Fazer brinquedos

Os alunos do 7.º A, utilizando como recursos o material eletrónico e elétrico, que as pessoas colocaram no ponto Eletrão, situado à entrada da Escola, construíram brinquedos diversificados e criativos.
A espécie de robô, aqui apresentada, é um dos exemplares desta atividade inserida no projeto Eco-Escolas.



O Broas

Direitos Humanos

Os Direitos Humanos são naturais (nascem connosco) e inalienáveis (ninguém os pode tirar) a todos os seres humanos, independentemente de etnia, género, nacionalidade, idioma, religião ou qualquer outra condição.

Neste contexto, os alunos da disciplina de Aplicações Informáticas, do 12.º ano, em articulação com o jornal O Broas, trabalharam esta temática fundamental.

Apresentamos alguns dos trabalhos,  dos muitos que foram realizados:


Bárbara Reis e Marta Lagoa |  12.º A


André Legoinha e Inês Coelho |  12.º A



Cristiana Silva e Elisa Cardoso | 12.º F

Diogo Fontainhas e Leonor Campos | 12.º D

Jorge Lousada e Maria João Fernandes | 12.º D

Catarina Moreira e Inês Guedes | 12.º F


João Costa e Mariana Santos | 12.º A


António Lopes e Mário Travassos | 12.º B


Diogo Carvalho e Tiago Lameirão |  12.º A






O Broas

A Literatura que me inspira

Os alunos de Português, dos vários níveis de ensino, foram desafiados a fazer trabalhos criativos inspirados em obras literárias estudadas na escola ou lidas em casa. Poderiam fazer desde pinturas, fotografias, passando por colagens ou outras formas criativas.

Vários foram os trabalhos entregues e expostos na semana dos “Dias das Línguas”, o que vem, mais uma vez, demonstrar o potencial criativo dos nossos alunos. São muitos os “artistas”, só precisam de alguém que os desafie e os ponha à prova e assim nascerão “obras valerosas”.


Astrid Silva | 10.º J
Astrid Silva | 10.º J

Letícia Pinto| 10.º C

Ana Daniela Barreiro | 12.º B
Catarina Seco | 10.º B

Inês Rainho | 7.º B
Elisa Cardoso | 12.º F




Maria Dias | 8.º D

Inês Coelho | 12.º A


















O Broas

Os Nossos Heróis: Ana Guedes


A natação apareceu na sua vida quando tinha apenas 4 anos de idade e nunca mais se separaram. Esta modalidade desportiva exige-lhe sacrifício, disciplina, muitas horas de treino, muitas piscinas feitas e a fazer, mas também a gratifica com o reconhecimento do mérito a nível nacional e internacional, muitas medalhas ganhas, algumas de ouro. As viagens, o conhecimento e convívio com outros nadadores do Mundo inteiro são, também, muito enriquecedoras.
Esteve presente, a representar Portugal, em países como a Hungria, Chipre, Colômbia, Geórgia. O último grande desafio foi no Rio de Janeiro, Brasil, onde no WCS ISF de Natação alcançou o:
1.º Lugar 50 metros mariposa
3.º Lugar 4x100 livres femininas
Esteve uma semana lá, do outro lado do Atlântico, dois dias de viagens, dois dias de treino e dois dias de provas e o resto do tempo livre foi para passear e conhecer um pouco desta grande metrópole.
A adaptação ao clima foi fácil porque lá é, nesta altura, inverno. Impressionou-a a beleza daquela Natureza pujante, luxuriosa, as cores vibrantes de pássaros e flores.
Impressionou-a a pobreza extrema: pessoas a viver debaixo das pontes, a multidão que pede nos semáforos, crianças de quatro, cinco anos, a fazer malabarismos em troca de algumas moedas para poderem comprar comida.
Os seus projetos futuros passam por tirar o curso de Gestão, na UTAD, para continuar a ter as mesmas condições desportivas na prática da Natação.


Obrigado por representares brilhantemente a nossa Escola!




