Vem jogar no Quest 4K®...

Jogo online para aprendizagem da matemática chega em janeiro


Quest 4K® (Quest for Knowledge) é um conceito inovador e divertido, desenvolvido por portugueses, que para além de motivar a aprendizagem da matemática com base nos conteúdos programáticos oficiais, se adequa ao nível de cada aluno e introduz uma dinâmica de jogo com desafios e recompensas reais.


O jogo Quest 4K® está disponível para todos os alunos do 3.º ano do ensino básico ao 12.º ano do ensino secundário. Baseia-se em desafios de matemática, em que cada aluno é convidado a evoluir no domínio desta disciplina, independentemente do seu nível de conhecimento inicial. Também os professores, escolas e respetivas associações de estudantes podem participar através dos seus alunos, sendo as suas classificações o resultado dos mesmos.
  A dinâmica do jogo é muito simples: semanalmente, são lançados desafios a todos os participantes, que devem responder dentro de um determinado período de tempo. Em alternativa, como fator de competição, é possível aos alunos lançarem, semanalmente, um Super-desafio para qualquer aluno do seu ano ou efetuar um “Duelo” de conhecimentos. O tema será selecionado aleatoriamente entre os já respondidos nas semanas anteriores. A resposta correta aos desafios atribui pontos e, por sua vez, conduz a desafios de maior dificuldade (nível), mas também de maior pontuação.
  Todos os desafios colocados serão adequados ao nível individual de conhecimentos do aluno e as interações decorrem numa plataforma na Internet, nos momentos definidos pelo aluno e/ou encarregado de educação, respeitando o tempo de cada um.
  Assim, o Quest 4K® é um jogo que pretende juntar alunos, docentes e encarregados de educação num objetivo comum: motivar a aquisição, desenvolvimento e consolidação de conhecimentos de matemática.
  No site oficial, www.quest4k.com, estão todos os detalhes do jogo e a informação sobre os prémios disponíveis.

Daniela Meira
Professora de Matemática


Natal de 2011...

Para os professores e funcionários são já muitos os natais vividos. Para os alunos são ainda poucos. Para o país que é Portugal são 869. Tanto Natal! De certeza que uns foram mais felizes que outros...

Neste Natal estamos dominados, assoberbados, pela omnipresente e arreliadora crise financeira! Porém, olhando em pormenor, reparando e revirando a palavra assustadora, vemos que dentro dela existem três formas do verbo RIR – ri – ris – ri-se e ainda a palavra que permite todas as esperanças. Vista nesta perspetiva fica menos terrível e menos assustadora.

Natal é associado a tempo de dar, de pensar nos outros. A dádiva não tem que ser material! Podemos dar SORRISOS, ABRAÇOS sinceros, dizer aos que nos são próximos: “GOSTO de Ti/Si”…

Natal é tempo de lembrar os que gostamos e estão longe, os que já não vão celebrar este Natal, nem nenhum outro. Lembrar o aluno desta Escola Jorge Valadares, que tão poucos natais viveu. Ninguém mais verá o seu olhar, repleto de meiguice e de bondade.


O BROAS deseja a todos um BOM NATAL e que 2012 não seja o “bicho papão” que economistas, analistas, comentaristas, … preveem.


A Equipa responsável

Halloween...

The traditional story says Halloween was a frightening night. It was full of shadows and creepy stories of the dead and undead. 



But now it’s a time for having fun!
Here are some games and activities for you to improve your English skills and have some laughs. 


Projeto Fiaval - Intercâmbio transfronteiriço

 
Este ano lectivo 2011/2012, a nossa escola está a participar no projeto FIAVAL (Formação, Inovação e Aulas Virtuais na Aprendizagem de Línguas) que consiste na aproximação linguística entre Portugal e Espanha, através do alargamento do ensino das duas línguas, que engloba 20 escolas de Portugal e outras 20 de Espanha. 

