Mostrar mensagens com a etiqueta Ler o público. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ler o público. Mostrar todas as mensagens

Notícias de redes sociais - Bibliotecário português no top 50 do Twitter

Para conhecermos melhor o tema Redes Sociais fizemos pesquisas, não só nas revistas da especialidade, mas também nos jornais nacionais e locais. A notícia que aqui reproduzimos saiu no jornal Público, página 15, de sexta-feira, dia 1 de Abril de 2011. Será mentira? Nãããão! Escolhemo-la porque é referente ao tema que estamos a trabalhar e é uma notícia positiva, o que a torna duplamente rara.
O início do texto é elucidativo do teor da notícia: “A revista Time publicou uma lista das 140 pessoas mais interessantes do Twitter e entre elas surge apenas um português, José Afonso Furtado, director da Biblioteca de Arte da Gulbenkian.” Continuando a leitura ficamos a saber que este notável português está, como se diz no título, no top 50.
Para conhecermos os motivos que conduziram à sua selecção, prosseguimos a leitura e descobrimos que “ actualiza várias vezes ao dia o seu Twitter com todo o tipo de notícias sobre literatura, desde os mais variados prémios literários à informação sobre as tecnologias mais avançadas na área.” Este excerto esclarece-nos, também, sobre funções que as redes sociais podem desempenhar para divulgar a literatura, as bibliotecas, os livros.
Nesta época tão depressiva, em que se perspectivam anos difíceis para o nosso país, é bom verificar que há portugueses que são valorizados no estrangeiro e, neste caso, por uma revista que tem divulgação e prestígio mundiais.
Não sabíamos, mas as professoras informaram-nos, que a comparação “José Afonso Furtado é o Borges do Twitter”  em que  o Director da Biblioteca de Arte da Gulbenkian é cotejado com o escritor argentino Jorge Luís Borges, que também foi director de uma biblioteca, é um grande elogio. As redes sociais, ao contrário da ideia feita que corre por aí, podem incentivar a leitura e desenvolver o amor pelos livros. Time dixit!

                                                                               Ana Luís Rodrigues e Sara Cibrão Lopes - 10.º G

Notícias de redes sociais - Síria autoriza YouTube e Facebook

A notícia que escolhemos está na página 4 do jornal Público de quinta-feira, dia 10 de Fevereiro de 2011. Nela é abordada a relação do poder político com as redes sociais.
         Nas democracias, os políticos utilizam as redes sociais para chegar mais perto dos cidadãos e transmitirem a sua mensagem com um cunho mais pessoal. Basta pensar no nosso Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, que esclarece/justifica os seus discursos e decisões no Facebook.
Nas ditaduras, os políticos não gostam das redes sociais e muitos proíbem-nas nos respectivos países. Temem o seu poder de denúncia das injustiças e atrocidades e a difusão das críticas dos opositores. O poder político pode dominar a maior parte dos mass media e proibir a liberdade de expressão. O controlo das redes sociais é mais complicado.
Na Síria, país que vive, neste momento, uma situação política muito complicada, as redes sociais não estavam disponíveis, eram proibidas. As pessoas, sobretudo jovens, recorriam a estratagemas, como servidores intermédios, para conseguir aceder-lhes e difundir imagens que provam a violência que se estabeleceu, para convocar manifestações e outras formas de luta.
A notícia refere que essa proibição acabou por decisão do presidente sírio, Bashar al-Assad, que está a reformar o país. Esta atitude pretende mostrar que a Síria não tem nada a esconder e, por isso, não receia as informações que possam ser veiculadas pelas redes sociais. Outro objectivo é mostrar que, neste país, há liberdade de expressão.
Interessante é, também, a notícia ao lado desta, que refere a criação de um grupo no Facebook intitulado Somos todos Khaled Said. O grande objectivo é dar a conhecer uma situação de grande violência sobre o jovem Khaled. Este egípcio de 28 anos foi espancado até à morte por dois polícias, que pensavam que ele tinha denunciado, através da Internet, a participação dos polícias no tráfico de droga. Na revolta contra Hosni Mubarak, as redes sociais tiveram um papel fundamental.
A política tem um aliado, ou opositor, nas redes sociais!


                                                                                       André Martins - Samuel Martins - 11.º TGEI

Powered by Blogger