Recomeço...

Neste recomeço da vida escolar, O Broas deseja a toda a comunidade um bom e profícuo ano letivo. Que o ano de 2013/2014 traga muitas e novas aprendizagens, atividades e desafios motivadores, alegrias partilhadas, amizades que se consolidam…

A equipa coordenadora do jornal escolar propõe como tema orientador para os artigos e ilustrações que serão elaborados para as duas edições, o seguinte: À Luz da Polémica. Pretende-se explorar o tema procurando, em particular, o lado positivo da polémica, da discussão, do conflito…

Aguardamos as ideias e os trabalhos de todos os que gostam de participar, de partilhar e de estar presente. 

Todos serão bem-vindos.

A Equipa Coordenadora,
Eduarda Morais | Fátima Campos | Georgina Cruz | Lurdes Lopes | Rosalina Sampaio

Resultados dos Exames Nacionais do 9.º ano…

Conhecidos os resultados dos exames nacionais do 9.º ano, do ensino básico, o jornal O Broas congratula-se por a nossa Escola ser a que apresenta os melhores resultados a nível do concelho. A média dos resultados dos nossos alunos é superior, em ambas as disciplinas, à média nacional. Em Português a média da Escola é de 53% (a nacional é de 47%) e a Matemática a média da Escola é de 57% ( a média nacional é de 43%). Acresce informar que a Escola S/3 S. Pedro é a Escola do distrito onde se realizam mais exames do 9.º ano.
Parabéns a todos os responsáveis por este sucesso!



Alunos da Escola S/3 S. Pedro finalistas do Projeto 80...


O Projeto 80, destinado aos jovens entre os 13 e os 17 anos, foi criado para promover o empreendedorismo e uma cidadania mais ativa nas comunidades onde se inserem. 

O projeto Vamos do 8 ao 80 para salvar o planeta! concretizado, por iniciativa e responsabilidade da professora Cândida Ferreira, na  criação da Horta das Mariposas e no Jardim de Aromas é um dos seis projetos finalistas selecionado. Em setembro, na cerimónia de entrega dos Green Project Awards será anunciado o vencedor. O primeiro prémio é uma viagem às instituições europeias em Bruxelas para os alunos e professores envolvidos no projeto.


PARABÉNS aos nossos alunos!



O tempo corre, corre...

O tempo corre, corre...


Para a maioria dos alunos as férias já vão a meio! Para os professores vão apenas começar!


Faça qualquer coisa de extraordinário nestas férias:

 LEIA um clássico!

DEDIQUE tempo e atenção aos avós!

FAÇA uma sobremesa deliciosa para a família!

CONTEMPLE as águas de um rio!

e.... SEJA FELIZ!




BoAs FéRiAs!
A Coordenação do jornal O BROAS




Descubra as 7 diferenças - Igreja de Nossa Senhora da Conceição...


Nossa Senhora da Conceição é a padroeira da cidade de Vila Real. 
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição começou a ser construída na década de 70 e foi sagrada no dia 8 de dezembro de 1986. Tem a forma de uma tenda para simbolizar a aproximação da Igreja ao povo. Monsenhor João Gonçalves da Costa foi o principal dinamizador da sua construção. VISITE-A!


Violência no Namoro...

Faça-se Justiça é uma iniciativa da revista Forum Estudante com o alto patrocínio da Presidência da República Portuguesa, da APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima) e do IPAV (Instituto Pe. António Vieira). Os alunos das turmas do 12º F e 12º G, orientados pelas diretoras de turma, participaram neste programa, que visa o desenvolvimento das seguintes competências: conhecer os fundamentos essenciais da Lei e da Justiça e como estes refletem os valores e as convicções coletivas; formar uma consciência cívica de respeito pela Lei e de confiança na Justiça; iniciar os estudantes na complexidade da Justiça e na ponderação de todos os interesses; introduzir, no portfólio de aprendizagens básicas, a educação para o Direito e para a Justiça; promover a participação ativa, informada e responsável na vida cívica; reforçar o respeito pela dignidade humana e pelos direitos humanos fundamentais, bem como pela resolução legítima de conflitos sociais; ajudar na compreensão dos dilemas na Justiça, do risco de erro e da procura da verdade, entre outros. O Secretário do Juiz-presidente, Dr. Domingos Fernandes, orientou o projeto.
A simulação do julgamento, um caso de Violência no Namoro, decorreu no Tribunal de Vila Real, na manhã de sexta-feira, 19 de abril e foi presidida pelo juiz-presidente Rui de Carvalho. Todos os intervenientes desempenharam plenamente as suas funções. Todos aprenderam muito. O juiz-presidente, Rui de Carvalho, preocupou-se com o caráter pedagógico-didático e explicou, de forma clara  e concisa, todos os passos que são dados num julgamento e todas as vias que podem ser seguidas. Aprendemos que:
- a vítima pode ter o estatuto de ofendido ou assistente. Na segunda hipótese, é obrigada a pagar a taxa de justiça, mas ganha direitos como poder recorrer da sentença;
- o julgamento com um coletivo de juízes só existe nos crimes com moldura penal de mais de cinco anos; 
- todos os intervenientes são obrigados a identificar-se. O arguido e os familiares diretos podem, durante o julgamento, recusar-se a prestar declarações;
- a violência no namoro não se enquadra na violência doméstica, para isso é necessária a coabitação;
- as testemunhas, quando interrogadas pelo juiz, se vão dizer toda a verdade e nada mais que a verdade, são obrigadas a responder juro, palavra de extrema importância e solenidade...
Apesar das manobras dos amigos para tentar ilibar o António Pedro, o arguido, conseguiu-se chegar à verdade material processualmente válida para o réu ser condenado. A sentença é lida uma semana depois, mas o juiz adiantou que a pena seria de um ano a dezoito meses, suspensa durante um ano, por  não existirem antecedentes. Fez-se justiça. Ana Flor, a vítima, pode  sentir-se mais segura.
       
