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A Minha Escola...

No vídeo “A Minha Escola” as alunas Inês Aquino e Laura Fraga, do 12.º A, mostram espaços da Escola S. Pedro, que tão bem conhecem e apresentam o testemunho delas e de outros colegas sobre o ambiente agradável e acolhedor da Escola S. Pedro.
Este trabalho foi desenvolvido na disciplina de Aplicações Informáticas B.

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A Escola S. Pedro é...

A Escola S. Pedro é... conhecimento, ciência, criatividade, dinâmica,  talento, dedicação, convívio, animação e tradição, assim a definiram as alunas Ana Catarina Teixeira e Vitória Nóbrega, do 12.º A. 
O trabalho foi realizado na disciplina de Aplicações Informáticas B.

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A avaliação das escolas

A avaliação é uma realidade omnipresente nas escolas, estando implicada em cada conduta, ato, prática ou resposta ocorrente nos intramuros da Escola, seja dentro ou fora das salas de aula, ainda que estejamos todos mais familiarizados com a avaliação nas escolas, tendo as aprendizagens dos alunos como objeto, do que, propriamente, com a avaliação das escolas. Além da avaliação dos alunos, da avaliação dos professores e da avaliação do pessoal não docente, existem, também, enquadramentos legais, processos, instrumentos e produtos afetos à avaliação da(s) Escola(s), nos âmbitos das suas características, organização, funcionamento e resultados escolares. Esta avaliação da(s) Escola(s) assume as duas formas seguintes: a avaliação externa; a avaliação interna ou autoavaliação.


Avaliação externa da Escola
No caso vertente da nossa Escola, a última avaliação externa, que é sempre da responsabilidade da Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC), ocorreu entre 31 de janeiro e 1 de fevereiro de 2011, estando os resultados da mesma vertidos no relatório, cuja imagem de capa é aqui exibida. Este relatório, ancorado numa análise dos documentos fundamentais da Escola e na realização de entrevistas conduzidas em painel, está estruturado em quatro capítulos, adstritos à caracterização da Escola, às conclusões da avaliação por domínio, à avaliação por fator e às considerações finais. Após uma caracterização sucinta da Escola, o relatório atribuiu à nossa Escola três níveis de “Muito Bom” (prestação do serviço educativo, liderança e organização e gestão escolar) e dois níveis de “Bom” (resultados escolares e capacidade de autorregulação e melhoria da Escola). De seguida, o documento explana a avaliação por fator, recaindo sobre os resultados escolares, a prestação do serviço educativo, a organização e gestão global,  a capacidade de autorregulação e melhoria da Escola. No âmbito das considerações finais, salientam-se os pontos fortes, os pontos fracos, as oportunidades e os constrangimentos, sendo que ressalta do relatório uma avaliação muito positiva da nossa Escola.


Avaliação interna da Escola
Já a avaliação interna ou autoavaliação é empreendida pelo Núcleo de Avaliação Interna (NAVI), o qual é constituído por docentes e representantes dos alunos, encarregados de educação e pessoal não docente. Constituindo as práticas de avaliação interna um dos pontos fracos da Escola assinalados pela IGEC, fez-se, no ano letivo de 2013-2014, um importante esforço neste domínio que culminou num extenso e detalhado relatório (imagem ao lado), de 447 páginas, onde se analisam e avaliam, entre outras dimensões, a disciplina e os resultados escolares, assim como se apresentam os resultados dos quase 1500 inquéritos aplicados (incluindo a todos os alunos) e relativos à perceção e à avaliação que a comunidade escolar manifesta a propósito das várias dimensões da organização e do funcionamento da Escola.

Os documentos que consubstanciam estes dois relatórios estão disponíveis para consulta na página da Escola, nos seguintes endereços: 


Octávio V. Gonçalves | Coordenador do NAVI


O Broas - 1.ª edição de 2013/2014 acabadinha de sair...



A 1.ª edição, deste ano letivo, do jornal O Broas já está disponível, na versão impressa.