 

Para este curso 2011/2012, nuestra escuela está participando en el proyecto FIAVAL (Formación, Innovación y aulas virtuales en el aprendizaje de las lenguas) que consiste en el acercamiento lingüístico entre Portugal y España, a través del alargamiento de la enseñanza de las dos lenguas, que engloba 20 escuelas de Portugal y otras 20 de España.



I - A inauguração
Durante a semana da inauguração deste projeto, que decorreu no início do mês de Setembro, na UTAD, em Vila Real, foi atribuído à nossa escola a parceria com o CEIP(Centro Escolar infantil y primario) Vicente Aleixandre (Valladolid). As professoras responsáveis, Emi, Micaela, Sílvia y Marisa elaboraram o projeto intitulado “A flor dos 3V”, baseado no conto “A maior flor do mundo” de José Saramago.

II - A videoconferência: encontro virtual entre os alumnos da Escola São Pedro e os alunos do CEIP Vicente Aleixandre (Valladolid).


Os alunos das turmas 8ºC e 7ºD, que estão a frequentar a disciplina de Espanhol, foram as duas turmas seleccionadas para poder realizar um intercâmbio transfronteiriço com a escola espanhola, de Valladolid.
No mês de Outubro, esses alunos bem como os alunos espanhóis entraram no wiki, programa informático criado para esse efeito, no sentido de comunicar por escrito em espanhol ou em português. Cada um fez a sua apresentação na língua da escola parceira, ou seja, os espanhóis escreveram em português e os nossos alunos em espanhol. (intercambiodelas3v.pbworks.com)
Nos dias 2 e 3 de novembro, os nossos alunos puderam pôr em prática as suas competências, de forma direta, via Skype, ao apresentarem-se oralmente com os seus parceiros espanhóis. Foi uma experiência muito enriquecedora que motivou tantos os alunos da nossa escola como os “nuestros hermanos”.

Profª Sílvia Meireles (Espanhol)



Día de La Hispanidad


O Día de La Hispanidad celebra o dia 12 de Outubro de 1492, data em que Cristóvão Colombo, ao serviço dos Reis Católicos de Espanha, descobre a América. É feriado nacional em Espanha e nos países hispano-falantes. 

 
No dia 12 de Outubro de 2011, festejou-se o Día de La Hispanidad na nossa escola. Os alunos, dos diferentes níveis de ensino, elaboraram cartazes alusivos ao 12 de Outubro, ao seu significado e à sua celebração nos diferentes países de hispano-falantes e em Espanha. Também, foi elaborada uma exposição na passerelle da escola que decorreu durante a semana de 12 a 14 de Outubro. No âmbito do projeto FIAVAL, de colaboração transfronteiriça, tivemos o privilégio de receber a professora Micaela González, do CEIP Vicente Aleixandre (Valladolid, Espanha)- escola parceira da Escola Secundária de São Pedro- que aproveitou o feriado em Espanha para nos ajudar a comemorar este dia, na nossa escola. Trouxe iguarias doces (Bollos de Portillo) e salgadas (chouriço com pão espanhol) típicas desta região. Além disso, dois grupos de alunos do 9ºano (turma B e E) confeccionaram uma receita típica de Valladolid (Las hojuelas) e um bolo representativo do dia da Hispanidade.
Neste dia de comemoração para a cultura hispânica, foi servido um dos pratos especiais de cozinha tradicional de Valladolid, chuleta de cerdo com pimentos y patatas asadas (costeleta de porco com pimentos e batatas assadas). Os vários professores e muitos alunos foram deliciados com esta ementa
À tarde, a professora Micaela visitou algumas turmas do 8.º ano (turmas D e C) onde esteve a conversar sobre os seus alunos, a sua escola e a sua cidade.
Os alunos aderiram com grande entusiasmo e aprenderam mais sobre um dos marcos da história desta cultura.

Professoras:
Sílvia Meireles e Sandra Silva

Um novo ano começa!

