Novo Conselho Geral da Escola S/3 S. Pedro - Vila Real...

O Conselho Geral de Escola é constituído por 21 elementos, dos quais, sete são representantes dos docentes e dois  do Pessoal não Docente.
Na quarta-feira, dia 12 de junho, decorreram os atos eleitorais para eleger os representantes dos professores e dos funcionários administrativos e assistentes operacionais.
Para a eleição dos representantes dos docentes surgiram duas listas. A  lista A  elegeu 5 representantes e a Lista B 2 representantes. Para a eleição do pessoal não docente surgiu uma Lista. Curioso, das nove pessoas eleitas, sete são mulheres.
O Broas colocou duas questões às professoras, cabeça de lista e às funcionárias eleitas:
- Quais os motivos que a levaram a candidatar-se?
- Quais são os objetivos que tem para o mandato de quatro anos?

Eis as respostas:

Jesuína da Conceição da Silva Matos Marinho
27 anos de serviço, todos nesta Escola
- O atual representante dos funcionários administrativos, Luís Gomes, vai aposentar-se e os meus colegas  incentivaram-me a candidatar-me ao cargo. Consultei a família, refleti e resolvi avançar para este novo desafio.
- Conheço a legislação que regula o funcionamento do Conselho Geral e considero que é um órgão muito importante para o normal funcionamento das escolas.
Serei um dos dois elementos que representam o Pessoal Não Docente. Pretendo contribuir para uma Escola cada vez melhor e defender os direitos dos meus colegas e lutar pela dignificação do trabalho dos funcionários públicos.

Maria Antónia Venâncio Guedes de Matos
20 anos de serviço, todos nesta Escola
- O Senhor Meireles, atual encarregado dos assistentes operacionais e seu representante no Conselho Geral, não se candidatou porque aguarda a passagem à reforma. Insistiu comigo para eu me candidatar. Aceitei.
- Não sei muito sobre as funções do Conselho Geral. Sei que as reuniões são muito longas. Sei que vou representar os meus colegas de trabalho, fazer ouvir a sua voz quando for necessário, ajudar a encontrar soluções para os problemas que forem surgindo. Vou esforçar-me ao máximo, dar o meu melhor.



Elsa Maria Abrantes Teixeira Rebelo 
36 anos de serviço - 12 anos nesta Escola - Professora de Geografia
- Candidatei-me para dar continuidade ao trabalho iniciado há 4 anos, pelo Conselho Geral que, no final deste ano letivo, cessa funções e do qual faço parte. Acredito no projeto que está a ser desenvolvido, aliás, a Lista que eu encabecei era constituída com as mesmas pessoas do Conselho Geral em vigor, apenas entraram três novos docentes porque, devido ao pedido de reforma, há três professores que não quiseram recandidatar-se.
O novo Conselho Geral vai ser renovado com três novos docentes: um da Lista A, a professora Henriqueta Rua e as duas professoras, Ana Edite Cunha e Carmen Carvalho, eleitas pela Lista B.
As funções do Conselho Geral são vastas: deliberar, em determinados assuntos, moderar, supervisionar e apoiar a Direção Executiva na sua tarefa de gerir a Escola. É o único órgão, nas escolas, em que estão representados todos os intervenientes do processo educativo.
- Quero contribuir, assim como os meus colegas eleitos, para um bom ambiente de trabalho. Queremos que todos os elementos da comunidade educativa se sintam bem e gostem de aqui estar, sejam alunos, professores, funcionários ou encarregados de educação. Essa premissa é um dos pilares fundamentais para construir o sucesso dos alunos, tanto a nível cognitivo, como a nível da cidadania. É preciso, cada vez mais, formar cidadãos esclarecidos e proativos. É desse tipo de cidadãos que o nosso país e a nossa democracia precisam.

Ana Edite Rua Miguel Cunha
28 anos de serviço - 22 anos nesta Escola - Professora de Ciências Físico-químicas
- Tomei a iniciativa de formar uma Lista, que elegeu dois elementos, porque acho que tenho capacidade de trabalhar em equipa e de contribuir com as minhas ideias e conhecimentos para que o processo ensino/aprendizagem seja o melhor possível.
- O objetivo que considero fundamental é melhorar e otimizar a ligação da Escola com a comunidade em que se insere. Deve, por exemplo, investir-se numa aproximação maior entre a Escola e as empresas locais para promover a empregabilidade dos nossos alunos, em particular, os que frequentam os cursos profissionais. As escolas têm a obrigação de formar profissionais/técnicos nas áreas em que eles faltam. Penso que, assim, a Escola contribuiria, de modo mais eficaz, para o desenvolvimento económico, para a fixação de jovens e luta contra a desertificação humana.
Pertencer ao Conselho Geral vai permitir-me agir, mais incisivamente, para concretizar ideias.





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