Imaginação arquitetónica em Vila Real

Os edifícios mais emblemáticos da cidade de Vila Real sofreram transformações fantásticas. Fundiram-se caraterísticas, dando um novo look ao património da cidade. A Escola S. Pedro com rio, a Igreja de Nossa Sr.ª da Conceição com o jardim do solar de Mateus... A fantasia andou à solta!

Os trabalhos “arquitetónicos e paisagísticos” foram realizados pelos alunos de Aplicações Informáticas B, do 12.º ano (A - C - D - H)! J




 Clica aqui para os conhecer e apreciar!!!



O Broas

Comunidade Desafios Educativos



A Psicóloga da Escola, Dra Amélia Moura Santos, neste ano letivo, integrou a Comunidade Desafios Educativos tendo enriquecido com os conhecimentos da sua área e da sua experiência as reuniões semanais de quarta-feira.
Pedimos-lhe o seu testemunho sobre a sua experiência na Comunidade Desafios Educativos. Aqui ficam as suas palavras:
                                                                                                                                                           
Consciente de que em Educação, o professor é um dos fatores extrínsecos basilares na aprendizagem e no desempenho escolar dos alunos, a equipa da Comunidade Desafios Educativos (CDE) procurou, ao longo deste ano letivo, edificar um espaço de reflexão e partilha de boas práticas, catalisador de atividades pedagógicas mais ajustadas à promoção da aprendizagem e ao sucesso educativo nos dias de hoje.
Como psicóloga e único elemento não docente da equipa da Escola, o trabalho desenvolvido possibilitou constatar que a análise reflexiva de experiências e de expetativas entre professores, intra e interdisciplinar, evidencia que a relação professor-professor é igualmente um fator primordial no exercício profissional, com impacto na implementação de práticas educativas mais eficazes e adequadas.
O bem-estar psicológico e a confiança profissional resultantes da partilha de saberes, no ambiente emocionalmente securizante e gratificante alcançado pela equipa, revelaram-se uma das mais-valias do projeto e fator de proteção contra a frustração e o desânimo.
Bem hajam!
                                                                       Amélia Moura Santos | SPO







O Broas

Drag Real



A Ana Ramos e o Filipe Cabral, alunos do 12.º D, inspiraram-se no Circuito de Vila Real para a realização do trabalho. Realiza todos os desafios que te propõem! Clica aqui.

Já agora, se queres saber como o trabalho foi realizado clica em ver por dentro! Para cada "ator" utilizado analisa os respetivos códigos de programação usados.


O projeto foi realizado no Scratch, nas aulas de Aplicações Informáticas B.

O Broas

The sea in songs

I used to be a sailorTracy Chapman
(Matters of the heart, 1992)
I used to be a sailor
Who sailed across the seas
But now I'm just an island
Since they took my boat away from me
Oh no 

I don't like being stationary
I like the rocky wavy motions of the sea
I sit and rot behind these padded walls
Hoping one day they'll fall
And set me free 

He wrote his epitaph
He wrote his eulogy
It said "I think that I can die now
For my true love won't come for me"
Oh no 

I don't like being stationary
I like the rocky wavy motions of the sea
I sit and rot behind these padded walls
Hoping one day they'll fall
And set me free 

I used to be a sailor
Who sailed across the seas
But now I'm just an island
Since they took my boat away from me
Oh no 

I don't like being stationary
I like the rocky wavy motions of the sea
I sit and rot behind these padded walls
Hoping one day they'll fall
And set me free 

Set me free
Set me free

Set me free



Octopus's Garden, The Beatles
 (Abbey Road, 1969)

I'd like to be under the sea
In an octopus's garden in the shade
He'd let us in, knows where we've been
In his octopus's garden in the shade

I'd ask my friends to come and see
An octopus's garden with me
I'd like to be under the sea
In an octopus's garden in the shade