Acabaram as férias! Aqui estamos de regresso ao trabalho!

Ocorreram grandes mudanças: há alunos e professores novos na Escola e outros que finalizaram o seu percurso aqui. A TODOS, aos que permanecem e aos que partiram, desejamos que o futuro lhes traga a concretização de todos os desejos e sonhos. O ano que agora começa, 2011/2012, o primeiro em que vigora o novo acordo ortográfico, que seja um BOM ANO para TODOS!

O BROAS continuará o seu trabalho de incentivo à leitura, à escrita e atento ao que se passa no mundo e na Escola. Este meio de comunicação da comunidade escolar conta com os contributos de TODOS!

COLABORA com O BROAS!
Esperamos por ti!

A Equipa responsável

Ler é Bom e Faz Bem...

A Literatura e a arte são sempre reflexo da sociedade que as produz, mesmo quando nos parecem completamente   absurdas. As ideias não nascem do ar, nascem das vivências que cada um vai guardando.
As redes sociais fazem parte da realidade diária de milhões e milhões de pessoas, lógico seria que também aparecessem nos livros que se vão escrevendo, e elas aí estão. Para além dos muitos livros técnicos sobre as redes sociais e as suas potencialidades para expandir negócios, começam a surgir romances que também as referem e, nos quais, por vezes, desempenham um papel de relevo.
 
A história contada no livro Milionários Acidentais  de Bem Mezrich é já, sobejamente, conhecida, devido ao filme que adaptou o livro.  É a criação da maior rede social do mundo, o Facebook e dos seus criadores, Mark Zuckerberg e Eduardo Saverin que de amigos passaram a inimigos. Um filme é bom, um livro é melhor ainda. A literatura permite vias de exploração e leitura a que o cinema, devido à sua natureza, não pode recorrer.
O outro livro que aqui referimos - Liberdade de Jonathan Franzen é um grande best-seller com mais de um milhão de exemplares vendidos. Recebeu elogios generosos de personalidades, jornais e revistas. O The Guardian declara que é “Um trabalho extraordinário. Não há equivalente na ficção contemporânea” e considera Jonathan Franzen “O autor do século”. O Presidente dos EUA, Barak Obama, leu-o antes da sua publicação e classificou-o como fantástico. É um livro para os mais crescidos, sem piedade, dá um retrato de uma geração cibernética, cá estão as redes sociais, individualista e globalizada.
A imagem da capa é, no mínimo, uma ironia contraditória com o título, liberdade e vedações não ligam muito bem.
Os protagonistas são pessoas muito informadas, um advogado ambientalista e a sua esposa, defensores da alimentação biológica, preocupados com as questões do ambiente e a superpopulação, usam os transportes públicos, andam de bicicleta, têm o sonho utópico de construir um mundo melhor, na perspectiva deles.
Há mais, muito mais, nem sempre os grandes ideais correspondem aos actos praticados. Todo o ser humano tem, em si, grandes contradições.

Entre Palavras...


O concurso Entre Palavras devia ser mais conhecido e divulgado. É uma iniciativa do Jornal de Notícias, RTP e Plano Nacional de Leitura. Os alunos do 9.º D participaram e na fase distrital foram apurados para a fase nacional, que decorreu no EuroParque, em Santa Maria da Feira. Não passaram, mas assistiram à Finalíssima que foi brilhantemente moderada pela jornalista Fátima Campos Ferreira.

Vale a pena visitar o Palácio de Mateus


Uma coisa é aprendermos nas aulas de História que o Barroco tem horror ao vazio, gosta da linha curva e dos elementos vegetalistas… outra coisa, mais interessante, é visualizar tudo isso no Palácio de Mateus. As turmas do 8.º A - 8.º B - 8.º C - 8.º D -  8.º E - 8.º F, foram conhecer esta obra de Nicolau Nazoni que tanto valorizou o concelho de Vila Real e é um dos principais atractivos culturais da cidade.  Vale a pena visitá-la, encerra tanta beleza!