O Broas

Os Nossos Heróis: Jorge Lousada

Jorge Lousada de 17 anos, aluno da Escola Secundária São Pedro a frequentar o 12.º ano do Curso de Ciências Socioeconómicas, tem um percurso escolar com classificações, tanto internas como externas, ao nível de excelência. Participou, em janeiro, na primeira fase das Olimpíadas da Economia, tendo alcançado a melhor classificação dos alunos do nosso Distrito, o que lhe deu direito a participar na final portuguesa das VI Olimpíadas da Economia que decorreram na Universidade de Coimbra, nos dias 26, 27 e 28 de abril. De entre os 47 finalistas, o Jorge Lousada alcançou o primeiro lugar, pelo que vai representar Portugal nas International Economics Olympiad (IEO) que se vão realizar em julho em São Petersburgo, na Rússia. O intuito com que se realizam estas Olimpíadas é o de unir dois mundos - aproximar a ciência económica ao melhor do espírito olímpico, e, ao mesmo tempo, juntar os jovens do ensino secundário aos do ensino superior. Este jovem talento vai com certeza dignificar o nome de Portugal.
Parabéns, Jorge!

Rosalina Ferreira | Professora de Economia


Em Coimbra, assistimos a uma palestra intitulada «Felicidade na Escola» e a empresa Delta, um dos patrocinadores, colocou um problema que os concorrentes tiveram que resolver.
A equipa que vai à Rússia representar Portugal é constituída por cinco alunos (4 rapazes e 1 rapariga). Vão estar em concurso 24 países de todos os continentes.
A atração que tenho pela Economia veio do facto de a minha família ter uma empresa de decoração, tendo eu sempre trabalhado nela durante as férias e de alguma influência do meu pai, que é economista.
No meu futuro, gostava de fazer um Erasmus num país do norte da Europa e ampliar a empresa familiar.
Jorge Lousada | 12.º D











O Broas

Crime Ambiental no Alvão

Projeto "Justiça para Tod@s"*
Fotografia: Paula Lousa

José António Fagundes Carrajola nasceu na localidade de Lamas de Ôlo, a 5 de novembro de 1953, numa família em que ambos os progenitores foram emigrantes na Alemanha, durante 36 anos. José António é o mais novo de três irmãos (uma rapariga e dois rapazes) e foi criado entre duas culturas: a alemã e a portuguesa. Passava sempre as férias em Portugal, na casa dos avôs paternos e, a partir de 1978, na casa que os pais mandaram construir na aldeia. Amava a Serra do Alvão que conhecia muito bem devido às suas longas caminhadas. Passou a praticar plogging (caminhadas com recolha de lixo) para limpar o Alvão de uma das suas maiores pragas: o despejo de entulho, eletrodomésticos e mesmo móveis. Sensibilizado com os atentados ao ambiente que a Serra sofria, continuadamente, comprou mesmo uma carrinha de caixa aberta para carregar maior quantidade de lixo e as peças maiores. Nas suas caminhadas, era acompanhado pelos seus três cães (Nero, Alcibíades e Agripina – gostava muito de História, sobretudo do Império Romano) e, por vezes, um dos seus quatro sobrinhos. Nunca casou, mas vivia, há 32 anos, em união de facto com Josefina Amélia Freamunde Cabriola. Não tinham filhos.
A reforma chegou aos 58 anos, depois de ter trabalhado 38 anos na filial de uma multinacional alemã, na cidade do Porto. Todos os seus fins-de-semana eram passados em Lamas de Ôlo. A reforma e o facto de ter herdado a casa dos pais levaram-no a fixar residência nesta aldeia do Alvão. Dinamizava caminhadas de exploração e conhecimento da fauna e flora da Serra. Influenciou outras pessoas que começaram a juntar-se a ele no plogging. Toda a gente o conhecia como grande amigo do ambiente e do Alvão.Na madrugada de 15 de dezembro de 2017, às 06:00,  José Carrajola, acompanhado pelo sobrinho, Filipe Durão Carrajola Simanco, que tinha à altura 22 anos, saíram para ver se identificavam quem andava a deixar móveis velhos perto do rio Ôlo, numa zona com pouca visibilidade da estrada. Chegados ao local esconderam a carrinha e aguardaram atrás de um fraguedo granítico.
Às 06:45, ainda estava um pouco escuro, mas ouviram e conseguiram ver uma velha carrinha que lançava um fumo negro, pestilento.
Isabel Dias | Oficial de Justiça