We would be warm below the storm
In our little hideaway beneath the waves
Resting our head on the sea bed
In an octopus's garden near a cave

We would sing and dance around
Because we know we can't be found
I'd like to be under the sea
In an octopus's garden in the shade

We would shout and swim about
The coral that lies beneath the waves
(Lies beneath the ocean waves)
Oh what joy for every girl and boy
Knowing they're happy and they're safe
(Happy and they're safe)

We would be so happy you and me
No one there to tell us what to do
I'd like to be under the sea
In an octopus's garden with you
In an octopus's garden with you
In an octopus's garden with you



Message In A Bottle, The Police (Reggatta de Blanc, 1979)

Just a castaway
An island lost at sea
Another lonely day
With no one here but me
More loneliness
Than any man could bear
Rescue me before I fall into despair

I'll send an SOS to the world
I'll send an SOS to the world
I hope that someone gets my
Message in a bottle

A year has passed since I wrote my note
But I should have known this right from the start
Only hope can keep me together
Love can mend your life
But love can break your heart

I'll send an SOS to the world
I'll send an SOS to the world
I hope that someone gets my
Message in a bottle

Walked out this morning
Don't believe what I saw
A hundred billion bottles
Washed up on the shore
Seems I'm not alone at being alone
A hundred billion casatways
Looking for a home

I'll send an SOS to the world
I'll send an SOS to the world
I hope that someone gets my
Message in a bottle

Sending out an SOS


Ocean, The Cure (The 13th, 1996)

I don't think I'm any closer now
Than I was at fifteen
I still don't know what I really want
Or how I really feel
Sometimes I think I've seen too much
Sometimes nothing at all
And sometimes I think I just forgot
What I was looking for

But I still need to believe in you
I still need to know you'll never
Never give up
I believe in you
So how can you ever let
My hope turn to despair?
How can you ever stop
Telling me you care?

But I still need to believe in you
I still need to know you'll never
Never give up
I believe in you
So how can you ever let
My hope turn to despair?
Tell me you believe it too
Tell me that you care
How can you ever let
My hope turn to despair?
How can you ever stop
Pretending?


Grupo de Inglês




O Broas

Diverte-te a aprender...





O Hugo Carvalho e o Alexandre Correia, do 12.º D, desafiam-te a responderes a um questionário sobre a utilização correta das bandeiras nas corridas.

Testa AQUI os teus conhecimentos, clicando na bandeira verde.
Quando já estiveres na pista utiliza as teclas de direção para movimentares o carro.

O trabalho foi realizado no Scratch, nas aulas de Aplicações Informáticas B.


O Broas

Nós, Portugueses, Mar Adentro

Teresa Bastos | 9.º E

Em Portugal e os Portugueses, D. Manuel Clemente propõe-se delinear os traços da relação (histórico-existencial) entre o cristianismo e Portugal. E, em um dos mais belos e proféticos capítulos do ensaio, assume a parábola: O cristianismo é uma realidade ribeirinha. Mar profundo. O do Cristo nascente, na geografia que o acolhe. O que Cristo propõe. O de embarcar. Sair de si. Ir ao encontro dos outros. Ondas revoltas. Estranhas. Temíveis. Mar que mesmo os discípulos sofrem. Perante o qual quebram. “Em Jesus, o mar é apelo de liberdade. O mar torna-se assim, com Cristo e no Cristianismo, a feição do mundo e da comunhão universal (…) o cristianismo foi um mar, transformou a própria terra em mar, qual novo dilúvio onde se afogassem todos os atavismos” (pp.77/78). Mar profundo. Nós portugueses. Habitantes do mar. Nómadas de influência judaica. Evangelizadores. Destruidores. Bons e maus. Perpétuo movimento. Arriscamos. Desde o séc. XV “nunca mais deixámos de partir e às vezes – regressar. Mesmo cá dentro, embarcamos sempre (…) Mas as águas de então tinham o brilho esmeraldino de uma esperança última”(p.80).

