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Olhos nos Olhos, Sem Violência, Sem Preconceito!


Webinário ”Olhos nos Olhos, Sem Violência, Sem Preconceito! Educar para a Cidadania com Afetos” – da responsabilidade da DGE (Direção Geral de Educação).


Alguns alunos da Escola Secundária São Pedro assistiram a este webinário, no âmbito do Projeto Educação para os Afetos, bem como de Cidadania e Desenvolvimento, que decorreu durante a manhã de ontem, 4 de maio, entre as 10h e as 11h.30.





A sessão foi transmitida através do canal Youtube devido ao elevado número de docentes e alunos inscritos em todo o país (continua disponível através de https://youtu.be/ItNMFlMasRU ). No entanto, apesar da modalidade remota, foi possível colocar questões antecipadamente e, na parte final, responder a desafios de forma interativa: alunos e professores puderam responder e participar usando os seus computadores portáteis ou telemóveis, através da plataforma Mentimeter.



Foram momentos muito enriquecedores, quer para os alunos, quer para as docentes, pois estes temas relacionados com a não discriminação, o respeito pela diferença, pela diversidade humana, incluindo a diversidade sexual, continuam a carecer de muita atenção e dedicação.

Foram também abordados os temas da interculturalidade, do voluntariado, da igualdade de género, dos direitos humanos e “cyberbullying”.

Carmelina Dias / Florência Ramos/ Goreti Almeida






O Broas

Ninguém será submetido... a tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes

A sensibilização para o RESPEITO dos DIREITOS deve ser contínua e estar presente no percurso escolar de todos os alunos.

Os alunos do 7.º ano, em Cidadania e Desenvolvimento, trabalharam o domínio Direitos Humanos. Em articulação com a disciplina de TIC e com a Biblioteca Escolar, analisaram e conheceram a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Os conhecimentos adquiridos foram a base para a elaboração, em grupo, de trabalhos criativos e apelativos.

A mensagem que transmitem é a do RESPEITO dos DIREITOS por TODOS.

 







O Broas

O Direito à Liberdade de Expressão e Opinião...

Na minha opinião, ser diferente é normal, saudável e importante.
Nem todos têm de gostar das mesmas músicas, roupas, filmes, jogos, …
Se gostássemos todos do mesmo, a vida seria demasiado banal, sem originalidade. Seríamos apenas clones, meras imitações uns dos outros.
Não se deve criticar os outros por verem séries de amor, terror, ou coisas bizarras. Todos podem ter diferentes formas de ver o mundo.
Sei que se viveram tempos difíceis, antes do 25 de abril. As pessoas não podiam dizer o que pensavam, pois corriam o risco de serem presas. Hoje tenho direito a ter e expressar a minha opinião, mesmo que seja a incorreta.
A liberdade de opinião é um direito de todos os homens, mas o respeito pelas opiniões dos outros é um dever de todos.
No mundo atual há muitos incidentes provocados pela divergência de opiniões, políticas, sociais, económicas, culturais, religiosas, … Mas, se quem se expressa tiver respeito pela forma de vida e convicções dos outros, será fácil  coexistir em paz.
Os Portugueses lutaram muito para ter direito à liberdade de expressão, mais um motivo para a usarmos corretamente.
As opiniões dos mais velhos podem por vezes aborrecer-te, mas, na realidade, eles tentam dar uma visão mais realista e madura do mundo, para te ajudarem. O objetivo não é destruir os teus sonhos ou mostrar que têm razão, é apenas ajudar-te.
A liberdade de opinião pode ser usada para criticar construtivamente.
Já muito foi feito, mas continuam a existir pessoas que não podem exprimir a sua opinião, como acontece nos regimes ditatoriais.
Alunos do 9.º A

Os jovens são adultos em aprendizagem. As suas opiniões devem ser escutadas e aceites por todos.
Os jovens ao crescerem vão formando a sua personalidade, definem os seus gostos, encontram os seus ideais, estabelecem os seus objetivos de vida, que nem sempre coincidem com os dos seus pais. A função destes é apoiar os filhos, mostrando-lhes o melhor caminho a seguir, mas dando liberdade suficiente para que eles possam tomar as suas decisões e arcar com as consequências dos seus atos.

Neste processo de aprendizagem, começamos a ficar mais conscientes do que é a vida, pode dar-se o contrário. Percebemos o que é certo e errado e acaba-se a inocência. Com tantas escolhas, os jovens procuram sempre a independência, a liberdade, às vezes de maneiras erradas, mas é assim que aprendemos. Começamos a perceber qual é o nosso papel na sociedade, a aperceber-nos das consequências dos nossos atos e a assumir a respetiva responsabilidade.


Alunos do 9.º G


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