Miguel Torga
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Miguel Torga morreu há 25 anos. Lembrando este escritor transmontano, os professores de Português, do 12.º ano, lançaram o desafio “A Literatura que me Inspira” aos alunos de Aplicações Informáticas B.
A resposta foi dada com a elaboração de trabalhos, dos quais apresentamos aqui alguns:
António Machado e Francisco Silva | 12.º D
Ana Rita Martins e Joana salvador | 12.º A
Bruna Gaspar e Eduardo Muro | 12.º B
Ana Clara Alves e Bruna Rodrigues | 12.º C
João Lopes e João Cadavez | 12.º D
Filipe Peixoto e Miguel Mendes | 12.º A
Afonso Conceição e Rui Silva | 12.º D
Inês Santos e Lara Pinto | 12.º C
Diana Ferreira e Ariana Oliveira | 12.º B
Amadeu Cruz e Vânia Gabriel | 12.º B
Pedro Carneiro | 12.º B
António Almeida e Maria Carvalho | 12.º A
Subtilezas da Violência
Etiquetas: Aprendizagem , As pessoas contam , Atividades escolares , Cidadania , Cidadania e Desenvolvimento , Educação Sexual , Igualdade , Igualdade de Direitos , O mundo em que vivemos , Olhares e pareceres , Violência
"Subtilezas da Violência" - Trabalho elaborado na disciplina de Cidadania e desenvolvimento, pelos alunos do 8.º C.
Não calar a VIOLÊNCIA
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Não calar a VIOLÊNCIA by Slidely Photo Gallery
Um Desafio sem Precedentes
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Nestes tempos de uma adversidade nunca antes vivenciada nem tão pouco imaginada, confinámos o medo e a incerteza e, num esforço de vontade coletiva, levamos à casa dos nossos alunos a Escola que a pandemia tinha silenciado a 16 de março, reinventando uma “nova normalidade” para a vida dos professores, dos alunos e das famílias.
A mudança aconteceu, cheia, naturalmente, de imperfeições. Tudo correu como podia correr porque, em situações limite, não existem cenários ideais. Entre adaptações a várias plataformas digitais de ensino, soluções de emergência (que pareciam, na altura as mais ajustadas) e algumas falhas (como em todos os sectores), lá chegamos ao fim de um ano letivo marcado por uma pandemia que chegou sem avisar e que veio para durar.
Ainda é cedo para analisar com clareza a situação vivida desde o encerramento das escolas e todos sabemos que seria um erro tratar, “à la légère”, questões tão profundas e complexas com argumentos de circunstância. Devemos, pois, com serenidade, avaliar o impacto desta experiência inédita vivida nos últimos meses, ouvindo a voz dos professores, dos alunos e dos pais, no sentido de identificarmos o que correu bem e o que correu menos bem, para assim prepararmos o futuro.
Sobre o próximo ano, ainda pouco se sabe, mas uma coisa é certa, este será ainda fortemente marcado pelos efeitos da pandemia e pela imprevisibilidade do momento.
O novo ano letivo 2020-2021 terá, naturalmente, que ser planificado com grande flexibilidade, contemplando-se todos os cenários possíveis (ensino presencial, ensino à distância ou ensino híbrido - presencial e à distância) para assim mitigar as repercussões associadas à forma inédita como decorreu o ensino desde março passado: a interrupção educativa com risco para as aprendizagens significativas; o fosso digital que se tornou ainda mais vincado; o agravamento das dificuldades escolares e sociais dos alunos mais vulneráveis, bem como o aumento de abandono escolar.
Esperam-nos tempos difíceis de trabalho árduo e intenso, mas porque acredito que as dificuldades com que nos deparamos na vida encerram sempre em si um potencial de transformação, estou certa que esta adversidade coletiva servirá, por um lado, para reforçar a nossa união e força enquanto comunidade educativa que somos e, por outro, para abrir caminho a uma nova forma de viver a Escola.
A Direção da Escola quer, nesta edição, prestar uma sincera homenagem aos nossos professores-heróis e a todos os que têm ajudado a enfrentar e a vencer esta provação que mudou a vida de todos nós.
Um grande bem-haja e um enorme aplauso a toda a comunidade educativa da ESSP. *
Rita Mendes | Diretora da Escola Secundária São Pedro
*Texto retirado da 2.ª Edição impressa do jornal O Broas 2020
Pensar nos Outros! Pensar nos Mais Velhos!
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O Lar de Nossa Senhora das Dores, perto da nossa Escola, é uma das instituições que acarinhamos.
A Covid-19 deixou profundas marcas nessa comunidade, como foi noticiado nos meios de comunicação.
Os alunos do 8.º C, em Cidadania e Desenvolvimento, escreveram e ilustraram cartas com mensagens de esperança para os idosos. Organizaram uma pequena coleta para adquirir comprar produtos de higiene que ofertaram ao Lar.
Quando possível farão uma visita presencial.
Ninguém será submetido... a tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes
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A sensibilização para o RESPEITO dos DIREITOS deve ser contínua e estar presente no percurso escolar de todos os alunos.
Os alunos do 7.º ano, em Cidadania e Desenvolvimento, trabalharam o domínio Direitos Humanos. Em articulação com a disciplina de TIC e com a Biblioteca Escolar, analisaram e conheceram a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Os conhecimentos adquiridos foram a base para a elaboração, em grupo, de trabalhos criativos e apelativos.
A mensagem que transmitem é a do RESPEITO dos DIREITOS por TODOS.






























