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1.º Lugar nas Olimpíadas de História - 2020/2021

VENCEDORES DAS OLIMPÍADAS DE HISTÓRIA - 2020/2021




1.º Lugar: Manuel Augusto Fernandes - 9.º C | Escola Secundária São Pedro

Parabéns, MANUEL!


Obrigado, pelo teu excelente desempenho, que tanto dignifica a Escola!

Mais informações: https://aph.pt/olimpiadas-de-historia/introducao/

O Broas

LEMBRAR, HOJE E SEMPRE, ABRIL!


Novas interpretações dos Cravos Vermelhos e das palavras Democracia e Liberdade. O "Olhar", aqui mostrado, é das turmas do 9.º ano.
Valorizem a Democracia! Viva(m) a Liberdade!











Os trabalhos foram orientados pelas professoras da disciplina de História: Professora Paula Lousa e Rosalina Sampaio

O Broas

Vila Real - Comemorações dos 500 anos do Foral Manuelino (1515 - 2015)



Vila Real comemora, dia 20 de junho, os quinhentos anos do seu foral manuelino. A participação da nossa Escola, nesta comemoração, assentou na elaboração  da capitular [primeira página] imaginária desse foral, já que a verdadeira está perdida. Nas aulas de Educação Visual, os alunos do 8.º A - 8.º B - 8.º C e 8.º D, orientados pela professora Carla Fonseca, fizeram estas iluminuras extraordinárias, capazes de rivalizar com as produzidas na Idade Média e na Idade Moderna, nos mosteiros e chancelaria régia. 

O Broas agradece a todos os que participaram e apresenta alguns trabalhos:






Comemorar 40 anos de Democracia e Liberdade...

Portugal festeja os 40 anos da Revolução do 25 de abril de 1974, também designada Revolução dos Cravos.
Bolo comemorativo do 25 de abril
Na nossa Escola, o grupo de História, em colaboração com a Biblioteca Escolar e a Professora Leonor Ribeiro, dinamizaram diversas atividades alusivas a esta comemoração. É preciso ensinar às gerações mais novas a importância desta Revolução e deste dia. Nessa madrugada clara conquistou-se a liberdade e nasceu a atual democracia. Não esquecer o seu significado e formar os jovens para uma cidadania participada deve ser um dos desígnios da Educação Pública. 

A Democracia conquista-se todos os dias e todos somos soldados nessa luta!
 
Cravo da autoria da professora Leonor Ribeiro
O jornal O Broas oferece a todos as belas palavras de Sophia de Mello Breyner Andresen sobre esse dia ímpar:

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo


¡Tierra a vista!

Tras el descubrimiento de América el 12 de octubre de 1492 y la separación con Cristóbal Colón, la carabela Pinta, comandada por Martín Alonso Pinzón, llegó a la costa gallega el día 1 de marzo de 1493.
Así, todos los años, se conmemora en Bayona (Pontevedra, España) la Arribada, una fiesta medieval muy importante, que celebra la llegada de la Carabela Pinta en esta localidad.
Este año, los alumnos del 8º F y H conocieron de más cerca este lugar maravilloso, de playa y de arquitectura típica de la región. La acogida de las personas fue muy provechosa, a pesar de la lluvia y del viento que nos acompañó hasta el fin de la visita.
En la réplica de la Carabela Pinta, de Alonso Pinzón, había un cuestionario interactivo que nos explicaba la ruta que los navegantes siguieron, y lo que descubrieron, tal como el algodón, cacahuetes (amendoins), animales, flores, y dois indios, que servirían de esclavos.
Había alrededor de 200 puestos donde vendían coronas de flores, pulseras y collares de aquella época, comida típica de Galicia y del resto de España (empanadas gallegas, paella, croquetas, tortilla, bocadillos de jamón, etc.). Además, pudimos aprender el arte de la escritura gótica con un profesor de Aragón que nos ensenó el manejo de la pluma en sillas y mesas, que se usaban en la escuela antiguamente.
¡Enhorabuena a los alumnos que pusieron en práctica su castellano!

Me gustó mucho el viaje a Bayona, pues aprendí inmenso sobre la cultura española y su pasado. Hablamos con los españoles y sirvió para mejorar nuestro acento y practicar el idioma español. Nosotros fuimos a la fiesta de la Arribada y las personas andaban vestidas como en la época medieval. La excursión fue interesante y enriquecedora.

Beatriz Lopes, 8ºF

Me ha gustado mucho el viaje a Bayona porque, a pesar de la lluvia, vi muchas cosas interesantes como La Carabela Pinta, las cosas que eran hechas antiguamente y sobre todo me ha gustado el convivio con mis colegas y  profesores y también todas las bromas.

Francisco, 8ºF






Encontro com D. Vasco da Gama...


Gostar de Portugal! O tema a ser explorado. O jornalista Vicente Silvestre, numa oportunidade inédita, proporcionada por um acaso feliz, entrevista, nada mais nada menos que o explorador do caminho marítimo para a Índia, Dom Vasco da Gama, almirante do Mar das Índias, conde da Vidigueira, entre outros ilustríssimos títulos.


Bom dia, D. Vasco da Gama.
Bom dia, jovem compatriota!
Comecemos pelo princípio: o que o levou a ir à Índia?
… um propósito de D. João II herdado por D. Manuel I: com uma armada de três naus (S. Gabriel, S. Rafael e Berrio) e um barco de mantimentos, rumei à Índia em busca das especiarias e outras riquezas. Aventureiro como sou, gostei do desafio.
Quais foram as principais dificuldades sentidas?
Foram, sem dúvida, muitas as dificuldades: escolher a melhor rota; resolver conflitos que os dias infindáveis sem vento, as calmarias, desencadeavam; as doenças a bordo, provocadas pela fraca alimentação. Imagina: de cento e cinquenta homens embarcados, perto de cem morreram pelo caminho. Não foi fácil chegar à Índia!
É difícil de imaginar mas do que mais gostou, nessas terras longínquas?
Foi conhecer novos mundos, que nunca tinha imaginado. Ver animais exóticos como elefantes e tigres e descobrir que, nessas terras, também havia animais iguais aos nossos: galinhas, bois e, até, “cães que ladram como os nossos”. Ai, velhas memórias…
Agora, pensando na crise atual: é mais fácil ou difícil de vencer que o Adamastor?
A crise é um grande Adamastor. Na minha época, Portugal estava rico. E mesmo sendo um país pequeno, era um país enorme. Navegador dos três oceanos, explorador de toda a Terra. Agora somos quase um “peso-morto” da Europa. Mas haja esperança…
Vasco da Gama, pensa que existem outros mundos à espera de serem explorados?
Penso que sim, devem redescobrir os territórios que colonizámos. Falamos a mesma língua,   temos conhecimentos e tecnologia de que eles precisam e eles têm recursos naturais que nos faltam. Todos lucram com uma maior proximidade. Para acabar, deixo uma mensagem a todos os leitores: Portugal pode estar mal, mas continuamos a ser portugueses. O que fomos reflete-se no que somos e no que seremos! Por tudo isto, por favor, não percam a esperança que nós somos Portugueses, corajosos e bravos!


Texto - Vicente Cruz Silvestre - 7º B | Ilustração - Luís Almeida - 7º B
                                                                                           

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