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15 de setembro | DIA INTERNACIONAL DA DEMOCRACIA



O objetivo da criação do DIA INTERNACIONAL DA DEMOCRACIA é promover a democratização e a observação dos direitos e liberdades do ser humano.
O Dia Internacional da Democracia foi proclamado através da Resolução 62/7 adotada na Assembleia Geral das Nações Unidas de 13 de Dezembro de 2007.


O Broas

LEMBRAR, HOJE E SEMPRE, ABRIL!


Novas interpretações dos Cravos Vermelhos e das palavras Democracia e Liberdade. O "Olhar", aqui mostrado, é das turmas do 9.º ano.
Valorizem a Democracia! Viva(m) a Liberdade!











Os trabalhos foram orientados pelas professoras da disciplina de História: Professora Paula Lousa e Rosalina Sampaio

O Broas

25 de Abril sempre!

25 de abril | 25 DE ABRIL

A data celebra a revolta dos militares portugueses, que a 25 de abril de 1974 levaram a cabo um golpe de Estado militar com o objetivo de acabar com a ditadura imposta por Salazar, que durou 41 anos.
O Movimento das Forças Armadas, composto por militares que haviam participado na Guerra Colonial e por estudantes universitários, teve o apoio da população portuguesa. No fim, o exército conseguiu depor o presidente de Portugal, que era Marcello Caetano, e este se exilou no Brasil, onde faleceu em 1980.
Vitoriosos, os revolucionários conseguiram a implantação do regime democrático e a instauração da nova Constituição Portuguesa, a 25 de abril de 1976.
O símbolo do dia 25 de abril é o cravo, porque nesse dia uma mulher ofereceu cravos aos soldados em sinal de agradecimento. Em comemoração, os soldados colocaram as flores recebidas nos canos das suas armas, o que representava a vitória praticamente sem violência.




O Broas

Comemorar 40 anos de Democracia e Liberdade...

Portugal festeja os 40 anos da Revolução do 25 de abril de 1974, também designada Revolução dos Cravos.
Bolo comemorativo do 25 de abril
Na nossa Escola, o grupo de História, em colaboração com a Biblioteca Escolar e a Professora Leonor Ribeiro, dinamizaram diversas atividades alusivas a esta comemoração. É preciso ensinar às gerações mais novas a importância desta Revolução e deste dia. Nessa madrugada clara conquistou-se a liberdade e nasceu a atual democracia. Não esquecer o seu significado e formar os jovens para uma cidadania participada deve ser um dos desígnios da Educação Pública. 

A Democracia conquista-se todos os dias e todos somos soldados nessa luta!
 
Cravo da autoria da professora Leonor Ribeiro
O jornal O Broas oferece a todos as belas palavras de Sophia de Mello Breyner Andresen sobre esse dia ímpar:

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo


Vem conhecer o Projeto YED...



No final do ano letivo transato, a UTAD lançou um desafio às escolas de Vila Real, com Ensino Secundário, para ser concretizado no presente ano letivo. Devido ao seu elevado interesse para conhecer a União Europeia a Direção da Escola aderiu ao projeto e duas professoras, Rosalina Sampaio e Teresa Morais, fizeram formação para que o mesmo fosse implementado. As turmas que participaram foram o 12.º F e 12.º G.
Estabeleceram-se os seguintes objetivos para as atividades do projeto:
Promover o conhecimento da História e dos documentos fundamentais da UE - Conhecer a Carta dos Direitos Fundamentais da UE - Integrar este documento no contexto da construção da democracia e cidadania europeias - Refletir sobre o papel da Carta… na defesa dos direitos dos cidadãos - Debater a diversidade de valores e a importância do diálogo intercultural - Compreender os conceitos de liberdade e igualdade como estruturantes da ética moderna ocidental - Avaliar as diferentes atitudes face à diversidade cultural: relativismo; intolerância; assimilação e diálogo intercultural; - Fomentar o exercício da cidadania europeia - Possibilitar uma leitura esclarecida do mundo em que vivemos.
Numa primeira fase, os professores da UTAD, responsáveis pela dinamização, Ana Margarida Maia e Gonçalo Cruz, vieram à Escola para, recorrendo ao mundo virtual do Second Life, concretizar cinco jogos que abordavam diferentes temáticas sobre a União Europeia. Para concluir essa tarefa houve uma deslocação à UTAD.
O projeto foi encerrado dia 23 de janeiro, quando os 237 alunos e os 11 professores das cinco escolas envolvidas, se deslocaram à UTAD, onde passaram o dia integrados em diversas dinâmicas subordinadas ao tema Reflexão e Valorização da Experiência do Projeto Jovens Europeus para a Democracia. Após a abertura pelo Professor Doutor Paulo Martins, coordenador do YED, o Professor Doutor Fernando Bessa fez uma resenha histórica da União Europeia, esclareceu os motivos que conduziram à sua criação, sendo um dos principais o receio do expansionismo alemão, responsável por duas guerras mundiais que devastaram a Europa. Salientou, a este propósito, que a União Europeia, se outro mérito não tiver, tem o de ter permitido o mais longo período de paz que este continente já conheceu. Defendeu que, o dia 9 de maio, dia da UE, deveria ser feriado em todos os países que a constituem, para uma UE mais efetiva.
Abordou os problemas com os quais a UE se defronta na atualidade. Considerou que as dificuldades parecem superiores às capacidades da nossa ação. Lembrou um graffiti de Buenos Aires, cujas palavras: O futuro já não é o que era! servem para espelhar a nova realidade europeia, os tempos agitados, incertos e, por que não dizê-lo, tristes. A UE está ameaçada pela crise da dívida soberana e pela quebra de solidariedade dos países mais desenvolvidos para com os que enfrentam problemas, como Portugal. Existe ainda a ameaça dos BRIC (Brasil - Rússia - Índia - China), conjunto de países com economias emergentes que estão a alterar e a dominar a economia mundial.
Terminou a sua intervenção com palavras de esperança. A UE não está falida, não estamos vencidos. Lembrou as palavras de Lula da Silva: A  união da Europa é a mais bela construção política da História da Humanidade! Vale a pena lutar por isso! Temos de reconstruir e assegurar a solidariedade que, neste momento, está desprezada pela elite política que domina a Europa. Afirmou compreender a desilusão dos jovens, mas apelou à sua resistência para lutarem e não emigrarem. Lembrou: O que a política faz, a política desfaz!

Projeto Yed em imagens


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