Descobrir o Museu da Vila Velha


Uma aula de campo no Museu da Vila Velha proporciona a descoberta das origens da cidade de Vila Real e remete-nos para D. Dinis, o rei fundador desta cidade.  Os alunos do 7.º F, no dia 6 de Junho, viveram essas descobertas. No Centro de Informação e Interpretação do Parque Natural do Alvão conheceram a biodiversidade que aquele Parque encerra e devemos respeitar.

Vila Real tem tesouros que poucos conhecem...

Alguns dos tesouros de Vila real estão guardados no Museu de Arqueologia e Numismática. Os alunos do 7.º H tiveram uma aula de campo de História, neste espaço, no dia 3 de Junho. Conheceram as maquetas que recriam a vida na Pré-história, a construção dos monumentos megalíticos, os rituais praticados no Santuário de Panóias. A romanização é lembrada pelo vasto espólio de moedas romanas.     

Inovar nas Práticas Pedagógicas

A quem ensina é necessário ter a mente aberta e disponibilidade para olhar sem reservas ou preconceitos para tudo o que é inovador. Tudo deve ser perspectivado como possível estratégia ou ferramenta para o ensino. Ponderada a aplicabilidade compete, a cada um, tomar a decisão. Alguns depoimentos da vanguarda da utilização das redes sociais no ensino. Leia e decida. 
Testemunhos:

Ensinar com as Redes Sociais - Professora Paula Ferreira

Paula Ferreira
Professora de Educação Física
Orientadora de estágio de Educação Física em protocolo com a UTAD
 Há mais de dois anos que estou registada no Facebook. Tomei esta decisão para ocupar tempo livre e estar em contacto com amigos e familiares.
Mais tarde, descobri a vertente do trabalho. Pelo Facebook, comunico com colegas de outras faculdades, trocamos experiências e materiais didácticos. Para os meus formandos, como não existe um manual, utilizo esta via para disponibilizar textos de apoio e apontamentos - unidades didácticas - planos de aula - projectos de actividades - relatórios - balanço de aulas assistidas - testes. Todos estes materiais circulam por este meio.
Utilizo-o para contactar com a UTAD e, em particular, com a Coordenadora dos estágios pedagógicos.
Devo esclarecer que este não é o único meio de comunicação a que recorro. Uso muito o email. O problema é que no email não se pode mandar muita informação junta, pois “entope”, as redes sociais não têm este problema. Para mim, o Facebook é, sobretudo, um “telefone a custo zero”.
Pode ser usado como instrumento didáctico-pedagógico, podemos conhecer melhor os nosso alunos lendo e analisando os textos e imagens que eles colocam na rede. Podemos saber os seus horários, muitas vezes, passa da meia-noite, semana de aulas, e eles estão acordados, despertos, no Facebook. É preocupante, é impossível que no dia seguinte estejam concentrados nas actividades lectivas.  Muitas vezes, mando-os ir dormir. Os pais deviam estar atentos aos computadores e telemóveis nos quartos dos meninos.
Outro facto que constato e me preocupa são os perfis com demasiada exposição, por vezes revelando aquilo que deve ficar na esfera da privacidade.
Devia esclarecer-se e debater-se o tema redes sociais com alunos e encarregados de educação. Talvez seja mais uma missão para a escola desenvolver.
Gosto de tudo o que as redes sociais têm de bom, mas tenho consciência de que, para os jovens desprevenidos e desinformados, escondem muitos perigos.
Vale a pena pensar nisto!