A comparação enunciada sobre o manto infinito do oceano – e do peixe, ou melhor, mais ainda, o Ictus – é, de imediato, concretizada: “nunca a aventura portuguesa se pareceu tanto com a paixão evangélica, porque se tratava de gente cristã e porque a Esperança cabia toda em Deus”. Ao cético que apenas vê proselitismo nas palavras do Cardeal Patriarca de Lisboa, introduza-se, então, o contributo de Pedro Calafate no primeiro volume de Portugal como Problema – séc. V-XVI a afirmação de um destino coletivo. Para o investigador, Professor de Filosofia na faculdade de Letras de Lisboa, a ideia de Império (português), “expressão política da unidade de sentido da história e do unilinearismo do tempo”, é, claramente, tributária da filosofia cristã da história, “condição de inteligibilidade das nossas lendas fundadoras e da génese da nossa consciência histórica”, consubstanciada em, entre outras, teses como o “universalismo”, radicado na comum “paternidade divina”; “redução de toda a matéria histórica a uma unidade de sentido e conceção unilinear do tempo”; “a escatologia, ou seja, a importância da história do futuro” (pp.50-51).

Sem o necessário entendimento de tal mundividência, a par, é certo, de um vasto conjunto outro de realidades (e interesses) económico-sociais, não se compreende a empresa portuguesa. Sim, apresentamos especificidades - mas não estamos à margem do mundo. Parecemos, às vezes, vaguear pelo mar do povo eleito – afinal, caminhamos lado-a-lado com a barca de Cristo – mas logo o estudioso nos encontra (bem) humanos. Mas corajosos. “Fomos como todos, com bravura e medo, com ciência e sorte, grandes ou mesquinhos, santos ou vilões, mas fomos. E no partir houve ainda o Evangelho. Tocaram-se as duas histórias, a portuguesa e a da Igreja, na mesma fronteira marítima e na mesma necessidade a transpor” (p.82).

Para o homem de Igreja - aqui sim, não o podemos deixar de ler nessa qualidade -, o melhor de Portugal foi o encontro com o Evangelho: a luta contra a escravatura, com profetas como Vieira (vide A morte de Colombo, de Eduardo Lourenço); na aproximação cultural, estudando línguas, da América ao Japão; adotando trajes e modos “para que a missão fosse essencial e próxima”.

Por fim, a presença europeia. A partir do texto Ecclesia in Europa, de João Paulo II, Manuel Clemente reclamará os valores cristãos como os que “estimularam o progresso da ciência, direitos humanos e democracia” e o leitor mais abrupto recordará Galileu e a Inquisição. Mas os exemplos de Clemente são claros, mesmo que não originais, razoáveis: “igualdade original de todos segundo o Génesis”, “bem como a distinção evangélica entre César e Deus” foram legados inestimáveis para o mundo em que vivemos e queremos viver, e que, aliás, demoraram demasiado a ser compreendidos e interpretados – pela Igreja, inclusivamente. Ainda com a Constituição Europeia em fundo, à época em que o livro é escrito, a exortação de que “bem será que o continente continue a reconhecer a fonte e lhe continue a aurir a seiva” (p.104). Partindo do universal sobre o humano, esse universal cristão em que se situa, Clemente constatou um português incapaz de sair de si…que é todos (ser tudo de todas as formas, reclamava Agostinho da Silva, um grande defensor da plasticidade portuguesa); percecionou uma empresa portuguesa rumo ao mar impregnada de filosofia cristã; na viagem da História, a passagem do Antigo Regime, sociedade organizada em torno do religioso, para o anticlericalismo dos séculos XVIII e XIX; viu o mar profético de Cristo, do qual saímos ao encontro dos outros; tivemos essa ousadia, corajosos mas humanos; especialmente marianos, “uma devoção nacional”; europeus que devem preservar a cultura que os formou (para lá de Atenas e Roma): o cristianismo da radical igualdade dos seres humanos e da separação entre César e Deus; portugueses religiosos, que certamente compreenderão a beleza do ecumenismo. Nómadas, sentimentais, pouco rigorosos ou pragmáticos, crentes e ousados – Portugal e os Portugueses, uma relação de quem esperamos sempre mais, mas uma relação alma com alma, mar adentro.
Pedro Miranda |Professor de EMRC