Desfruta dos seus textos, ilustrações, informações, opiniões e… esperamos pelo teu contributo na próxima edição.


A Coordenação do jornal escolar O Broas


Hoje Não Há TPC...

Na Educação são muitos os temas que suscitam polémica, sendo o Trabalho Para Casa (TPC) um deles. A Pedagogia debate, há muito, as vantagens e desvantagens deste trabalho acrescido dos alunos. Houve uma ministra que quis acabar com ele.
Ouvimos os principais interessados: alunos, encarregados de educação e professores.

Joana Granja - 8.º H

O TPC ajuda a consolidar a matéria dada nas aulas, os exercícios permitem-nos ver se temos dúvidas e a prepararmo-nos para os testes. Todos os alunos os deviam realizar. Contudo, estes não devem ser exagerados, pois os alunos têm o direito de descansar. Não gostamos nada de TPC nas semanas em que há testes!
Diogo Reis Santos e Mariana Santos - 7.º B

O TPC é polémico: há os que são a favor e os que são contra. Nós somos contra porque achamos que os alunos e encarregados de educação devem responsabilizar-se pelo estudo regular e individual. O problema são os alunos que não têm hábitos de trabalho e estudo, para eles o TPC é uma forma de os “fazer” estudar. O TPC “rouba” tempo ao convívio familiar, às atividades extracurriculares e, por vezes, obriga a deitarmo-nos tarde, o que não é saudável. Há professores que marcam TPC nas épocas de testes o que é desconfortável. É uma situação que gera ansiedade.
 Bárbara Osório e José Pimentel - 8.º A

Desde o início da minha vida escolar que os professores marcam TPC com o objetivo  de me “forçarem” a estudar a matéria lecionada, não apenas antes dos testes, mas com regularidade. Eu não encaro dessa maneira o TPC. Não é por ter trabalhos de casa que vou estudar mais. De um modo geral, não faço os TPC de livre vontade, mas obrigado e contrariado, o que não é, de certeza, a melhor forma de aprender. O TPC contribui para que se goste menos de estudar.
Os professores da área de Humanidades, em vez de marcarem questões sobre a matéria, deviam recomendar a leitura de livros relacionados com o que estamos a estudar. Assim os TPC seriam mais agradáveis e não o “tormento” que são.
 André Miguel Duarte - 10.º G

O TPC é uma estratégia para estudarmos a matéria lecionada nas aulas. Penso que é benéficos para os alunos. Durante a sua realização, podem surgir dúvidas que podemos esclarecer, pesquisando no manual ou na aula seguinte com o professor. O conhecimento da matéria fica melhor alicerçado e trabalhamos e desenvolvemos competências.
 Inês Barros - 10.º G

Sou mãe de uma criança que frequenta o 3.º ano do 1.º ciclo. Este ano mudou de professor, mas continua a trazer muitos trabalhos de casa todos os dias. E todos os dias é uma luta. "- Já fizeste os trabalhos?"; "- Já vou...". 
Aproxima-se a hora de ir para a cama e ainda continuam por fazer...
"- Ó mãe, não gosto de fazer isto. É sempre a mesma coisa.... "
"- Mas, ó filho, tens de os fazer."
Apesar deste "braço de ferro", continuo a pensar que os trabalhos de casa são importantes. Os alunos precisam de ter métodos de estudo, têm de se habituar a estudar as matérias todos os dias e não só quando vão ter teste no dia seguinte. Criar esta rotina de estudo é fundamental pois dará fruto não só no momento mas também mais tarde. 
Ao fazer os trabalhos, os alunos deparam-se com dúvidas e com dificuldades, é certo, mas também vão aprendendo a lidar com elas e a resolvê-las.
Familiarizam-se com os questionários e com a forma de lhes responder. É muitas vezes a partir de uma resposta errada que se aprende o que está correto. Mas para isso é necessário que os professores não se esquecem de corrigir os trabalhos e de motivar os alunos, fazendo reforços positivos.
 Fátima Campos - encarregada de educação e professora de Português

