Os Sentidos das Palavras...


Há palavras que te veem
E te descrevem
Que te ouvem e te sentem.

Há palavras que falam
Pelos nossos corações.
Palavras que tu tocas
E te causam ilusões.

Há palavras que tu cheiras
E não têm odor,
Mas, mesmo assim,
Escrevemo-las com amor.

Há palavras que conhecem
O teu medo,
Contudo,
Guardam-no em segredo.

Há palavras
Estranhas na Língua Portuguesa,
Mas ainda assim,
Possuem grande beleza.

Há palavras e palavrinhas,
Palavras e palavrões,
Mas todas elas guardamos
Em nossos corações.
                                                              
Ana Rita da Fonte - Beatriz Gonçalves | 9.º H


Vila Real - Comemorações dos 500 anos do Foral Manuelino (1515 - 2015)



Vila Real comemora, dia 20 de junho, os quinhentos anos do seu foral manuelino. A participação da nossa Escola, nesta comemoração, assentou na elaboração  da capitular [primeira página] imaginária desse foral, já que a verdadeira está perdida. Nas aulas de Educação Visual, os alunos do 8.º A - 8.º B - 8.º C e 8.º D, orientados pela professora Carla Fonseca, fizeram estas iluminuras extraordinárias, capazes de rivalizar com as produzidas na Idade Média e na Idade Moderna, nos mosteiros e chancelaria régia. 

O Broas agradece a todos os que participaram e apresenta alguns trabalhos:






Urântia...

Urântia… sim, foi essa pequena história que nos trouxe até aqui. O que me levou, a mim, a aparecer no jornal da Escola, e a vocês, que se deram ao trabalho de parar na escadaria para o ler, a saber algo sobre uma, até agora, incógnita colega.

O meu nome é Madalena Vaz Ferreira Real, maior de idade por uma questão de dias, e a minha escolha no Curso de Ciências e Tecnologias não faria adivinhar o motivo para a existência deste artigo. Mas se o leitor se está a perguntar qual esse motivo é, exatamente, eu passo a esclarecer. A Nissan, juntamente com o Plano Nacional de Leitura e outras entidades associadas, trouxeram para Portugal uma iniciativa nascida no Japão: O Concurso Jovens Autores de Histórias Ilustradas. A minha história e correspondente ilustração acabaram entre os 10 vencedores que conseguiram os seus trabalhos publicados num livro.
Quando perguntada “Há quantos anos escreve?” ou “Como surgiu a vontade de escrever?”, pode parecer cliché responder que tal comportamento sempre existiu. Mas se querem uma resposta mais precisa, posso apenas dizer que histórias ilustradas e afins começaram a ser tecidas nos tempos mortos do meu 7.º ano de escolaridade (com algumas das ilustrações sendo mesmo feitas durante as aulas!).

E o tempo vai passando, a possibilidade de criar Universos inteiros, com apenas algumas palavras e mais uns rabiscos torna-se extremamente divertida. Foi no meio de um desses muitos mundos que Urântia surgiu, especificamente criada para a 2.ª edição do Concurso. A razão para a escolha deste título será rapidamente esclarecida àquele que tiver a curiosidade (ou disposição) necessária para ler o conto em questão, disponível, em princípio, no exemplar cedido à Escola.
Os meus objetivos quanto à escrita e à ilustração sempre foram bastante claros e, quando não pela primeira vez as pessoas me perguntam porque é que não fui para Artes, a minha resposta está pronta: não espero viver de algo tão inconstante como a inspiração necessária para se fazer boa arte. Não deixam, mesmo assim, de ser tão essenciais à minha vida como a Ciência o é. Desta possibilidade de expandir o mundo ou criar outros novos depende o meu bem-estar. De tal forma que não seria justo dizer que prefiro uma ou outra. Como tudo na volatilidade deste meio, umas vezes apetece fazer uma, outras vezes apetece exprimir-me a partir de outra. Só espero que a junção das duas, faça nascer algo especial.


Sónia no Mundo dos Números...



Já me conhecem, sou a Mafalda Dinis, do 9.º A. No ano passado, apresentei aqui, neste jornal, o meu livro Sónia no Mundo das Letras; este ano, já publiquei o segundo volume desta coleção, o livro Sónia no Mundo dos Números e posso avançar que está já em preparação o terceiro livro: Sónia no Mundo das Cores. Aguardem, só mais um pouco!


Sónia é uma menina de seis anos que, tal como uma certa Alice, entra no mundo dos sonhos, onde vive aventuras divertidas e muito pedagógicas.
Estes livros dirigem-se, mais diretamente, aos que estão a descobrir as letras, os números e as cores, mas todo o tipo de públicos pode, de certeza, desfrutar do prazer da sua leitura.
As ilustrações são vibrantes, plenas de cor e magia e chegam da Alemanha, onde vive o português Henrique Romano, o seu autor.