Ensinar com as Redes Sociais - Professora Lídia Branco


Maria Lídia Branco
Professora de EMRC

Inscrevi-me no Facebook tentada pelo convite de uma amiga. No início não percebia nada de redes sociais, fui descobrindo e gostando.
Têm muitas potencialidades para explorar e usufruir  - posso falar com os meus amigos de um modo mais barato do que se usasse o telemóvel - nas fotografias que me enviam, vejo os meus sobrinhos, de Lisboa, crescer -  descubro e ouço músicas de que gosto.
Desde o início que uso o Facebook para trabalhar. Permite-me comunicar com os meus colegas de grupo na licenciatura que estou a finalizar, Psicologia. Evita que sejamos obrigados a sair de casa e a reunirmo-nos todos num mesmo espaço. Podemos estar, em lugares dispersos e distantes e comunicar de modo eficaz.  É mais confortável.
Na minha actividade lectiva, é, também, através do Facebook, que participo em fóruns e acções de formação promovidas pelo Secretariado Nacional de Educação Cristã. Existe um coordenador que esclarece  as dúvidas que tenho pela rede social. É mais rápido que utilizar o email, pois se a ele recorrer tenho que ficar à espera que ele o veja. Pode demorar muitas horas, dias até. No Facebook tenho a dúvida esclarecida em directo, sem demoras. É prático e funcional.
Faço parte de um grupo pertencente ao Secretariado Diocesano da Juventude, organismo que promove actividades para jovens. Tenho informação sobre as suas iniciativas recorrendo, mais uma vez, à rede social.
A Paróquia a que pertenço e onde dou catequese, esporadicamente, disponibiliza as leituras e materiais para exploração, por esta via. Grande parte das minhas actividades profissionais e de voluntariado passam pela utilização desta ferramenta informática.
Posso contactar alunos pelo Facebook mas não para trabalhar, estou atenta ao que transmitem e isso  ajuda-me a conhecê-los melhor.
Para os jogos que as redes sociais disponibilizam, não tenho tempo.

Ensinar com as Redes Sociais - Professora Fátima Campos

Fátima Campos
Professora de Língua Portuguesa
Começo por confessar que quando uma amiga me fez o convite para aderir ao Facebook não fiquei muito entusiasmada. Pensei logo nos perigos que poderiam estar envolvidos: a perda de privacidade, o facto de pessoas desconhecidas terem acesso à minha conta, às minhas fotos, comentários, etc. Mas também pensei no que esta nova ferramenta informática me poderia trazer. E já tive alegres surpresas, como a de ter pedidos de amizade de familiares que já não via há décadas ou de ex-colegas do Liceu de Vila Nova de Famalicão, onde fiz os meus estudos desde o sétimo ano até ao décimo segundo. Estranhos tempos estes em que os primos e primas, tios e sobrinhos fazem pedidos de amizade uns aos outros via internet! Estranhos, sem dúvida, mas não deixam de ser o mais corriqueiro, o mais actual. Assim, há que acompanhar os tempos e ser cibernauta.
Para além destes pedidos de amizade de familiares e de amigos (amigos já de anos), fiquei agradavelmente surpreendida com os pedidos de amizade de alunos actuais ou de ex-alunos. Com eles tenho conversado no chat. Os temas de conversa são variados, desde dúvidas sobre a matéria que vai sair no próximo teste, até sugestões de leitura, passando por comentários sobre as fotos de perfil de uns e de outros.
Gosto de ter estas conversas não só com os meus alunos, mas também com os amigos. Às vezes, a vida não nos deixa muito tempo nem disponibilidade para conversarmos e, quando tomamos consciência, já passou tanto tempo e não sabemos nada sobre quem é importante para nós. Como, por exemplo, a família que está longe e que fica perto, à distância de um clic no chat. Podemos mandar mensagens, dizer que gostamos, um like postado aqui, um like postado ali e talvez levemos um sorriso ao rosto de pessoas que não contavam com a nossa simpatia. É bom ouvir e ler que gostam de nós! E há outros que ficam a saber que gostam de nós, que temos quem se importe connosco e que gosta da nossa presença nas suas vidas.

