam as minhas amigas. E eu, no meu cantinho, achava-a uma corajosa. Quem é que se lembrava de ir jogar com aquelas “chitas” humanas, sujeita a levar uma bolada dolorosa na face?
Na minha opinião, é na adolescência que tomamos mais consciência do mundo em que vivemos. Atravessamos uma fase de maturação intelectual e começamos a juntar as peças do enorme puzzle que é a vida. Ouvimos as nossas avós aconselharem-nos a aprender a cozinhar, a engomar, a limpar o pó e cuidar da casa, não para nosso benefício pessoal, mas sim porque um dia nos será útil, no dia em que “casarmos e tivermos filhos”.
Mães e avós, tias e primas, juntam-se aos domingos, depois de almoço, a arrumar a cozinha enquanto os homens vão ao café.
Nós raparigas, se nos destacamos em qualquer tipo de atividade física, nunca temos o merecido reconhecimento já que “os homens são os verdadeiros desportistas”.
O atrevimento de andar na rua de calções, mesmo num dia em que a cidade se assemelha a um forno, paga-se caro: ouvimos piropos e comentários, por vezes, obscenos que fazem crescer em nós sentimentos de humilhação e impotência.
Sei que muitas mulheres vão remar sempre contra a corrente e fugir de ideias pré-concebidas. A nossa sociedade tem apresentado, contudo, consideráveis progressos, evoluindo calmamente. Nas novas gerações, rapazes e raparigas já tiveram a mesma educação na escola e que incentiva à tão desejada igualdade de direitos. A educação em casa é que, em muitos casos, ainda é diferente. Parece que as raparigas têm mais obrigação de participar nas tarefas domésticas que os rapazes. Mas há progressos. A História ensina-nos que o mundo necessita da mudança, necessita daqueles que refletem sobre a sociedade e apresentam alternativas ao que está, daqueles que desafiam as regras estabelecidas e querem melhor. A sociedade preconceituosa tem que acabar. Com os nossos protestos em alta voz, as nossas ideias justas e defensoras da igualdade, a denúncia das testemunhas tantos séculos silenciadas, a coragem e a perseverança que temos, vamos contribuir para que homens e mulheres estejam a par e não uns mais à frente que outros (outras).

E jamais cairemos nos rápidos!


Sofia Lopes | 11.º F




O Broas

Escrever Portugal…

Ivo Cardoso  e Maria João Nunes | 12.º E

Portugal, o nosso país, atualmente, é alvo de uma visão depreciativa, pela parte dos estrangeiros e pela parte dos próprios portugueses. Mas nem sempre foi assim, esta “ocidental praia lusitana” já foi o maior império do mundo, tendo os seus padrões espalhados por quatro continentes e monopolizando, quase por completo, as rotas comerciais do chá, das especiarias e do açúcar, o que tornava a nossa pátria numa superpotência económica nos séculos XV e XVI.

Então, qual é a causa geradora deste olhar pejorativo sobre um dos países mais antigos do mundo? A meu ver, a causa assenta nos próprios portugueses. Somos nós, insaciáveis e ambiciosos compulsivos, que esperamos sempre por mais, e nunca nos contentamos com o que temos. Somos filhos de uma nação de heróis, de lutadores de espadas e de penas, e, mesmo assim, deixamos a autocomiseração falar mais alto do que o orgulho em ser português.

É verdade que nos dias de hoje estamos na chamada “cauda da Europa”, as inovações tecnológicas, as modas, até as músicas, antes de cá chegarem, já passaram por países como a França, a Alemanha ou o Reino Unido. Mas também é verdade que estamos em recuperação de uma crise económica que nos abalou a todos e que, no entanto, teve a sua origem, tal como as modas e as tecnologias, nos países nórdicos, mais ricos e supostamente mais evoluídos. 

Podemos estar atrasados em certos aspetos do agora, mas fomos pioneiros numa série de áreas quando os outros, estrangeiros, não o foram. Fomos pioneiros na abolição da pena de morte, fomos pioneiros na expansão marítima, até fomos pioneiros no fim da escravatura. Os Estados Unidos ainda a teriam por mais 100 anos.

Posto isto, só quero demonstrar que não temos necessidade de buscar o que há lá fora, porque o que já é nosso por direito, herdado dos nossos antepassados que tanto lutaram por esta maravilhosa terra, é mais do que suficiente. É urgente impedir esta visão errada de que o que vem do estrangeiro é melhor, de que o que tem nomes franceses ou ingleses escritos na capa supera qualquer produto nacional.

Já disse Eça de Queiroz, no ano de 1888, na voz do seu João da Ega, que “Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilos, indústrias, modas, maneiras, pilhérias, tudo nos vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssima, com os direitos de Alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas…”. Pois passaram mais de 13 décadas e a crítica continua atual.

Concluindo, há que deixar de ter pena de nós mesmos, deixar de invejar e tentar imitar os outros e passar a ter orgulho na nossa casa “à beira mar plantada” a que podemos chamar de peito feito de Portugal.

Sou português, sou o vencedor de dois prémios Nobel, sou campeão europeu no futebol e na música. Sou o secretário-geral da ONU e a 5ª língua mais falada no mundo. Sou patrimónios materiais e imateriais da Humanidade. O nosso país é o que nós quisermos que seja, é o povo e as suas conquistas, e será as nossas conquistas no futuro, por isso, posso dizer que, para além de ser português, sou muito mais do que isso, sou Portugal.
 Miguel Figueira | 11.º C




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