Marta Real - 8.º B
 Gosto que os professores dos meus filhos marquem TPC. Evita aquela pergunta e resposta frequentes: - “Não tens que estudar?”
 - “Não, os professores não marcaram trabalho de casa.”
Na sala de aula os professores têm muitos meninos, cada vez mais, é impossível que o trabalho aí desenvolvido seja suficiente para que tudo fique bem aprendido.
Susana Gama - encarregada de educação e assistente operacional

 No processo de ensino/aprendizagem, a trilogia aluno-professor-família deve atuar de forma concertada para edificar, de forma harmoniosa, a personalidade do aluno a nível cognitivo, psicomotor e sócio afetivo. É necessário conquistar, negociar, persuadir e envolver cada um dos intervenientes para o sucesso escolar dos alunos. A realização do TPC traz grandes benefícios, desde que seja com conta, peso e medida. O aluno deve dedicar, pelo menos, 60 minutos diários, aos trabalhos escolares. Há opiniões que reveem no TPC apenas aspetos negativos, como seja a sobrecarga de trabalho para os pais.  Eu relevo estes aspetos positivos: contribuir para a integração e interação da troika educativa aluno-professor-família; promover a organização/gestão do tempo; ajudar a reter os conteúdos explorados; ampliar os conceitos estudados; incrementar a compreensão das matérias curriculares; preparar para conteúdos futuros; fomentar a autorregulação da aprendizagem; contribuir para a autonomia e responsabilidade do aluno; tomar consciência das dificuldades encontradas; provocar a independência no estudo fora da sala de aula e melhorar o pensamento crítico do aluno.
 Olga Cristina - Professora de Ciências Naturais e Biologia e Geologia









Procrastinação em contexto escolar...


Hoje, a procrastinação é um fenómeno mais comum entre os estudantes do que nunca, visto que estes têm muita coisa para fazer com um tempo muito limitado. Segundo a literatura, existem várias razões para os comportamentos procrastinadores. É muito frequente o indivíduo não entrar em ação até ao último minuto ou até mesmo entrar em ação depois do prazo estabelecido (Zarick & Stonebraker, 2009).
Segundo Steel (2007; 2010) a procrastinação académica pode ser entendida como um atraso voluntário da conclusão de uma tarefa académica dentro do prazo estipulado ou desejado, apesar de a expectativa do atraso ser algo desagradável. Também pode ser descrita como o retardar do início de uma tarefa, que eventualmente se pretende concluir, até que o indivíduo experimente desconforto emocional por não ter realizado a tarefa mais cedo (Lay & Schouwenburg, 1993). Já Chu e Choi (2005) explicaram a procrastinação como sendo um défice de autorregulação no desempenho individual.
A procrastinação, para além de estar associada a níveis elevados de stresse e de ansiedade, leva também a um desempenho académico insatisfatório que, por sua vez, se irá refletir na autoestima do individuo (Ferrari, O’Callaghan, & Newbegin, 2005).
Uma grande percentagem de alunos sofre de procrastinação académica, tendo consequências negativas relacionadas com este comportamento de adiamento das tarefas escolares. Por exemplo, a procrastinação académica está relacionada com:
- baixo rendimento escolar (Beswick, Rothblum, & Mann, 1988; Tice, & Baumeister, 1997);
- depressão (Sadler, & Sacks, 1993);
- desânimo/abatimento (Lay, 1995);
- falta de pontualidade, dificuldade em seguir instruções (Lay, 1986; Rothblum, Solomon, & Murakami, 1986; Solomon & Rothblum, 1984);
- aumento de problemas de saúde com a aproximação dos prazos para entrega dos trabalhos (Tice & Baumeister, 1997).
Seria necessário tomar certas medidas no contexto escolar para que os níveis de procrastinação possam diminuir, trabalhar a motivação, a ansiedade e um acompanhamento mais individualizado podem ser algumas dessas medidas a implementar.

                                      
                                     




Anabela Baptista - estagiária de Psicologia, nesta Escola, no ano letivo de 2011/2012

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