Ensinar com as Redes Sociais - Professora Olga Carvalho

  Olga Cristina Carvalho
Professora de Biologia e Geologia e Ciências Naturais
No início do ano lectivo forneço o meu correio electrónico aos alunos, indago-os quanto à utilização do Youtube, Twitter, Facebook e disponibilizo-me para que estabeleçamos interacções através dessas redes. Considero que estas ferramentas permitem uma participação mais activa de todos no processo de ensino/aprendizagem e alerto os alunos para as potencialidades que daí podem decorrer: construir portefólios virtuais dentro dos seus perfis; escrever notas sobre o que aprendem; ajudar à reflexão e revisão das aprendizagens; criar blogues; apresentar trabalhos com a utilização das aplicações que estas ferramentas proporcionam (vídeo, diapositivos, blogue); estudar em grupo; trocar conhecimentos; praticar uma aprendizagem colaborativa; partilhar músicas e/ou imagens; esclarecer dúvidas e ter da minha parte o respectivo feedback...
Confesso que, muitas vezes, os alunos têm mais facilidade com a tecnologia do que eu, mas isso não tem atrapalhado a relação professora-aluno, pois ao organizar a dinâmica, na sala de aula, conto com esta diferença de experiência e uso os conhecimentos dos alunos, peço ajuda quando preciso, é uma atitude que contribui para fortalecer a relação pedagógica e uma participação mais motivada e produtiva.
As redes sociais possibilitam-me diagnosticar, mais rapidamente, o domínio de algumas capacidades, por exemplo, para elaboração de textos, pesquisas, dar opinião ou debater temas, muitas vezes são difíceis de conhecer na sala de aula.
Alguns, mais entusiastas, defendem que o uso das redes sociais pode funcionar como catalisador da reinvenção da escola. Não partilho dessa ideia! Nenhuma estratégia, actividade ou recurso, por si só, muda a escola. O que muda a escola é o professor e não acredito que o simples facto de ele se integrar numa rede social mude alguma coisa. Pelo contrário, considero que é preciso entender que a educação hoje tem outro significado - o professor não é a única fonte de informação que o aluno tem. Ao professor compete-lhe criar estratégias para que o aluno aprenda, na escola, com a internet, com os livros...
A vantagem maior no uso das redes sociais será que as escolas, os professores e os alunos conversem entre si e troquem experiências.
Uma análise sumária permite verificar que o maior número de ocorrências associadas à utilização das redes sociais se distribui pelos quadrantes FORÇAS e OPORTUNIDADES, ou seja, os factores favoráveis a um desempenho com elevados níveis de proficiência são em maior número que os obstáculos. O ambiente é favorável, o resto depende de mim…

Perspectivas das Redes Sociais

O desenvolvimento das novas tecnologias, entre elas o aparecimento das redes sociais, acelerou a circulação da informação. É fácil, muito fácil, aceder ao que se passa no mais recôndito lugar do Mundo. É a aldeia global.
O nosso tema de trabalho é a influência dos meios de comunicação, em particular as redes sociais, na criação e difusão da música.
São conhecidos vários casos de cantores de todo mundo e, também, de Portugal, que se deram a conhecer e alcançaram sucesso através das redes sociais. Quando as editoras não querem apostar em cantores desconhecidos, a Internet, as redes sociais são uma porta aberta para esses artistas terem um lugar ao sol.
Na actualidade, é fácil conhecer a música do Mundo, saber o que faz sucesso nos outros países, nos outros continentes. As redes sociais deram-nos a possibilidade de saber as novidades da carreira artística e, também, da vida pessoal dos nossos ídolos, é só segui-los, na sua página, no Facebook. Neste meio, eles anunciam os seus concertos, músicas, informam sobre o novo namorado/namorada, casamento, nascimento dos filhos, divórcio...
Qualquer pessoa pode recorrer a estes meios de comunicação para aceder à música dos outros, mas também, permitir que os outros acedam à que ela cria. As redes sociais têm de tudo, incluindo muita música, mas não nos parece que já fabriquem bebés.
Pelo menos, por enquanto!
Luís Guilherme - Tiago Magalhães

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