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The sea in the English Literature


”It's silly not to hope. It's a sin he thought.”
Ernest Hemingway, The Old Man and the Sea (1952)

Ignorance is the parent of fear.”
Herman Melville, Moby-Dick or, The Whale (1851)


“...blue eyes as level as a foot rule, with wrinkles at the corners - the product of humour and of twenty years' staring at a thousand horizons.”
Nicholas Monsarrat, The Cruel Sea (1951)


“Nothing that is worthwhile is ever easy. Remember that.”
Nicholas Sparks, Message in a Bottle (1998)




Grupo de Inglês





Mares - Oceanos - Poluição

Teresa Bastos | 9.º E
Ir à praia, tomar banhos refrescantes nas águas do mar, praticar desportos náuticos, mergulhar e apreciar o deslumbramento da explosão de cores e o bailado dos movimentos de peixes e plantas são bênçãos que a generosidade da Natureza nos ofertou. Essas dádivas maravilhosas estão a ser destruídas pela ação humana a uma grande velocidade e alarma todos os que amam o mar e querem preservar as formas de vida que neles habitam. Não está fácil! 

São múltiplos os perigos e as fontes de poluição: produtos químicos usados na agricultura e na indústria; esgotos domésticos e industriais; óleos de cozinha e de automóveis a gasolina; resíduos radioativos depositados no fundo do mar; lavagem e derrames dos petroleiros que provocam as célebres marés negras; … mas, uma das mais mortíferas é a do plástico.

Oito milhões de toneladas de plástico são lançadas, por ano, nos mares e oceanos. Existem ilhas, para alguns, continentes flutuantes, de plástico, sendo o caso mais grave o do oceano Pacífico. Se queres saber mais, vê o documentário Garbache Island: Na Ocean Full of Plastic.
Teresa Bastos | 9.º E
Reduzir o número de sacos de plástico que usamos é uma emergência. Pessoas preocupadas e sensibilizadas para este problema lutam para encontrar soluções. Entre elas, destaca-se o jovem Boyan Slat que, aos vinte anos, criou a Fundação The Ocean Cleanup e trabalha num sistema para eliminar o plástico dos mares e oceanos. É um bom exemplo de cidadania e ambientalismo que deve ser seguido. Alia-te aos movimentos de defesa dos mares!

Se amas a Natureza e dela queres usufruir e permitir que os outros também tenham essa possibilidade, muda os teus hábitos de consumo:
- não uses sacos de plástico;
- caminha mais e anda de bicicleta;
- não uses aerossóis [spray’s];
- reduz as tuas compras;
- reduz o uso de detergentes;
- reduz o consumo de fritos;
- reduz o uso de bronzeadores;
- reduz a tua pegada ecológica.


Alunos do 9.º E






O Broas

Aquece os motores...



Nesta corrida, a Marta Diogo e o João Jorge, alunos do 12.º D,  deixam que sejas tu a  escolher o vencedor. 

Experimenta AQUI, clicando na bandeira verde. 

O trabalho foi realizado no Scratch, nas aulas de Aplicações Informáticas B



O Broas

Jogo Animado do Circuito Internacional de Vila Real


O Mandoel é a mascote criada para o jogo do Circuito Internacional de Vila Real, pelo David Teixeira do 12º C e pelo José Almeida do 12ª H. Segue as suas instruções e diverte-te!
Clica AQUI

O trabalho foi realizado na disciplina de Aplicações Informáticas B, utilizando o Scratch.

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