A carrinha estacionou e dois homens saíram e começaram a tirar mesas e cadeiras velhas da carrinha e a lançá-las por uma pequena ravina abaixo. Esta tarefa durou cerca de trinta minutos. Quando estavam a acabar, José António e o sobrinho surpreenderam os homens que manifestaram grande espanto e tentaram disfarçar. José António disse-lhes, sem agressividade, que abandonar lixo na Serra era crime e que ia denunciá-los se eles não recolhessem tudo que tinham lançado na ravina. Os homens tentaram negar o óbvio e o mais velho ameaçou-os, afirmando: “É melhor estarem caladinhos se não querem arranjar graves problemas e terem uma vida curta.” José António retorquiu que não tinha medo de ameaças e já tinha telefonado para a brigada da SEPNA da GNR, responsável pela defesa do ambiente. Quando ouviram isto os dois homens entreolharam-se e disseram: “Vamos embora.” Foram para a carrinha e o mais velho abriu o porta-luvas e, num instante, apareceu com um revólver na mão e disparou, primeiro sobre José António e depois sobre o sobrinho. O mais novo arrancou com a carrinha. O sobrinho foi ferido na coxa esquerda, arrastou-se para ver o tio e verificou que tinha levado um tiro no coração e grandes golfadas de sangue saiam do seu peito. Telefonou para a GNR que apareceu, com o INEM, passado meia hora. O tio faleceu enquanto esperava pela ambulância. O sobrinho esteve internado 15 dias e ficou com sequelas do tiro que levou.
Foi este caso que a turma do 10.º J trabalhou para levar a julgamento, sexta-feira, dia 14 de junho. Presidiu ao julgamento o Meritíssimo Juiz de Direito Rui Paulo Ferraz, coadjuvado pelo Excelentíssimo Procurador Alfredo Chaves e pela oficial de justiça Isabel Dias.
O réu, Joaquim Sabroso Alma Grande, depois de ouvida a única testemunha presente no local dos crimes e as testemunhas abonatórias da vítima e do arguido, foi condenado pelos crimes de homicídio simples, ofensas, poluição e uso e porte de arma ilegal, a uma pena única, em cúmulo jurídico, de treze anos e  seis meses.
O desenvolvimento do projeto teve o apoio da professora de História A, Paula Lousa, da Diretora de Turma, Elisabete Teixeira, do professor Pedro Miranda, do advogado Dr. Pedro Carvalho. A todos, muito obrigada!


Rosalina Sampaio | Coordenadora de Cidadania e Desenvolvimento



*Simulação de um caso, integrado no projeto da edição de 2019 “Justiça para Tod@s”. O projeto pretende despertar a consciência para a importância da Lei e da justiça.

O Broas

Rota da Cidadania - A Rua é de Todos



Os passeios limítrofes à Escola estão sempre sujos de dejetos caninos.
Muitas pessoas que passeiam os cães não têm o hábito de limpar o que os seus animais fazem. Põe em causa a saúde pública e o ambiente, para além de ser desagradável para todos.
Partindo desta situação e com vontade de invertê-la, os alunos do 7.º C, nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento e em colaboração com o Eco-Escolas, desenvolveram um projeto inserido na iniciativa Rota da Cidadania da Câmara Municipal de Vila Real. O projeto desenvolveu-se nas seguintes fases:
Primeira fase - Construção, em trabalho de grupo, de frases/slogans para sensibilizar as pessoas a mudar comportamentos;
Segunda fase - Seleção, em todos os grupos, da melhor frase/slogan;
Terceira fase - votação, por todos os alunos da turma, das quatro frases/slogans de maior impacto e mais concisas.

Frases/Slogans vencedores
1.ª - Não deixe o seu cão sujar e serem os outros a limpar! (25 votos)
2.ª - Limpe os dejetos do seu animal para o ambiente não ficar mal! (18 votos)
3.ª - Quanto menos suja for a sua vida, melhor será vivida! (17 votos)
4.ª - Para a sua rua não cheirar mal, limpe o que deixa o seu animal! (8 votos);
Quarta fase - elaboração de cartazes com as frases vencedoras e ilustração.
O projeto contribuiu para desenvolver uma cidadania e civismo responsáveis. A comunicação à comunidade era a escrita das frases nos passeios, o que seria inovador, teria grande impacto visual e pedagógico e contribuiria, ainda, para embelezar os passeios próximos da Escola. Porém, não foi possível, e assim os cartazes vão ser plastificados e expostos no gradeamento da Escola.

Coordenadora de Cidadania e Desenvolvimento | Coordenadora do Eco-Escolas

Nota - O projeto Rota da Cidadania estabelece a elaboração de um pergaminho que cada escola tem de apresentar a outra. A nossa Escola recebeu o pergaminho da Escola do Bairro de S. Vicente de Paulo e apresentou e entregou o seu no colégio de S. José.




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