O conhecimento e o contacto mais direto com o problema do autismo levou-me a tomar a decisão de doar um euro, por cada livro vendido, para a associação Vencer Autismo, que faz um trabalho notável.
Quero que a escrita faça sempre parte da minha vida, não será a minha ocupação principal, que será no jornalismo ou artes performativas, mas estará sempre presente. Tenho “mil ideias” que acho que vale a pena partilhar, personagens sem fim que querem nascer através da minha escrita.
De certeza que os temas e a forma de escrever irão alterar-se com o passar dos anos e com tudo o que vou viver, mas a vida está sempre a dar-nos oportunidades de contar novas histórias, é só estar atento.
Eu estou!


A Nossa Escola nas palavras da Cátia Gaspar - 12.º A


Áudio: Catarina Dinis - Cátia Gaspar - José Almeida | 12.º A  // Aplicações Informáticas B 

 


A Nossa Escola...

A Escola S. Pedro
É para nós especial
Fez-nos crescer, aprender,
Deu-nos formação excecional.

Os professores e colegas
Vão fazer, para sempre,
Parte da história da nossa vida
Mesmo estando nós de partida.

O edifício da nossa Escola
Pode causar algum “espanto”
Mas o cuidado jardim,
Confere-lhe muito encanto.

Antiga Escola industrial
Que hoje, com o trabalho
De toda a comunidade educativa,
É das melhores do ranking nacional.

Os nossos professores
São sempre muito exigentes
Assim, todos, no futuro,
Seremos profissionais competentes.

Desejamos e queremos agradecer
O facto de à Escola S. Pedro pertencer
E, por mais longe que estejamos,
Nunca a vamos esquecer!

 Cátia Gaspar | 12.º A

You are more bacteria than you are you, according to the latest body census...

A Equipa organizadora, a nível nacional, das Olimpíadas da Biotecnologia selecionou, de cada escola concorrente, o melhor texto/resposta à questão de resposta aberta, constante da segunda eliminatória das X Olimpíadas de Biotecnologia. Na nossa Escola, o texto selecionado foi o do aluno Manuel Teixeira - 12.º C.

Questão:
Comente a seguinte frase: "You are more bacteria than you are you, according to the latest body census" in Scientific Amercican, November 30, 2007.
Esta afirmação refere-se às bactérias presentes no corpo humano. Traduzindo:
Tu és mais bactérias do que tu próprio…
No nosso quotidiano estamos em contacto com todo o tipo de bactérias e   agentes patogénicos estando estes não só presentes no exterior do nosso corpo (como por exemplo nas mãos) como também no nosso interior.
Na nossa alimentação, ou melhor, durante a nossa alimentação, nós ingerimos inúmeros tipos de bactérias sendo a nossa boca “um ninho” no que diz respeito à sua proliferação.
Em anos anteriores, nesta mesma Escola, já analisamos ao microscópio a existência de bactérias na saliva, o que deixou certos alunos bastante chocados visto serem só do 7.º e 8.º anos, que não sabiam da sua existência.
Sabemos que o nosso organismo nos tenta defender destes organismos (ou da maior parte deles) sendo os órgãos de defesa a pele e a saliva.
Mas, sabemos também, que o nosso organismo vive em simbiose com muitas  bactérias por exemplo as bactérias existentes a nível intestinal que nos ajudam a digerir os alimentos ao mesmo tempo que contribuem para o seu bem estar.

Assim, o nosso organismo não somos só nós pois estas bactérias já são algo que faz parte de nós mas que muitos não sabem sequer da sua existência. 

X Olimpíadas de Biotecnologia...


A Escola S/3 S. Pedro, participou, com sucesso, mais uma vez, nas Olimpíadas de Biotecnologia, que vão já na sua 10.ª edição.
Este evento, organizado pela Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa e a Sociedade Portuguesa de Biotecnologia, destina-se a todos os alunos do Ensino Secundário do país e pretende promover o conhecimento e o interesse pela temática da Biotecnologia nas suas múltiplas vertentes: saúde, alimentação e ambiente.
A nossa Escola teve, este ano, uma participação significativa com 29 alunos dos 11.º e 12.º anos a realizarem a primeira eliminatória, tendo sido apurados, para a segunda eliminatória, 26 alunos. Foram selecionadas duas alunas, para a final nacional que se realizou no Porto, no dia 29 de maio.
Este exigente percurso iniciou-se com a participação de 600 alunos de todo o país, atravessando diversas fases de seleção que culminaram com o apuramento de 50 finalistas. Na final nacional as nossas alunas: Ana Peres, da turma do 12.º C obteve um brilhante 3.º lugar e Bruna da Cruz do 11.º C, que ficou no 11.º lugar.



O excelente resultado obtido neste desafio, entre vários outros do mesmo género a que a nossa Escola tem aderido, vem confirmar a excelência do ensino praticado, bem como destacar o que é feito de forma quase anónima pela comunidade escolar em prol do sucesso dos seus alunos.

Estes concursos constituem também e principalmente, um estímulo ao sucesso individual dos alunos, bem como um motivo de orgulho para toda a comunidade escolar. 

Professora Teresa Monteiro
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