 Repórter Liliana  Vieira  | 12º G






Fui Colega de Estudos de...

Rui Barreira Zink  - 1961

Licenciei-me em Estudos Portugueses, em Lisboa, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova, em 1984. Entre os meus colegas estava um que se tornou figura pública, um dos intelectuais mais conhecidos dos portugueses, não só pela sua participação no programa televisivo A Noite da Má Língua, mas também, pela produção escrita de mais de duas dezenas de obras (ensaios e ficção, BD, teatro...), várias vezes premiadas. Escreve, ainda, crónicas para o jornal Público e o jornal gratuito Metro.
Nas memórias que tenho dele sobressaem a sua capacidade interventiva nas aulas, a boa-disposição e a displicência no modo de vestir. Era um dos melhores alunos. Hoje, é professor do  departamento de Estudos Portugueses, na Universidade em que estudámos e é considerado o introdutor da escrita criativa em Portugal.

Se ficaram com vontade de conhecer melhor a obra deste escritor ficam aqui algumas sugestões: Apocalipse Nau - Anibaleitor - O Suplente - Os Surfistas - Hotel Lusitano Luto pela Felicidade dos Portugueses - A Instalação do Medo Na Biblioteca da Escola existe um livro de sua autoria intitulado O Suplente. É para os mais velhos.
 Augusta Coutinho | Professora de Português e Bibliotecária


Pedro Manuel Mamede Passos Coelho - 1964

Fui, durante o terceiro ciclo e o secundário, condiscípulo do atual Primeiro Ministro.
A turma em que estávamos integrados era considerada de muito bom desempenho; a grande maioria dos alunos concluiu um curso superior. Havia alunos que se superavam, mas ele era, na realidade, superior, o mais interventivo e culto. Questionava, de modo civilizado e educado, o que os diversos professores ensinavam. Tinha um poder de argumentação muito desenvolvido, alicerçado nos conhecimentos adquiridos através das muitas leituras que fazia há muito, mais que qualquer outro. Gostava de polemizar, de explorar as diferentes perspetivas de um tema. Era capaz de pronunciar-se, de modo fundamentado e consistente, sobre temáticas muito diversas.
Por sermos, certamente, de naturezas diferentes não éramos muito próximos, não tínhamos  uma amizade profunda. Sempre gostei de desporto; as aulas de Educação Física eram as minhas preferidas, ele, ao invés, raramente as cumpria a coberto de atestados médicos.
Já adultos, e cada um para seu lado, contactamos, esporadicamente, quando ele era Presidente da Assembleia Municipal de Vila Real, de forma breve, embora cordial.
Luís Fontinha | Professor de Educação Física

Carlos Fiolhais - 1956

Nota Prévia - Nunca fui colega de turma do Carlos Fiolhais. Quando entrei na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, ele já frequentava o 2º ano. Fui colega de turma do irmão, Manuel Fiolhais, também ele, na atualidade, docente da Universidade de Coimbra. Esclarecida esta questão, posso afirmar que fui "colega" e sou amigo do Carlos Fiolhais. A lembrança que mais tenho presente, do tempo em que éramos estudantes, era a sua boa disposição, a sua gargalhada, que ecoava pela faculdade, denunciando a sua presença. Era, e é, uma pessoa muito audível, que cultivava a boa disposição e tinha um grande sentido de humor. Havia sempre um grupo à sua volta para ouvir a sua "leitura" do que ia acontecendo, na Universidade, no país, no mundo. Tinha a grande capacidade, sabedoria e subtileza de encontrar o lado cómico, recreativo e irónico em quase tudo. Ao seu processo de narração valia a pena assistir. A sua risada franca, sonora e demorada contagiava toda a gente. Aliava esta alegria permanente ao excelente desempenho como aluno. Os professores reconheciam e afirmavam que o Carlos Fiolhais era o aluno mais brilhante que tinha frequentado o curso de Física, até então.
Ainda hoje nos encontramos, com menos frequência do que desejaria, mas a sua vida é muito preenchida. No ano passado, aceitou o convite para vir à UTAD dar uma palestra sobre a ligação entre Literatura e Ciência. O Auditório estava repleto e todos gostaram, como sempre acontece quando ele fala, de o ouvir. Tem a capacidade de tornar fácil e acessível o conhecimento complexo. Desenvolve um trabalho extraordinário na divulgação da Ciência no nosso país. Promove-a escrevendo livros didáticos e divertidos, com muitas curiosidades. Há muitos capazes de explicar a Ciência, mas há poucos que consigam explicá-la de modo simples e agradável. Carlos Fiolhais é um deles. Os mais de quarenta livros que já escreveu e o êxito que alcançam são a prova de que a sua “demanda” é um sucesso. Os títulos das suas obras, por exemplo: Física Divertida - Nova Física Divertida mostram que o sentido de humor permanece intacto desde os tempos de estudante na Universidade de Coimbra. Se gostam de ler e divertir-se, os seus livros são uma boa escolha para descobrir nestas férias que se aproximam. Alguns títulos:

 Darwin aos Tiros e Outras Histórias da Ciência - A Coisa mais Preciosa que Temos - Curiosidade Apaixonada - Breve História da Ciência em Portugal - Ciência a Brincar 
 Afonso Pinto |  Professor de Ciências Físico - Químicas


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